por Tiberio Alloggio (*)
Quando o muro de Berlim caiu, até aqueles como eu, que achavam que sua queda não fosse apenas o resultado da fome de democracia, mas sim da globalização, não tiveram nenhuma saudade de Stalin, Breznev e do Império Soviético.
Por isso, da mesma forma, não vamos hoje chorar por Kadafi, mesmo sabendo que amanhã poderemos nos acordar com mais um fantoche parido por mais uma guerra “humanitária” do imperialismo norte-americano.
Portanto, além de prestar nossa maior solidariedade à rebelião na Líbia, que se somou a esperança da “primavera árabe”, devemos também redobrar nossa atenção para os movimentos imperiais das grandes potências. Afinal no Egito, a nova constituição não correspondeu em nada às exigências das mobilizações populares. Enquanto na própria Tunísia, ainda persiste um clima de confusão em relação aos desfechos democráticos. Infelizmente, em ambos os países, a rebelião ainda está longe de se tornar uma “revolução”.
Nesse contexto, o drama líbio aparece ainda mais complicado. E a piorar a situação, eis aí a intervenção militar, apesar da oposição de Alemanha, Rússia, Índia, China e do Brasil.
Sem chorar para Kadafi, então, mas também sem as hipocrisias que preenchem as análises dos meios de comunicação, nessa guerra ideológica e midiática que acompanha a batalha pelo controle do petróleo da Líbia.
Isso ficou claro nas palavras do presidente Obama quando, em terra brasileira, deflagrou o conflito declarando: “Não estamos entrando numa guerra, apenas estamos cumprindo uma ação humanitária autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU”. Foi dessa forma hipócrita que começou a verdadeira guerra da Líbia.
De novo aquele velho cheiro de enxofre, exalado da nação supostamente “mais democrática do mundo”, que embora use e abuse de “desodorantes”, continua entupindo o nosso nariz com seu prepotente fedor.
Se o Brasil teve a coragem de se abster na ONU contra mais uma loucura do Império, o “Prêmio Nobel” Barack Obama, em plena visita ao Brasil, teve a insolência de ordenar os bombardeios na Líbia. Uma afronta ao Brasil.
Uma chuva de “bombas humanitárias” justificada como proteção ao povo líbio, mesmo na evidência que nunca houve negociação com a Líbia, e sem nenhuma missão diplomática da ONU. Enfim, na total ausência de uma pressão diplomática real, que impusesse o cessar dos combates em solo líbio.
Uma enorme desproporção entre as palavras e os fatos, que obrigou a Liga Árabe a voltar atrás, colocando em discussão a “interpretação” dada ao artigo 41 da resolução que autorizou a missão militar.“O que queremos é a proteção dos cidadãos, não o bombardeio de outros cidadãos”.
Uma fúria essa dos Obama, Sarkozy e Cameron da vida, que não se justifica com a queda de ditador nenhum e ainda mais com a defesa dos direitos humanos. Se essa é a defesa dos “direitos humanos” por que não bombardeiam também o Yemen? E o Bahrein?
A sorte da Líbia de ter o petróleo se tornou agora a sua desgraça, especialmente hoje, após o apocalipse nuclear japonês, que tornou “ouro negro” ainda mais vital para a economia do Império.
É a revigoração do velho imperialismo, para o qual o petróleo tornou-se um produto maximamente imperial, desencadeando a cobiça de norte-americanos e anglo-franceses.
Se até ontem a Líbia de Kadafi não passava de um empecilho (como tantos outros) que o Império podia suportar, agora, na onda da rebelião líbia, tornou-se uma gorda ocasião para fechar a parêntese kadafiana. Uma oportunidade única para a “redistribuição” do “ouro negro” entre os “libertadores”.
Ainda não dá para para dizer como se dará a repartição do butim líbio entre as grandes potências, pois temos consciência que “para o pior, nunca existe fim”.
Mas uma coisa já dá para afirmar: Barack Obama não passa de um George W. Bush Jr. disfarçado atrás de um sorriso sonso. A lógica é a mesma. A única diferença entre eles é a cor da pele.
O Brasil, que se cuide. Amazônia e pré-sal estão aqui. Arnold Schwarzenegger também.
– – – – – – – – – – – – – – – – – – — – – – – – – – – –
* Sociólogo, reside em Santarém. Escreve regularmente neste blog.
Leia também dele:
Apocalypse now.
Cadê a “casta”.
Putz…..
Ha varia maneiras de defender as ideologias e os comportamentos mais anacronicos, inclusive o Imperialismo e suas guerras….. mas os nossos Tiberiofólos de plantão conseguiram se auto-ridiculizar.
Sofrem de disturbios figadais e estomacais e só conseguem “vomitar”.
É um problema de QI limitado.
Como diz aquele ditado: “As cerejas são vermelhas, mas não adianta insistir em expreme-las, pois nunca vão produzir vinho”.
Tiberio Alloggio
Ademir, não adianta usar o paletó…. siga sua vocação…..vai pastar.
Tibério, tu estás novamente errado, inclusives não sabes dar conselho e nem ordem a ninguém; deve ser o costume q/ tu usas na tua casa de mandar pastar, porque lá deves praticar bem isso. Expuseste uns ditados e eu vou citar um especialmente pra ti, claro: ” ANDA EM CAPA DE LETRADO MUITO ASNO DISFARÇADO”. Queres so aplausos é?! …kkkKKKKK
A análise é rasteira e cheia de clichês como bem disse o Davi Campos, tbm é cheia de furos e sem lógica. Mais de 70% da população do Egito aprovou a nova constituição do Egito e no entanto o sujeito diz que a mesma em nada corresponde as exigências populares, 70% do povo egipsio deve ser de loucos. O único estranho entre os paises que se absteram é a Alemanha, de resto, nada de estranho, já que o Brasil na era Lula se aliou as ditaduras mais sanguinarias do planeta e com isso evitou que a ONU aplicasse sanções em ditaduras como as do Sudão que massacraou mais de 400 mil pessoas. Também é importante lembrar que essa na Libia é uma operação multilateral votada por 10 de 15 países pertencentes ao conselho de segurança.
Putz…..
É muito IBOPE, muita Globo.
O tal de Francis fez pesquisa no Egito e “descobriu” que mais do 70% da população aprova a “nova constituição”.
Ou foi você Francis que organizou o “plebiscito” no Egito que ratificou á nova constituição?
Tiberio Alloggio
PS
Vai pastar Francis…. é tua praia.
Tenho um empregado aqui, apelidado de Boto Branco, ele é um rapaz muito humilde, o pai dele trabalhava na fazenda de meu pai, este se aposentou; agora o filho continua trabalhando p/ mim, não como capataz mas como “Secretário de Assuntos Especiais” . O Boto Branco está cursando Direito, me orgulho de ser padrinho dele. Fiz ele ler o “bom texto” , KKkkk… ele disse q/ NÃO CONDIZ C/ A REALIDADE. O rapaz cursa o 3º ano da Universidade e começou a estagiar no Forum. Quando ele terminar, se tiver tudo ok c/ o meu espítrito , o mandarei p/ o exterior (NÃO P/ VAGABUNDAR! ) mas p/ continuar seus estudos. Quem tiver vivo, verá o caboco ribeirinho, Dr. Boto Branco. Eu c/ o pai dele, quando bem jovens, eramos parceiro de tiro, treinavamos matando barata a tiro. Hoje apostamos as médias q/ o rapaz consegue na Universidade. Milton Nobre, ex-Presidente do TJ-PA, numa das visitas a Stm-PA, o conheceu, ficou admirado do grau de concentração do rapaz e o orientou a fazer carreira como advogado pois é determinado . Olha lendo certos “textos” da a impressão q/ é de um aluno do ensino médio, não de alguém c/ diploma… Esse “texto…KKKkkkk…
Essa retórica de esquerda está ultrapassada. Os mui socialistas cucarachos chegam ao poder, roubam, nunca resolvem os problemas sociais dos países e sempre a culpa é do maledito imperio americano.
Esse discurso de tão antigo e retrógrado, beira a cafonice (já afirmei isso uma vez) . A verdade é que esses socialistas sulamericanos vivem pregando a tese franciscana, mas não gostam de pobre. São tecnocratas de gabinete com carpete e ar-condicionado.
Não precisou o Tibério usar seus dotes sociológicos para escrever a verdade, basta saber ler o que acontece ao seu redor e transformar em um bom texto.
Eu acrescento uma coisa: autorizar o bombardeio aqui do Brasil seria estratégico, depois faria o discurso na Cinelândia e tudo certo. Obama só esqueceu que o Brasil mudou, aqui não é mais palanque para presidente americano vir fazer discurso demagogo e populista, aqui não se dar mais golpe a partir da embaixada americana e de lugar nenhum.
Parabéns Tibério por mais um bom texto.
Chico Corrêa
Algumas poucas passagens do texto condizem com a realidade, mas na grande maioria fica latente a falta de conhecimento do tal sociologo, que faz uma “análise” rasteira e totalmente fora de rumo sobre um assunto tão espinhoso. Sem contar o viés ideológico que está sempre presente né mesmo.
Líbia: quando a ONU viola as normas
João Paulo Charleau
Acabou. O papel que as forças internacionais tinham a desempenhar na Líbia está perto do fim. Com o estabelecimento de uma zona de exclusão aérea e alguns bombardeios contra aviões e peças de artilharia líbias, a coalizão militar estrangeira pôs fim à ameaça declarada por Muamar Kadafi de promover um “massacre” contra os rebeldes e atacar “alvos civis”. Os caras bons protegeram a mocinha e salvaram o dia, certo? No direito, sim. Mas, na política, não é bem assim.
A Resolução 1973 do Conselho de Segurança das Nações Unidas de 17 de março de 2011 foi adotada para proteger os civis e impedir uma tragédia humanitária. E é possível dizer que este objetivo foi alcançado – Kadafi havia dito publicamente na véspera da reunião do Conselho que mataria civis e massacraria os rebeldes. O discurso, em si, já era um crime de guerra. Qualquer omissão da ONU diante desta ameaça seria inexplicável, imperdoável. Ao dizer o que disse há 15 dias, Kadafi teclou a senha que aciona uma resposta previsível da ONU. E nas vezes em que a ONU não reagiu dessa forma – em Ruanda, nos territórios palestinos autônomos e ocupados, na região sudanesa de Darfur e em muitos outros contextos – errou. Desta vez, diante da ameaça direta de Kadafi contra milhares de pessoas inocentes, o sistema acertou.
Mas a resolução do Conselho de Segurança não fala em mudar o regime, derrubar Kadafi ou apoiar as forças rebeldes. Aliás, a resolução não fala em “como” frear o que se anunciava como um massacre de civis. Ela simplesmente autoriza o uso de “todas as medidas necessárias” para atingir esse objetivo. Uma das razões que levou o Brasil a se abster na votação que aprovou a Resolução 1973 foi justamente a adoção de “todas as medidas necessárias”, um termo surpreendentemente vago para constar num documento desta natureza.
Agora, o presidente norte-americano, Barack Obama, diz que o “tirano” Kadafi – com quem os EUA e os demais clientes do petróleo líbio mantiveram relação cínica e conivente nos últimos anos – “perdeu a confiança de seu povo e a legitimidade para liderar”. Ora, já que estamos por lá, vamos derrubá-lo.
Será preciso um exercício de contorcionismo diplomático muito grande para encaixar a queda de Kadafi dentro do mandato estipulado pela Resolução 1973. Ou uma grande dose de arrogância e prepotência dos EUA, o que é mais provável. Basta ver a declaração feita ontem pelo presidente e Prêmio Nobel da Paz: “É verdade que a América não pode usar sua força militar onde quer que a repressão ocorra. Mas quando nossos interesses e valores estão em jogo, temos a responsabilidade de agir. Foi isso o que aconteceu na Líbia nas últimas seis semanas”. De outra forma: atacamos a Líbia para preservar nossos interesses. E se esses interesses ainda não estão protegidos? Sigamos com o dedo no gatilho.
Nova repartição colonial do mundo
Por Mauro Santayana
Nos últimos vinte anos, com a globalização neoliberal, o domínio dos paises centrais se tornou ainda maior. Razão teve Disraeli, o controvertido homem de estado britânico, ao dizer que as colônias não deixam de ser colônias pelo simples fato de se declararem independentes.
Esse domínio indireto por si só não lhes basta: querem retornar ao estatuto colonial escancarado. Ao perceberem os sinais de insurreição geral dos povos contra a opressão de seus prepostos, tomam a iniciativa da repressão preventiva. A doutrina da preemptive war de Bush continua vigendo, e é agora aplicada pela França e pela Grã Bretanha, sob solerte delegação de Washington.
Os norte-americanos bem intencionados, que votaram em Obama, descobrem que não podem mudar o sistema mediante o processo eleitoral. Como o grande presidente republicano e o mais importante militar do século passado Eisenhower denunciara e previra, quem domina o sistema é o complexo industrial-militar, hoje com o mando repartido entre o Pentágono e Wall Street.
O presidente Obama se assemelha, a cada dia mais, aos Bush. Embora seu objetivo final seja o mesmo, ele cuida de falar macio na América Latina, enquanto açula seus aliados contra a Líbia, no movimento da reconquista imperial do Norte da África. Tal como Tony Blair, no caso do Iraque, Cameron se dispõe ao dirt job. Conforme o semanário alemão Focus, comandos britânicos já operavam na Líbia semanas antes da oficialização da aliança.
O movimento pela re-colonização, por parte das antigas metrópoles, se desenvolve pari-passu com a globalização. E obedece ao discurso hipócrita de que, fora dos padrões católicos e protestantes da civilização ocidental, todos os povos são bárbaros e incapazes de autogoverno. A realidade é bem outra: a fim de manter o nível de conforto e de consumo dos países centrais, é necessário usar todos os recursos naturais e humanos da periferia. O espaço asiático de saqueio, no entanto, se estreita com o aumento da população e de consumo conforme os padrões ocidentais e o crescimento da China.
Mas há ainda o gás e o petróleo do Cáspio, pelos quais os americanos buscam controlar o Afeganistão e ameaçam o Irã. Manter os mananciais petrolíferos do Oriente Médio e do Norte da África é, em sua visão, essencial apesar de seu discurso hipócrita sobre o meio-ambiente. A mesma hipocrisia se revela na declaração de que não querem atingir Kadafi: seu complexo residencial foi atacado pelos mísseis de Obama, da mesma forma que Reagan o fez, em 1986, matando uma filha do dirigente líbio.
Ao mesmo tempo, é-lhes conveniente assegurar o suprimento de minerais e de alimentos, da América Latina e da África Negra. Ameaçados pela penetração dos chineses no continente africano, eles estão dispostos a jogar tudo, para a restauração de seu antigo domínio. E não faltam os sócios menores, os sub-empreiteiros do colonialismo, como os espanhóis e os italianos.
Os espanhóis, nessa nostalgia de Carlos V e Felipe II, se unem a Obama, a Cameron e a Sarkozy. Não há diferença entre Zapatero e Aznar: os dois são o mesmo, no esforço pela Reconquista da América do Sul. Os italianos são menos insistentes: sabem que com a queda de Kadafi, a Líbia não lhes será devolvida.
Os neocolonialistas tentam aproveitar-se de uma rebelião sem idéias, embora justa, contra a corrupção e o poder ditatorial nos países árabes. Mas seu êxito não é certo.
KKKKK…. Jeso … kkkKKK … tenho que rir ….. a amizade de vcs é… tão linda q/ me comove kkkKKKK…
Coisa ridicula e me admira muito do … ah os dois (o tal sociologo e o dono do blog) são parceiros de … são amigos!!! Legal!!! Por um “texto” (VERBORRÉIA) desse falando de um tema de suma importância, o cara deveria no mínimo pesquisar. Todo mundo sabe q/ a guerra q/ está ocorrendo na Líbia deve-se fundamentalmente por causa do sistema ditatorial q/ há naquela área. O mundo atual, não aceita mais ditadores!!!!! Vim dizer q/ os EUA criaram aquele banho de sangue por causa do petróleo é muito ser cara de pau!!!!! Vai estudar o tema , o tal sociológo. Olha tenho amigos de todo tipo, mas não misturo alho c/ bugalho, procuro evitar q/ passem vexame ,assim como nos momentos q/ me exponho nenhum dos meus deixa eu me expor ao ridículo. Jeso, me desculpe mas hoje esse teu amigo bateu o recorde das asneiras. É o q/ dá querer dar uma de intelectual…
Pô, Ademir, vc. precisa contextualizar os fatos. Isoladamente assim como vc. faz, as asneiras serão certas, como as que vc. acabou de escrever.
Teus comentarios sempre “viciados” , “previsiveis” , “tendenciosos ” e “preconceituosos” ….. a propria população Libia rebelde pedindo os bombardeios e o Ptibério aqui criticando, mais isso foi invenção da midia né ?!!!
A palmatoria do mundo és tu Ptibério
Se vivessemos nesses regimes ditatoriais jamais poderiamos realizar
essa troca de idéias. O debate é sempre salutar para aprendermos coisas novas
e não ficarmos estagnados vendo “a banda passar”.
Como dizia Raul Seixas “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Já pararam para pensar que nem PT nem PSDB muito menos o DEM ex PFL é o mesmo de 10 anos atrás? É só um exemplo didático de como as coisas evoluem e se transformam, não é mesmo jeso?
Tibério, você só esqueceu do apoio da Itália, aos ataques a Líbia, tida agora como “traíra” pelo Gadaafi.
abs..
Proponho um debate de um determinado tema entre o Tibério e o Júnior perante uma plateia, no estilo do debate de Lutero e Dr. Eck na universidade de Leipzig em 1529. Um especie de “arena intelectual”.
AGORA QUERER QUE OS EUA LUTEM POR NOSSOS INTERESSES É QUERER DEMAIS .
SE OS BRASILEIROS NÃO LUTAREM POR NOSSO PAÍS OS OUTROS PAÍSES NÃO VÃO FAZER POR NÓS, SE NÃO HOUVER MAIORES INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO, INFRAESTRUTURA E REFORMAS. ETC
NÃO VAMOS CULPAR O IMPÉRIO AMERICANO NEM NINGUÉM , POR NOSSAS INCOMPETÊNCIAS , JEITINHOS E CORRUPÇÕES.
O BRASIL ESTÁ VIVENDO UM MOMENTO ÚNICO EM SUA HISTÓRIA. OU RESOLVE SER DESENVOLIDO, PROGRESSISTA E JUSTO COM OS PARCEIROS CERTOS OU SE CONDENA A SER O PAÍS DO FUTURO QUE NUNCA CHEGARÁ AO NÍVEL QUE TODOS NÓS DE BEM QUEREMOS E SABEMOS QUE PODE CHEGAR.
CONCORDAM?
Tiberio…Tiberio..Tiberio,
Putz grilo,,,,,, sinceramente coaduno “”Quase”” que totalmente com vossa opinião.
TENHO “”divergênciaS” MIUDAS
TODA FORMA DE DITADURA DEVE SER COMBATIDA.
PARECE ÓBVIO.
A DEMOCRACIA E O CAPITALISMO PODEM NÃO SER PERFEITOS, MAS SÃO DE LONGE
MELHOR QUE DITADURA E COMUNISMO.
NINGUÉM AGUENTA MAIS PRESIDENTES ETERNOS! E REGIMES QUE PRIVILEGIAM UMA MINORIA COMO EXEMPLO: VENEZUELA, CUBA, CORÉIA DO NORTE, IRÃ ETC.
UMA VEZ UM CUBANO ME DISSE ” DE QUE ADIANTA TODOS NÓS SABERMOS LER SE NÃO PODEMOS LER O QUE QUEREMOS”.
NÃO TEM COISA MELHOR QUE A LIBERDADE E PODER DE ESCOLHA, O RESTO É RANÇO COMUNISTA E MÁ FORMAÇÃO INTELECTUAL.
Difícil comentar esse amontoado de bobagens, recheado com retórica “démodé”; só gostaria de dizer-lhe que se seu mistagogo (lulla) vai sim chorar pelo Kadafi, da mesma forma que choraria pelo Fidel e pelo Chavez.
Junior, que crítica “démode”, inócua, vazia essa sua. Onde a bobagem, onde a retórica “démode”?
Tá certo sr. Jeso, é um texto claro, coerente, conciso, articulado, com idéias de vanguarda, até parece rascunho de discurso de um certo presidente sul-americano.
E o melhor de tudo: dessa vez parece que não é plágio.
Agora por favor não me pergunte onde clareza, coerencia, articulação e idéias de vanguarda tá?
A emenda, Júnior, ficou pior que o soneto. Vc. se superou. Parabéns!
Junior reconheço que o PTiberio muitas vezes vai alem do bom censo para defender sua paixão pelo PT, mas precisamos ser justos, analisando o texto por seu conteúdo e não pelo histórico do autor. O texto está bom, mesmo achando o Kadaffi um sacana, a líbia assim como o Iraque da década de 80 gozava até ontem de uma das melhores qualidades de vida do continente, hoje está ferrada e tudo indica que o amanha será pior. Você deve fazer parte dos que caíram na conversa da mídia e apoiaram a invasão do Iraque e hoje é incapaz de perceber que estava errado. O velho papo da classe media alienada.
Falta bom “censo” (hua) a vc.
Não há nem como tirar conclusões desse texto, o autor sequer decide se é a favor ou contra, fala até de guerra ideológica por petróleo, pode?
Não apoiei nem caí em conversa de mídia pela invasão do Iraque, até porque a conversa foi da CIA, e não faço parte de nenhuma classe alienada. Tenho SENSO crítico!
O interessante é que vc reivindica que as pessoas tenham senso crítico, mas não expõe direito nem a sua própria crítica ao artigo. Falar é fácil, pensar é que é difícil.
Pablo,
Como disse no 1º post, é difícil comentar à respeito do texto em questão. É tão cheio de equívocos e cliches que só me ocorre uma palavra: Lamentável.
Acho até que o próprio autor já arrependeu-se da abordagem infeliz, pois sequer replicou alguma crítica.
Pense nisso…
Junior,
Como sempre não comentou nada.
Apenas referiu-se a “esse amontoado de bobagens, recheado com retórica “démodé”; só gostaria de dizer-lhe que se seu mistagogo (lulla) vai sim chorar pelo Kadafi, da mesma forma que choraria pelo Fidel e pelo Chavez.
Está óbvio que o seu QI está bem abaixo da média
Enfim….
Vai pastar tambem
Tiberio Alloggio
Parabens pela réplica, bem ao seu estilo e condizente com seu QI.
Alguém lá em cima já lhe disse onde pastar, porém vou dar uma sugestão:
-Vai pastar no Maranhão, lá tem muitas plantações do que lhe apetece!
Smoke gets in your eyes…