A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista a emissoras de rádio de Minas Gerais que pretende até “março ou abril” do próximo ano concluir o que chamou de “primeiro momento” do programa Mais Médicos, com a contratação de 12 mil profissionais de saúde.
“Doze mil médicos são absolutamente necessários no Brasil”, disse a presidente ao comentar o andamento do programa “Mais Médicos”.
Leia também:
15 do PA na seleção do “Cidades Digitais”.
— ARTIGOS RELACIONADOS
“Pretendemos ter tudo isso pronto e os médicos trabalhando até março e abril”, acrescentou a presidente ao detalhar os números do programa em Minas Gerais, onde cumpre agenda nesta segunda-feira.
Dilma defendeu a necessidade de investimentos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), mas destacou que é preciso assegurar a disponibilidade de profissionais para atendimento. “Esse é um problema que enfrentamos”, disse Dilma.
Na entrevista, Dilma também defendeu a interiorização de universidades pelo país para que “as pessoas fiquem perto das universidades” e haja uma maior distribuição de produção de conhecimento pelo país.
A presidente também afirmou que a maior contribuição do governo federal para o Sul de Minas Gerais é “dar suporte” ao parque industrial da região. Dilma disse apostar principalmente no desenvolvimento da área de Tecnologia da Informação.
Aqui em Santarém, ainda tem vinte e três vagas no programa Mais Médicos. De acordo com solicitação correta da Prefeitura Municipal, gestão atual. Só na atenção primeira à população. Para atender até trinta e duas pessoas por dia, entre consultas novas, retorno para mostrar exames e o resultado da terapêutica e acompanhamento de saúde coletiva e individual, além de visitas domiciliares. Claro que a demanda nos serviços de apoio diagnóstico e nas especialidades médicas está aumentando. Portanto, o município é candidato a mais profissionais, em todas as áreas de saúde, mais tecnologia, mais empregos, mais vida saudável. E a formar mais médicos e mais médicas, enfermeiros/as, odontólogos/as, etc. Aqui vale ressaltar a UEPa e o curso de medicina que já formou duas turmas, os programas de residência médica que já existem nos hospitais Municipal e Regional e a perspectiva de mais um curso de medicina na UFOPa ou no IESPES. .
INFORMAÇÕES CONTROLADAS:
”
Sem querer, Ipea mostra a pouca relevância do Bolsa Família para o crescimento do PIB
15/10/13 – 14:31
POR Dinheiro Público & Cia
Como parte das comemorações oficiais dos dez anos do Bolsa Família, o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) saiu-se com uma tentativa de demonstrar a importância do programa para o crescimento da economia. Vistos com mais atenção, no entanto, os resultados encontrados não são encorajadores.
A partir de cálculos de complexidade inalcançável para os leigos, o instituto, ligado ao Palácio do Planalto, estimou hoje que, para cada R$ 1 adicionado às despesas do Bolsa Família, o Produto Interno Bruto do país cresce R$ 1,78.
Esse efeito se daria, conforme foi explicado, porque a parcela mais pobre da população destina praticamente toda sua renda adicional ao consumo, elevando as vendas do comércio, o que geraria mais contratações e, portanto, mais salários pagos.
Supondo que a conta esteja certa, pode-se tentar imaginar o impacto de uma forte alta imediata _de 10%, por exemplo_ nos gastos do programa, que somam R$ 21,4 bilhões anuais. Seriam acrescentados mais R$ 2,1 bilhões em benefícios, o que, com o efeito multiplicador estimado pelo Ipea, significariam R$ 3,8 bilhões a mais na economia.
Ou 0,08% do PIB.
E há um asterisco importante na apresentação do Ipea: os cálculos são válidos para situações em que a economia apresente “capacidade ociosa” _ou, traduzindo, que esteja operando abaixo de seu potencial. Em outro cenário, o impacto do Bolsa Família é menor.
“
Isso deve ser progresso! Vamos importar que é mais fácil do que investir – já se passaram mais de 10 anos que essa turma “governa” o País – na formação de profissionais daqui. Depois devem vir professores, enfermeiros…etc., de preferência de Cuba, que é um País “admirado” por um grande número de patrícios.