Um dos mais influentes integrantes da ALAS (Academia de Letras e Artes de Santarém), o escritor Eriberto Santos começou a fazer campanha para imortalizar o poeta Edwaldo Pangaré Campos (foto).
Há, atualmente, 3 cadeiras vagas na entidade: as que foram de Wilde Fonseca, Eymar Franco e Sebastião Bazinho Sirotheau, todos falecidos esse ano.
Primeiro presidente da ALAS, Eriberto entende que o poeta nascido em Alenquer e que fez de Santarém sua 2ª, digamos, pátria tem quilometragem e qualidade artística que o credenciam a ingressar no panteão dos imortais santarenos.
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Outros dois nomes cogitados para a academia são o do poeta Neucivaldo Moreira e da historiadora Terezinha Amorim.
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Já devia estar lá!
Mais que merecida a justa indicação. Um grande poeta, um ser humano incomparável.
Jeso, e você? Não vais entrar para o silogeu dos imortais? Acho que você merece. Outra, afinal, quem são realmente os membros desta academia de letras e artes aí de Santarém? Você tem como informar isso aos seus leitores aqui no blog? Procuro e não encontro sequer um site da entidade. Outra pessoa que poderia ser agraciada com um reconhecimento da academia é o historiador auto-didata e poeta belterrense Chardival Pantoja.
Chardival tem o meu apoio. É um dos grandes vates de Belterra.
Valber, podes encontrar informações sobre a ALAS, no blog do atual presidente, o jornalista Ednaldo Rodrigues: https://ednaldorodrigues.blogspot.com/
Há também um blog que foi criado para a ALAS, mas está desatualizado: https://alasnet.blogspot.com/
Não conheço o Edvaldo pessoalmente, mas pelo que leio neste blog é um poeta com talento grande. Merecida escolha.
Com verve poética sem igual (inclusive até nas petições judiciais que lapidáva para agradar as magistradas mais lindas que pelo Fórum de Santarém passaram), meu amigo “panga” é justo merecedor da indicação ora feita ao seu natural talento. Vá lá meu grande poeta.
pelos poemas que publica aqui esta mais que credenciado
Sem demérito aos concorrentes, a escolha certa no momento é do nosso poeta maior, “Panga”. Aliás, já era pra fazer parte da academia há muito.
Sem querer desmerecer meu amigo Neucivaldo, mas a bola da vez é do Edwaldo. Agora cá pra nós “Abominável”, você não precisa, já és imortal.
Gostei do “Abominável”, Dudu. Explica aí a origem do termo colado ao Pangaré!
Sem querer fazer comparações, nosso querido Edvaldo Pangaré Campos é um artista nato, Cabôco e genuinamente Tapajônico. Suas poesias nos remetem á tempos que já se foram, que falam de AMOR, um ingrediente indispensável para se viver bem e de paz com a vida. Pangaré este lugar, esta cadeira, será mais que merecida, pelo artista que és. Imortal Pangaré.