Mudança ribeirinha no Tapajós
Veja também:
Como beija-flor e Dário, de Emir Bemerguy Filho.
Infância azulina, de Eládio Delfino.
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Realmente, a foto além de ter boa qualidade, expressa uma nova vida para essa família.
E parece que o cachorro maior chora por um grande amor que ficou para tráz contra sua vontade…
Bem verdade ! linda foto ! A vida de cada família não passa de um calvário ! ” A vida é um calvário. Sobe-se ao amor pela dor, a redenção pelo sofrimento. – Abílio Guerra Junqueiro. Na hora de ir, é a esposa que leva o que mais lhe apraz (a intenção é levar tudo), os filhos levam o máximo que podem, sem esquecer os brinquedos e o grão mestre desta jornada (pai), nunca esquece do seu melhor amigo; o cachorro. Não deixa de ser uma aventura, à moda Luiz Gonzaga (seu Lula) o Rei do Baião ! Quem já teve essa experiência, como eu, sabe que é um momento de muitas incertezas; do amanhã ! Parabéns ao amigo Celivaldo Carneiro por nos propiciar esse devaneio sem igual !
Éguuuua, da foto linda!! parabéns!!!
Divina! A nos lembrar do dilúvio/Noé, como citou David.
Caramba! Isso me faz lembrar um texto bíblico sobre Noé. Mas vejo essa cena como uma família de sobreviventes no “novo dilúvio” do fenômeno das terras caídas em nossa região…