Lenda também é a afirmação de que Santarém é um polo turístico. No máximo, temos potencial. Mas estamos a anos luz de sermos pólo turístico.
Helvécio Santos, advogado em economista, em artigo no blog levado ao ar ontem (28).
Lenda também é a afirmação de que Santarém é um polo turístico. No máximo, temos potencial. Mas estamos a anos luz de sermos pólo turístico.
Helvécio Santos, advogado em economista, em artigo no blog levado ao ar ontem (28).
Santarém, atualmente, é a terceira cidade no Brasil em receptivo de navios de cruzeiros internacional, atrás de Rio de Janeiro e Manaus. Entretanto, o porto local, os serviços essenciais de segurança, acesso e apoio (banheiros público, postos de informação, placas de sinalização em Espanhol e Inglês) estão totalmente fora de qualquer padrão decente e muito atrasados em relação a portos menos frequentados. Claro que não deve ser fácil, para uma cidade sem recursos, gerir toda uma infraestrutura voltada apenas para este mercado, mas a Secretaria de Turismo poderia, sim, coordenar junto à Polícia Militar, pelo menos, uma escala de suporte nas áreas mais frequentadas por turistas. Ou, através de propagandas na mídia, mostrar à população da importância da visita (econômica) de um navio cruzeiro internacional à nossa região, pois até hoje é visível a hostilidade dos nativos quando encontram um grupos de estrangeiros, principalmente quando esses visitam o Mercado de peixe, os vendedores alegam que “estes gringos não compram coisa alguma” e nas ruas, quando os ônibus de tours circulam, as pessoas fazem gestos obscenos gritam insultos do tipo “bando de FDP”, estão aqui para nos roubar.
Meu amigo João existe dois postos de informações o Terminal fluvial turístico e o atual centro de informações turisticas o que acontece e que as agências que realiza o receptivo da temporada se quer solicita apoio lembro que os cruzeiros são particulares e quando e para levar no terminal vocês simplesmente levam para outros lugares, pois no terminal tem artesanato regional e local, quando levam no Centro Cultural João Fona não deixam um centavo no local a exemplos de outros museus que são pagos converse com o seu Laurimar Leal que ele fala para você. Outro ponto sempre que vem navio a policia e informada dos cruzeiros e sim monta uma equipe de apoio, hoje tem até o GPTUR policiamento turísitico que fica no terminal, ja a propaganda e de responsabilidade ao meu ver da empresa que recebe por isso em Parintins por exemplo pagam até R$ 8.000,00 para recepção aqui querem de graça que a prefeitura page deixe jeito e fácil, e o povo Santareno não e contra turista estrangeiro são os senhores que impedem de conversar com os moradores nem àgua podem comprar aqui e o Santareno e um povo muito muito acolhedor.
Caro “Turismo Santarém”
– Com relação aos dois postos de informações, um deles, o da Vera Paz, foi inaugurado em Junho e ainda não vi uma pessoa dentro e o do Trapiche, tem uns três policiais com um emblema de turismo na farda, mas que ficam apenas de braços cruzados e não auxiliam sequer no trânsito.
– Com relação ao museu João Fona, apesar do espaço ser público, aberto a todos, sem cobrança de entradas de visitantes, as agências sempre fazem uma doação.
– Com relação ao artesanato, ninguém pode ser impingido a comprar coisa alguma, portanto não existe um tour específico para “fazer compras”, mas mesmo assim os guias, fazem propagandas do tipo: antes de voltar ao navio que visitem a feira de artesanato no Cais do Porto… Exceto aqueles que não estão participando de tours, que preferem se aventurar a sós.
– Com relação ao GPTUR, apenas o soldado George tem capacidade de se comunicar em Inglês (e muito bem) e prestar alguma informação se necessário, no resto, são os guias de turismo que têm que assumir o papel de segurança e guarda de trânsito.
– Com relação ao pagamento de R$ 8.000,00 em Parintins (com certeza para à super apresentação dos Bois), as agências aqui pagam pelas apresentações nas Casas de Farinha, em Alter do Chão, no Bosque Santa Lúcia… onde houver, mais o donativo à Catedral para que esta fique aberta à visitação.
– Com relação à água, o motivo é a falta de tratamento no sistema de distribuição local que não recebe nem cloro. E para evitar problemas futuros, são advertidos ao não consumo da mesma. Afinal, férias são para diversão… e não para diarreias estrondosas (risos).
– Quanto ao fato de dizer que os guias é que levam… não está totalmente correto, pois os pacotes de turismo e passeio não são oferecidos em Santarém, mas nos navios e o tempo é curto demais, no máximo 4 horas por excursão que são pré definidas.
– Quanto a hostilidade que PRESENCIEI, claro que não são todos os feirantes, alguns são até gentis e mostram seus peixes e frutas, e muito menos toda a população, mas ocorre; isso é fato. Claro que somos, santarenos, acolhedores, claro que há exceções, mas experimente acompanhar um tour (completo) na área urbana e entenderás melhor o que cito.
– Um detalhe, o querido amigo e mestre Laurimar Leal é “raposa velha”, quer sempre um troquinho a mais (risos)!
A cadeia de beneficiados pelo retorno da indústria do turismo bem explorado, é imensurável. Riqueza abundante para todos.Estamos com a mina de ouro escancarada a nossa frente e permanecemos com a boca escancarada cheia de dentes vendo a miséria se aproximar.Acordemos todos, somos milionários e não tomamos consciência disso.
Concordo totalmente.Por incapacidade de todos, encontramos-nos no tempo da pedra lascada em termos de turismo.Potencial turístico é indiscutível que temos em abundância, o próprio Forbes quando esteve em Alter do Chão falou que possuíamos a maior indústria do planeta: “Riquezas naturais para serem exploradas” .Estamos emperrados, precisamos desabrochar e usufruirmos das benesses da mãe natureza tão agredida por todos.