por Evaldo Viana (*)
Ignorância ou má fé é o que pode explicar, ao menos parcialmente, as opiniões dos senhores Edmilson Rodrigues, deputado estadual e ex-prefeito de Belém, e do Sr. Zenaldo Coutinho quando se põem a espancar impiedosamente a verdade ao manifestarem-se sobre a criação do Estado Tapajós e Carajás.
Nos vídeos que podem ser vistos acessando os links https://www.youtube.com/watch?v=GkD8Lfb3sIA e https://www.youtube.com/watch?v=gnzW4j6KZWs o leitor se defrontará com as mentiras e imposturas desses deputados, que têm o dever de conhecerem a verdade, de não ignorarem os fatos e, mais ainda e sobretudo, o dever de dizer ao povo a verdade.
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Seria injurioso supor que os senhores deputados são ignorantes, que não conhecem sobre o que falam e que não têm ou detêm informações reais, precisas e fidedígnas sobre Estado do Pará e os futuros Estados do Tapajós e Carajás, pois é sabido, que tanto um quanto o outro tem um elevado número de assessores pagos para lhes fornecerem relatórios circunstanciados sobre os mais variados assuntos ou pelo menos sobre os mais importantes.
Então, é de se concluir que as inverdades que expelem quando falam do Tapajós e Carajás não resultam da ignorância, mas sim de um deliberado, orquestrado e muito bem organizado e sistematizado propósito de iludir, de escamotear, de sonegar a verdade e de enganar a opinião pública através de imposturas e mentiras com o sórdido objetivo de criar junto ao povo da região metropolitana de Belém uma certa repulsa ao legítimo direito que o povo do Tapajós e Carajás tem de cuidar da sua própria vida.
E do volumoso feixe de imposturas muito bem tecido e amarrado pelos senhores deputados, uma mentira se destaca: a alegação de que haverá aumento global das despesas com a manutenção das casas legislativas dos estados do Tapajós e Carajás.
Analisemos, pois, a alegação falaciosa dos deputados, submetendo-a a luz dos fatos.
O custo de manutenção da Assembléia Legislativa do Pará é um dos mais elevados do Brasil, perdendo apenas para as de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas gerais, Bahia e Distrito Federal.
As despesas com a manutenção da Alepa, em 2005, somaram R$ 134,29 milhões; em 2006 foi a R$ 146,71 milhões; em 2007 escalou R$ 164,10 milhões; em 2008 saltou para 224,62 milhões, em 2009 R$ 231,70 milhões e em 2010 R$ 275,79 milhões.
Vê-se que as despesas aumentaram de 2005 a 2010, em termos absolutos, em R$ 141,50 milhões, ou, em termos relativos, 105,36%.
Isso quer dizer que as despesas da Alepa em 2010 correspondem ao dobro do que era gasto em 2005? Ainda não. Vamos atualizar os valores correntes de 2005 para 2010.
Se atualizarmos pelo IGP-M os valores de 2005, teríamos uma variação acumulada de 34,43% que, aplicados sobre R$ 134,29 milhões de cinco anos atrás, daria em 2010 R$ 180,52 milhões.
Considerando que em 2010 a Alepa custou 275,79 milhões é razoável supor que a esta casa de leis, à qual pertence o Sr. Edmilson Rodrigues e que já foi comandada pelo Sr. Zenaldo Coutinho, foram destinados pelo menos R$ 95,0 milhões a mais do que o necessário para que os senhores deputados tenham suas regalias e mordomias de 2005 devidamente corrigidas e preservadas.
Mas onde estavam os senhores deputados Edmilson e Zenaldo que não atentaram para o aumento exorbitante das despesas com a Alepa? Por que não se mobilizaram e não conclamaram suas correntes políticas a lutar contra repasses mais do que generosos à esta casa de leis? Por que não argumentaram junto aos senhores deputados que seria mais do que suficiente a correção ano a ano, pela inflação oficial, para que o valor real do duodécimo fosse preservado?
Os senhores deputados podem alegar que a majoração em tal proporção resulta de imperativo da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que vem estipulando nos últimos anos que à Assembléia Legislativa cabe 3,21% das Receitas Orçamentárias líquidas resultantes de impostos.
Essa alegação seria, evidentemente, das mais cretinas e repulsivas, pois quem decide o percentual de repasses À ALEPA, em última instância, são os senhores deputados.
Como não há notícias dando conta de que um dia Zenaldo Coutinho e Edmilson Rodrigues se manifestaram protestando energicamente em relação aos repasses exorbitantes que o governo estadual faz à Alepa, fácil concluir que a preocupação desses deputados ao se pronunciarem convulsivamente contra a criação do Estado do Tapajós absolutamente nada tem a ver com o aumento das despesas públicas.
Mas não é o aumento das despesas públicas com a criação e manutenção de mais duas casas legislativas o principal argumento de Edmilson e Zenaldo ao justificarem suas posições contra a criação do Tapajós e Carajás? Sim, e um falso argumento lastreado numa monstruosa mentira, pois a criação de mais duas assembléias não resulta, como alegam os deputados, em aumento de despesas.
Antes de mostrarmos detalhadamente a nossa tese e provarmos que os senhores Zenaldo e Edmilson fundamentam seus argumentos em mentiras, façamos uma breve simulação de quanto seria o repasse do governo do estado à Alepa, caso a cota a que o Estado do Pará tem direito aumentasse 5,1 pontos percentuais, ou seja, passasse dos atuais 6,1% para 11,1% do montante global do FPE.
SIMULAÇÃO DE CÁLCULO DE PARCELA DEVIDA A ALEPA COM A COTA DO FPE MAJORADA PARA 11,2%*
i) Receita resultante de impostos:
a) Cota-parte do FPE (11,2%): R$ 6,61 bilhões
b) Impostos (ICMS, IPVA…:R$ 6,30 bilhões
Total ( a+b)= R$ 12,91 bilhões X 3,2168% = R$ 415,28 milhões
Este seria o valor a ser repassado a ALEPA, nos termo da LDO de 2011, caso o FPE sofresse majoração em 5 pontos percentuais, que, somados à cota atual de 6,1 totalizaria 11,2.
Mas por que 11,2 e não 6,1? De onde vêm os 5,1% a mais do FPE? Vem da soma dos FPE,s dos três estados. O Pará remanescente perderá 1 ponto, caindo de 6,1 para 5,1. O Estado do Tapajós terá direito a uma cota de 4,2% e o Carajás ficará com 2,0%.
Premonição? Clarividência? Adivinhação? Não, apenas cálculo com base no CTN e na Lei Complementar 62/89, cujas diretivas inescapavelmente serão adotadas pelo Congresso nacional quando aprovar a próxima Lei complementar sobre o FPE.
Bom, agora vamos tripartir o estado do Pará e criar três assembléias legislativas: a do Estado do Tapajós, com 24 deputados (1 de Faro, 1 de Terra Santa, 1 de Jacareacanga, 1 de Aveiro, 1 de Curuá, que nunca elegeram antes um deputado); a do Carajás, também com 24 deputados e a do Mãe Pará, com 30 deputados.
1) Considerando que o Estado Tapajós terá direito a 4,22% do FPE ( o equivalente a R$ 2,52 bilhões)e uma receita própria estimada em R$ 780,0 milhões (9,81% do PIB já com o impacto da criação do Estado), a receita dessas duas fontes totaliza R$ 3,3 bilhões.
Aplicado a esse montante o que determina a LDO paraense de 2011( uma hipótese improvável tendo em vista que o correto e justo seria excluir da base de cálculo os 20% do FUNDEB, os 12% do SUS e o montante transferido aos municípios), teríamos então R$ 106,15 milhões.
2) Vamos agora às receitas do Estado do Carajás. O PIB dos 39 municípios que comporão o futuro Estado totaliza (2010) R$ 19,52 bilhões. Considerando que as receitas próprias representam 9,81% do PIB, o Carajás, de receitas próprias, terá algo em torno de R$ 1,92 bilhão, que somado a R$ 1,2 bilhão da cota do FPE a que tem direito (o Carajás, embora tenha uma população superior ao Tapajós, terá direito a apenas 2,0% do FPE em razão da renda per capita dessa população, que é de R$ 12.497,66, enquanto que a do Tapajós é de apenas R$ 5.321,00) chega-se a R$ 3,12 bilhões.
Pelo critério da LDO/2011, retira-se desse total 3,2168%, o que corresponde a R$ 100,36 milhões
3) E a Alepa, a quanto terá direito, após a criação da Aleta e da Aleca?
Inicialmente, vamos definir a cota do FPE do Estado Mãe. Levando em conta a área territorial, a população e o inverso da renda per capita, o Pará terá direito a 5,1% desse fundo, que corresponde (valores projetados para 2011) a R$ 3,06 bilhões. Já a receita própria pode-se calcular excluindo-se do projetado para 2011 ao montante que em tese seria a do Tapajós (R$ 650,00 milhões) e a do Carajás ( R$ 2,14 bilhão), chegamos a R$ 3,46 bilhões de receitas Próprias de impostos, que somadas ao FPE totaliza R$ 6,52 bilhões.
Retirando desse total os 3,2168%, obtemos R$ 209,73 milhões, que seria o valor a ser repassado à ALEPA, nos termos da LDO/2011.
Apenas rememorando, sem a criação dos novos estados e com um aumento hipotético do FPE em 5,1 pontos percentuais a ALEPA custaria R$ 415,28 milhões.
Com a tripartição os montantes a serem repassados às três assembléias totalizam R$ 416,24 milhões.
A diferença de aproximadamente R$ 1,0 milhão deve-se às naturais imprecisões e dificuldades em se definir com precisão as receitas próprias de impostos das três unidades federativas.
Observe o leitor que o montante devido À ALEPA, assim como às três AL,s é muito elevado e isso é conseqüência da irracionalidade no cálculo dos repasses que não excluem o FUNDEB, o SUS e as cotas de ICMS e IPVA devido aos municípios.
Agora, o que dirão os senhores deputados quando descobrirem que foram flagrados numa odiosa e repugnante mentira?
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* Nascido em Alenquer, é servidor público federal. Escreve regularmente neste blog.
Leia também dele:
Tapajós tem direito, sim, a R$ 2,5 bi.

depois de tanto tempo, foi provado a verdade: NINGUÉM gosta de separatistas….
É hora da emancipação;
“Meu filho atingiu a maioridade.
Meu filho se formou.
Adeus filho amado.
… Vote SIM pelo Estado do Tapajós”. para a região Amazônia se desenvolver.
Adeus miséria, bem vindo ao maior projeto de desenvolvimento.
Estado do Tapajós Já.
meu filho ganha muito pouco, não tem sequer condições de se sustentar.
Vai me mandar a conta todo mês.
Essa é a situação do “Tapajós”.
O Estado do Tapajós já existe.
O Estado do Tapajós e Carajás, mesmo divididos, estarão juntos como uma familia e mais fortes por uma região Norte mais fortalecida com maior representatividades no cenário político brasileiro, DIGA SIM para a multiplicação, diga sim para o desenvolvimento do Pará,sou de Belem mais não sou egoísta e nem burro,tenho a certeza que o Estado do Pará, será o maior beneficiado com a multiplicação.
SERVIDORES PÚBLICOS E APOSENTADOS SERÃO INCORPORADOS PELO ESTADO DO TAPAJÓS
Criação do estado do Tapajós: Como fica a situação dos servidores públicos?
Desde que surgiu o projeto para a criação do Estado do Tapajós, muitos são os questionamentos que a população do oeste do Pará se faz. Diante disso, o blog geosociedade.com resolveu responder semanalmente essas inquietações. Para responder a nossa primeira dúvida, conversamos com o senhor Orlando Pereira, membro da Comissão de Integração do Instituto Cidadão Pró Estado do Tapajós (ICPET)
GS: Como ficará a situação dos servidores públicos do estado do Pará com a criação do Estado do Tapajós?
Orlando: Eles serão incorporados,imediatamente, ao novo estado na condição que ele estiver como concursado ou contratado. Os concursados são efetivos, não tem dúvida; os temporários, os contratos depois serão desfeitos ou refeitos com a criação do novo estado. É bom lembrar que a Constituição Federal dá amparo legal a todos servidores públicos estaduais, possibilitando a eles a escolha de ficarem na região em que for criado o novo estado.
Pergunta: Existirá perdas para esses servidores com a criação do novo estado?
Orlando: Não. Pelo contrário, qual é o estado que menos remunera os servidores públicos? Estado do Pará. Então só vamos evoluir na condição de um estado novo que dê uma remuneração melhor para os seus funcionários a exemplo de Tocantins, de Roraima que são estados que pagam melhor os seus funcionarios.
Segundo o senhor Orlando, essas dúvidas estáo surgindo porque grupos polĩticos contrários disseminam na população ideias negativas, medo de perdas com a criação do estado do Tapajós.
“O Estado do Tapajós é mais que um sonho para nós, é acima de tudo uma luta por mais justiça e igualdade social. desenvolvimento, infra estrutura e melhores condições de vida mais digna.
O Estado do Tapajós precisa ser emancipado, digo ao Zenaldo, queremos nossa autonomia, por isso o povo deve dizer SIM para um futuro melhor.
ANTONIO Valentim
SOU um paraense de Belém, que há dois anos mora no sudoeste do Paraná. Não me considero menos paraense por isso. Por saber do abandono por que passa o povo do oeste paraense, sou plenamente favorável à criação do Estado do Tapajós.
2Vizinhos – PR
Eleitores devem tirar o título com urgência, até 11 de setembro, regularize sua situação na cidade em que vive. Não deixe para última hora. Inclusive a população do MST também deve tirar o título para apoiar essa causa. Zenaldo Coutinho já está tentando conquistar a simpatia do MST para boicotar o movimento de emancipação.
OLÁ BOA TARDE GOSTARIA DE SABER SE FOR DIVIDO O ESTADO DO PARÁ NOIS FUNCIONARIOS DO BANPARA PODEMOS VÃO NOS APROVEITAR NO GOVERNO POIS ESTAMOS LOTADO NA REGIÃO DO CARAJAS SIM OU NÃO POIS TENHO DUVIDA SOMOS CONCURSADOS MAIS NO REGIME CLT, TENHO ESSA DUVIDA POIS SE FOR IREI FAZER CAMPANHA ONTEM.
OBRIGADO PELA INFORMAÇÃO.
Caros irmãos do Estado do Tapajós.
Quando era um jovem menino, na minha cidade de Óbidos, meu pai, seu Laureano-sapateiro, filho de Santarém,já falava com entusiasmo e alegria, sobre a criação do Estado do Tapajós.
Se nosso bravo povo, disser SIM, no plebiscito do dia 11 de dezembro, certamente estaremos realizando uma prova de respeito à memória dos nossos saudosos ancestrais, que tanto sonharam com a criação desse Estado.
DEUS abençoe a todos vocês do Comitê Pró-Tapajós.
QUEREMOS A EMANCIPAÇÃO, QUEREMOS NOSSA LIBERDADE, PEÇO AO POVO DE BELÉM QUE NOS DEIXE SEGUIR NOSSO CAMINHO, SERÁ PARA O BEM DA REGIÃO, SERÁ BOM PARA O PARÁ REMANESCENTE, SERÁ O DESENVOLVIMENTO DE TODA A REGIÃO AMAZÔNICA.
O endiabrado e eloqüente, Zenaldo Coutinho está a todo vapor contra a liberdade do povo de Carajás e Tapajós.
O inimigo número 1 da liberdade não medirá esforços para acabar com o sonho de liberdade e emancipação dessa região.
É preciso derrubar esse ditador contra a liberdade do povo que quer se emancipar.
Além do SIM ao Estado do Tapajós, precisamos convencer o belenense a votar SIM a emancipação do Estado do Tapajós. Ser]ao os belenenses que irão decidir esse plebiscito, por isso é para eles que precisamos direcionar nossa campanha. O Pará remanescente precisa entender que também sairá ganhando. com a criação de 3 novos estados.
Sou totalmente a favor, sim, pelo ESTADO DO TAPAJÓS e CARAJÁS. . As cidades , como Alenquer, Monte Alegre, Prainha, Almeirim, Oriximiná, Santarém, são cidades totalmente diferente do Pará que você conhece. Essas cidades, pertence ao Pará DAQUÍ. Essas cidades, são atrasadas, são feias, pararam no tempo; diga-me, uma grande obra que o governo do estado do Pará realizou nos últimos 30 anos, por exemplo, na cidade de Prainha?? Fale-me, qual foi a última grande obra realizada na cidade de Alenquer??? Diga-me o nome de uma grande indústria que o Governo do Pará incentivou para se instalar no Pará DAQUÍ. A fábrica de coca-cola do Pará DAQUÍ, quebrou, baixou as portas. O Oeste do Pará é ESQUECIDA pelos políticos paraenses, que são contra o desenvolvimento da nossa região. Você fala que o Pará será o um dos mais importantes estados brasileiro. Eu acho que o Pará já é um dos mais importantes estados brasileiro. Só que é o Pará DAÍ. Não é o Pará DAQUÍ. O Pará DAQUÍ é pobre.
Todas essas reservas minerais que você se refere, o Pará já tem a muitos anos e nunca trouxe benefício para nós que somos do Pará DAQUÍ. O dinheiro vai para o governo do Estado. E têm mais, essas reservas, que você se refere, estão em sua maioria nas terras do Pará DAQUÍ. Você fala que quando foi secretario de transportes do governo Ana Julia, andou por todo o Estado, asfaltando rodovias… Só se foi no estado do Pará DAÍ. Porque no Pará DAQUÍ, não foi: Diga-me o nome da rodovia que você asfaltou aqui em Santarém????
Por final, quero dizer que realmente um povo unido, jamais será vencido. Então deixa o povo do ESTADO DO TAPAJÓS E CARAJÁS se unir também.
Como todos sabem essa campanha não é partidária então recursos por partes de partidos serão poucos, então acho que cada um de nós, seja eu como empresário, seja você como blogueiro, seja outro como comerciante, seja vendedor, seja o fazendeiro, ou seja todos vão ter tirar dinheiro do bolso em favor da nossa tão almejada emancipação estadual.
sso é sério, não espere que exista campanha sem dinheiro que não haverá, o plebiscisto está proximo, bem próximo e se não chegar a todos principalmente no Novo Pará, através de um trabalho de formiguinha, que não custa barato, apelo para que o você através deste respeitavel Blog, abrace mais esta causa, contacte o Instituto e repasse para os milhares de leitores desse Blog a formar com que cada um poderá ajudar nessa imensuravel luta……..SIM TAPAJÓS, SIM CARAJAS, SIM NOVO PARÁ!
Zenaldo Coutinho, Ganso, Fafá de Belém e outros mais são estrelas, ricos e nem fazem ideia da realidade em que vive a população do interior do estado em que nasceram. Com eles ou sem eles, aliás é melhor sem eles, vamos conquistar a nosssa liberdade. Viva o povo humilde do Pará, viva a liberdade, viva os estados do TAPAJÓS e do CARAJÁS.
Me preocupa, também, o rumo do debate.
Sou do Pará que remanescerá menor e melhor.
Nasci e moro por estas bandas. Sou plenamente favorável ao redesenho geográfico.
Não tenho dúvidas que os três novos estados ganharão com isso.
Se a população do Tapajós e Carajás tiver ampliada, ao menos, a possibilidade de participar, pressionar, vaiar, espernear, criticar seus representantes, mais de perto fisicamente, olho no olho, já me contento com a mudança.
De Santarém ao Palácio dos Despachos são longos 5 dias de barco. Do aeroporto do Carajás à Assembleia Legislativa vai mais de uma hora de avião. Esse meio de transporte pelo preço, aquele pela demora, afastam a população de baixa renda de qualquer participação nos rumos do estado.
Alguém perderá com a reorganização?
Sim, os grandes estados, que terão repasses da União diminuídos.
Não é atoa que a Folha e outros jornais de grande circulação estão antecipando campanha contra a divisão.
Apontem qualquer liderança política ou empresarial dos estados do sudeste que seja favorável ao rearranjo!
Nem mesmo sob uma arma na cabeça, Sérgio Cabral e Geraldo Alkmim apoiam a reorganização político territorial do Pará.
Haverá, de imediato, ampliação montante de recursos públicos, na hipótese de divisão, por diminuição ( redistribuição no repasse da União para os estados) da cota dos demais estados ( sul, sudeste e nordeste).
Isso é distribuição de renda!
Isso é diminuição de diferenças (intra e inter)regionais!
Não é isso, afinal, que todos queremos???
Ou seja, os valores públicos per capta dos moradores dos três novos estados, unidos, aumentará no dia seguinte, comparativamente ao Pará, como é hoje.
Embora haja risco remoto de diminuição da renda pública per capta do Pará remanescente, não posso ser perverso, egoísta no meu voto. Sou humanista e não vou dizer: “se eu não ganho, ninguém ganha!”
Divulgue meu blog criado com a intenção de convencer meus colegas daqui da região metropolitana de Belém e nordeste do Pará
https://www.maiorparamelhor.blogspot.com/
Um grande abraço, e viva os três novos estados!!!!
Os belenenses estão atirando para todos os lados, apelando para artistas e jogadores, o SIM deve convidar o povo, pois esse é o que sente na pele a falta de politicas publicas na nossa região oeste.
Vamos lá já foi esse tempo de escultar opinião de Zenaldo Coutinho ele não tem propriedade de causa vão pelo s impostos do Estado do Tapajós e Carjás.
Filhos do Tapajós e do Carajás, guardem bem este nome: ZENALDO COUTINHO. Sem mover uma palha pelas duas regiões e sem ao menos conhecer a realidade delas, esse senhor se coloca como maior inimigo do sonho de liberdade do povo tapajoara e carajá. Diga não a ZENALDO e SIM aos estados do TAPAJÓS E CARAJÁS.
Comentário: Zequinha Franco
Eu penso que esse momento é de união pela criação do Estado do Tapajós. Maria do Carmo e Lira Maia, todos sabemos que sempre foram adversários de interesses políticos, mas estão mostrando muita inteligência e sensibilidade com a causa de criação desse novo estado. Como disse o anônimo: Todos devem estar unidos nessa luta pela criação do Estado do Tapajós. Eu como filho e morador dessa região esquecida pela falta de investimentos dos governantes ao longo da historia desse Estado, vou fazer minha doação com muito orgulho de R$ 6,00 para o Instituto SIM ao Tapajós custear as despesas da campanha. Quero aqui expor meu sentimento dizendo que toda a população ganha com esse projeto de crescimento da Amazônia! Quem perde são os políticos viciados que nada fizeram ou quase nada pelo povo que mora, trabalha e estuda nessa imensa região! Concluo dizendo que todo e qualquer custo para a criação desse tão sonhado Estado do Tapajós é investimento para o fortalecimento da Amazônia e do Brasil.
O ESTADO DO TAPAJÓS NÃO É PARÁ.
Comentário:
Luiz Alcarde.
Quando queremos emancipar do Pará , não é somente por causa do desgoverno estadual e sim também porque o próprio paraense do Pará é diferente do paraense do Estado do Tapajós…
A história do Pará é diferente da história do Tapajós…
E por último porque a nossa permanência agregada ao Pará foi imposta por séculos…… mais já está acabando!!!
Zenaldo Coutinho, contrata o jogador Ganso, da seleção brasileira e a cantora Fafá de Belém.
A furia do braço direito do governador Jatene não para por aí, ele fará de tudo para impedir a
emancipação.
A furia de Zenaldo só vem provar que o Estado do Tapajós é viável.
E ainda tem a cara de pau de dizer que há abusos da frente de emancipação do Tapajós e Carajás.
Ele sim comente abusos com o dinheiro público do Pará.
Zenaldo , dessa forma, assume que o Estado do Tapajós é viável.
O Estado do Tapajós só tem a contribuir para o desenvolvimento da região norte., por isso é que queremos o desenvolvimento de toda a região do Pará que será transformado em mais 3 estados, firme , forte, unido, com administrações própria e governos centralizados em suas três novas capitais, Belém, Santarém e Marabá. 3 governadores na região terão mais força que um. Será o fim da hegemonia do eixo São Paulo- Rio de Janeiro.
A GUERRA ESTÁ DECLARADA !!!!!
Não dividir o Pará é a melhor alternativa
Sergio Pimentel está articulando uma frente contra a criação dos novos estados.
A ACP também.
Assim como Zenaldo Coutinho idem.
A ideia é organizar as frentes e as campanhas que mantenham o estado como é, grande e forte.
Ao contrário do que o senhor Duda Mendonça espera, que veio em nossa casa achando que sua campanha é tão boa que ninguém nem vai contestar, o sangue cabano – como disse um publicitário amigo meu – não deixará que isso aconteça.
Não dividir o Pará é a melhor alternativa. Esse é o mote da campanha que já está sim sendo preparada, pensada, organizada.
E que vai mostrar ao publicitário baiano porque a propaganda paraense é considerada uma das melhores do país.
O ESTADO DO TAPAJÓS VAI SE MANTER VIVO.
Comentário:
Ederson Costa Pereira diz:
A espera do resgate da ilha dos desesperos pode está chegando ao fim, é assim que vivemos a anos em uma ilha, sem o minimo de recursos para se manter vivo, no meio de feras que engole nossas esperanças e nossos sonhos, querendo ali construir uma jangada para fugir da ilha mais ao mesmo tempo se teme o mar e seus perigos, mais mão podemos temer a nada nesse momento oportuno, vamos nos atirar nesse mar perigoso e ter a certeza que vamos encontrar a salvação e a libertação, vamos correr esse risco ao ter que morrer esperando esse resgate que nunca chega, viva a duas mais novas estrelas dessa federação, TAPAJÓS E CARAJÁS, E QUE DEUS NOS ILUMINE NESSA CAMINHADA, POIS ABENÇOADOS JÁ SOMOS.
Acre e Amapá geraram mais emprego na região Norte
Foi o que revelou os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados nesta terça-feira (19) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupy. Na região Norte, Acre e Amapá geraram, respectivamente, 939 e 652 vagas no mercado de trabalho. Os outros estados recordistas são: Rio de Janeiro (19.756), Bahia (11.767) e Mato Grosso (9.832). São Paulo (61.208) e Minas Gerais (45.021) foram os líderes em números absolutos.
Segundo o ministro, o crescimento da geração de empregos formais no segundo semestre de 2011 será superior ao do mesmo período de 2010, de cerca de 1 milhão –o número exato ainda será divulgado, porque o ministério mudou o cálculo e passou a informar as revisões em dezembro de 2010. Ele prevê que as novas oportunidades podem chegar 1,6 milhão.
O ministro afirmou que o Brasil continua com “uma das taxas de rotatividade mais altas do mundo”, ao registrar 1.781.817 admissões e 1.566.424 demissões em junho.
Para o ministro, o número elevado de contratações no setor agrícola em junho, que registrou 75.227 mil postos, está ligado à expectativa positiva de quebra de safra neste ano.
Dentre as 27 unidades da federal, 23 apresentaram elevação de salário no primeiro semestre. Os melhores resultados ficaram com Paraná (6,55%), Pernambuco (5,27%) e Amapá (4,12%).
Os senhores deputados que são contra a criação dos novos estados não conhecem a realidade do Oeste do Pará. Vejamos:
Saúde: Se em Belém este serviço já é precario, imaginem srs. deputados nas cidades do Oeste do Pará e seus interiores. Mulheres, jovens , de meia idade e idosas que nunca fizeram um exame de mama, do útero etc homens que nunca fizeram um exame de próstata por não existir esses serviços no interior.
Educação: Senhores Dep. andem pelas estradas que cortam o Oeste do Pará. Vão ver famílias inteiras de analfabetos. Famílias sem perspectiva alguma de melhorar sua condição de vida.
Transporte: Srs. Dep. façam uma viajem pela Transamazônica nos meses de Janeiro a Junho, para voces virem as condições das estradas, entrem na Rodovia dos madeireiros – Uruará-Santarém) e vejam as dificuldades das pessoas que lá moram.
Emprego: Srs. Dep. Os jovens têm que sair dessa região por não encontrarem meios de sobreviver, já que existem poucas industrias para absorver a mão-de-obra.
Energia: Não tem industrias, porque não tem energia firme, principalmente na Calha Norte, e, sem energia os empresários não, podem investir naqueles municípios.
Enfim, Srs. Deputados, vocês não têm competência para administrar um estado da dimensão do Pará. Quem n~çao sabe administrar uma grande empresa, administra uma pequena, quem não sabe adm. uma pequena, vai para uma menor ainda, ou vai ser empregado.
É o que aconteceu no Pará. Só tiveram olhos para o Nordeste e Sul do Pará.
Um abraço
SEREMOS 3 ESTADOS POBRES SE FOSSE POR ISSO SERGIPE ERA PARA SER O MELHOR ESTADO DO BRASIL…………………………….DIGO NÃO A DIVISÃO DO ESTA DO DO PARÁ……..
Não percebes que o tamanho terriotiral do Estado não é fator determinante para progresso e desenvolvimento? Não vês que há estados grandes que são muito pobres (Pará) e outros pigmeus que também são igualmente pobres como Serggipe e Piaui? Não sabes que há estados enormes enormes como São paulo que são muito ricos e outros pequexitos que também são igualmente ricos como o Paraná? E agora, que que tamanho territorial tem a ver com a causa que o povo tapajônico defende?
Xiii , já vi que os cálculos e os números desses deputados manipuladores de números é tudo uma farsa e uma mentira. Ser Zenaldo e Sr. Edimilson, os senhores nunca mais serão eleitos na região do Tapajós, porque os senhores deveriam ser os pais do Pinoquio. O povo sente no bolso a miséria da região, e não vai ser esses deputados maquiavericos que irão convencer o povo com números que não dizem nada, cálculos manipulados para enganar os que tem menos estudo. A realidade é que a região do Tapajós é esquecida, é a teta das vacas da eleite de Belém. O povo quer desenvolvimento e progresso na região, o que vocês senhores Zenaldo e Edimilson não foram capazes de fazer na região por isso queremos a emancipação do Estado do Tapajós.
De novo esse senhor incorre no mesmo erro de se esquecer de escala de percentual só vai até 100.
Falem para ele que quociente (esse que é 4,2 para Tapajós e 2,0 para Carajás; teoricamente infinito) é uma coisa: percentual (que, naturalmente, só vai até 100%) do FPE é outra. Entre um e outro, o cálculo é somar os quocientes de todos os estados e aí sim ver a fatia de cada: só quando será possível conhecer a fatia de cada um.
TRÊS ESTADOS VALEM MAIS QUE UM.
Quem só tem a ganhar com a criação de novos estados na região do Pará, é o próprio Pará remanescente, quem terá um PIB maior com uma população produtiva maior. Serão 3 estados que deverão receber mais investimentos do governo federal. Terão mais força para reivindicar mais recursos. Os três sairão ganhando. Se permanecer como está, os três vão afundar juntos e cair no esquecimento dos políticos de Brasília.
“VALEM”. Só se for o plural de “Vale” (do Rio Doce).
O povo é muito egoísta, o que o tapajoara quer é ter o seu próprio, o Estado de Tapajós. Mas como o Estado do Tapajós é uma fonte de riqueza, com um futuro brilhante na região, não querem perder a riqueza dessa região. È evidente que o Estado do Tapajós vai se desenvolver com a emancipação.
A questão é: Porque a região de Belém não quer a emancipação do Estado do Tapajós, porque esse já existe de fato, só falta ser emancipado. A resposta é: porque o Estado do Tapajós dá lucros a região de Belém. Se não desse lucro, eles seriam os primeiros a quererem se livrar desta região. Então senhores deputados do contra, esse discurso que o Estado do Tapajós não terá desenvolvimento, é mentiroso. O Estado do Tapajós tem um futuro brilhante pela frente.
Conversa de Bar: Estado doTapajós!
Paulo Paixâo.
Tanto faz os pro ou os contra a emancipação do “Estado do Tapajós”, todos tem suas desculpas, suas razões ou suas justificativas. Os políticos muito espertos e um tanto maquiavélicos para não dizer absolutamente maquiavélicos, pintam um quadro apocalíptico, dantesco mesmo e conseguem iludir os mais frágeis e fáceis de se convencerem…
No entanto, veio mais um fim de semana e uma vasta e festiva galera encontrou-se num desses bares periféricos da cidade para curtir um som da saudade, jogar conversa fora e bilharito, turbinada por cerveja “véu de noiva” e tira-gosto de bisteca assada, quando um belenense do Jurunas entrou portando um papelão retangular com dizeres em negro: “NÃO À DIVISÃO DO PARÁ!”. Naquela ocasião o papo que rolara fora tão-somente música, campeonato paraense, mulheres, aliás, o de sempre, não muito acalorado, mas, a entrada daquele senhor com ar zombeteiro fez a galera silenciar… Ninguém queria, àquela altura, entrar num papo tão importante para a história do Estado do Tapajós, eis que havia muitos amigos de Belém, do baixo-amazonas e do Carajás. Então, ficou por conta de um papudinho estudioso se pronunciar:
– Ei jogador, esse tema não é pra mesa de bar! – continuou o papudinho:
– Deixa esse papo pra 11 de dezembro. Até lá muitas águas vão rolar!
Bom daí em diante a coisa começou a pegar fogo, manifestaram-se os que eram a favor e os contra. Justificativas não faltaram. Parecia que todos estavam com a razão…
Então o papudinho subiu numa cadeira e em voz alta pediu silêncio à galera e clamou:
– Primeiro quero lhe perguntar: (apontou diretamente para o senhor com a tabuleta)
– A pretendida divisão tem ampara Constitucional? Diga, apenas sim ou não para resumir! -Tem, Art. 18 § 3º da CF. Respondeu o senhor.
– O Projeto cumpriu todos os seus trânsitos e parâmetros legais? (Disse o papudinho, após tomar um gole da sua cachaça).
– Sim cumpriu. Só falta a população paraense votar pelo SIM ou pelo Não.
– Neste caso – concluiu o papudinho com ar vitorioso – que faz o senhor com essa placa ostentando um NÃO sem justificar seu ponto de vista? Acrescentou, ainda:
– Deixe de ser besta homem, cedo ou tarde o Pará será dividido. Os nossos governantes não dão conta nem de resolver nossos problemas dentro de Belém, quanto mais dos pobres irmãos que estão lá no extremo. Não há de ser pela divisão que vão deixar de ser brasileiros.
O Senhor da placa pegou corda do papudinho. Ficou vermelho de raiva e leu num papel que tirou do bolso uma longa lista de motivos que justificariam o seu NÃO.
O papudinho o ouviu com muita atenção e meneou a cabeça:
– Olha jogador, esse teu papo está manjado. Todos dizem essa mesma baboseira: políticos, intelectuais e outros, mostram só os pontos que eles acham negativos, mas pergunto, eu: – Sabes as razões porque se cria um Estado?
– Não? Pois vou te dizer velho. Raízes históricas, cultura, vontade política, território, economia, educação, população. Pelo menos sei que os povos do Oeste, há décadas, aspiram ser independentes, as razões: insatisfações com a situação de abandono do seu povo; raiz cultural comum; economia própria.
Pergunto,
a descentralização político-administrativa, por si só já não é uma boa razão para que uma sociedade cresça de forma mais controlada?
– E vou dizer mais – atalhou o papudinho – estes novos Estados já vêm se desenhando há muito tempo. O Estado do Tapajós já existe. Vocês que são do contra, o que mesmo podem oferecer pra esses povos para que mudem sua posição? Vocês podem até oferecer, mas, ser[a que cumprirão o prometido?
Só aparecem em época de eleição com promessas.
O papudinho fez sinal da cruz, desceu da cadeira e disse olhando para o infinito: – Deus nos livre do que estou pensando! Já imaginaram se esses separatistas perdem…? Um grande estigma político será gerado neste Estado.
Haverá revanchismos e retaliações, de todos os lados! E ninguém poderá dizer que eu não avisei!
Pois eu não tenho tanta certeza assim, sou de Altamira e viajo todo o Oeste com certeza digo esse plebiscito só tem força em Santarém, gente corda, por uma questão e ego e barrismo vcs qerem pq qerem que santarém seja uma capital Brasileira (já morei em santarém)
Se tiver 200 mil votos é muito a favor da divisão, vcs tão generalizando por aquilo que vcs ouvem em Santarém
é lógico que o NÃO será massacrante!!!!!!!
Os deputados Zenaldo e Ediimison querem fazer caridade ao Estado do Tapajós, claro que não, eles querem saquear o Estado do Tapajós. A região de Belém fica cada vez mais rica e a região de Santarém recebe esmolas em troca.
O ESTADO DO TAPAJÓS TEM RIQUEZAS, POR ISSO EXISTE A COBIÇA,
O SIM É A UNICA SAIDA PARA O OESTE DO PARÁ OU ENTÃO VAMOS CONTINUAR AFUNDANDO NESSA POBREZA E ESQUECIMENTO, BELÉM NÃO QUER VER O RESTO DO PARÁ SE DESENVOLVER PORQUE QUER A CADA DIA QUE PASSA SE TORNAR DONO DE NOSSAS RIQUEZAS,NÃO PODEMOS DEIXAR ISSO ACONTECER É HORA DE SE LIBERTAR DESSA FALTA DE DEMOCRACIA NO ESTADO DO PARÁ QUE COMO MUITOS DIZEM JÁ PAROU! SIM,SIM,SIM,MIL VEZES SIM AO ESTADO DO TAPAJÓS!
O Estado do Tapajós é mais simpático a Manaus do que a Belém.
Nunca vi uma região que quando precisa de alguma ajuda pede a capital de outro estado que é Manaus pois fica mais proxima de nossa regiao oeste aqui vc ninguém indo pra Belém atras de emprego a maioria recorre para Manaus porque será? A sim o governo do estado não esta nem ai pro resto do Pará o pará é só Belém até culturalmente somos diferentes aqui na região ninguém gosta de ser confundido com Belenense somos diferentes em tudo por Isso voto SIM os nossos tesouros tem que ficar aqui e ninguém é obrigado a ficar em um estado pobre quem nao estiver satisfeito é só ir embora do estado do Tapajós pra Belém porque lá eles estão podres de ricos ,
Queremos nos livrar da região e peso que os belenenses nos façam esse favor de se livrar da gente, diga SIM.
Os belenenses estão tão preocupados com a emancipação do estado do Tapajós, porque será? Será que é porque o Estado do Tapajós dá prejuízo e eles querem ajudar, ou será que é porque o Estado do Tapajós é rico e eles não querem perder essa mamata. O fato é que o Estado do Tapajós sustenta os cofres de Belém.
O Estado do Tapajós emancipado vai gerar mais emprego na região oeste, serão contratados mais funcionários públicos para as novas repartições, haverá mais emprego na construção civil para construir as novas capitais, a hidrelétrica de Belo Monte já é um exemplo disse, e agora vem ai a hidrelétrica do complexo do Tapajós para gerar mais empregos, em conseqüência mais impostos que deverão ir para a capital Santarém. e os senhores Zenaldo e Edimison estão com medo de perder o ouro que sustenta a elite de Belém.
Os deputados do Pará que são contra a emancipação do Estado do Tapajós dizem que o estado não é viável. Pois bem, se não é viável , porque eles não querem perder essa região, se é um fardo pode eles não querem largar esse fardo. É exatamente o que eles estão provando, o Estado do Tapajós é rico e viável por que eles não querem perder as tetas das vacas gordas.
O Estado do Tapajós já é um estado formado que está pronto para ser emancipado. Cabe ao governo federal a montagem do aparato administrativo, Caso o povo paraense, da região metropolitana de Belém não de a carta de emancipação a região, a rivalidade entre as região vai gerar ódio por manter a região presa ao regime que o submete como colônia do Pará.
Até caminhando penso no Estado do Tapajós!
Paulo Paixão.
Meu relógio de pulso estava programado e me acordou às cinco e meia da manhã. Levantei, orei, tomei um banho e me preparei para caminhar ao longo da calçada do bosque de Belém.
De calção, camiseta e tênis, liguei meu velho fiat UNO e dirigi pelas ruas quase desertas da capital, constatando que o céu estava lactescente pela luminescência da lua cheia, redonda, como um prato, deslumbrando quem se acordasse àquela hora.
Depois de algum tempo, passei em frente ao hangar de convenções e contemplei mais uma vez o luar cor de prata, por entre os galhos mais altos da centenária samaumeira e me arrependi de não ter uma máquina fotográfica para efetuar tal registro de cenário tão belo.
Deixei o Uno bem agasalhado no estacionamento da 25 Setembro, lá onde a PMB fixou aparelhos de ginástica, onde, normalmente são os idosos que realizam seus exercícios físicos (os jovens acordam tarde e preferem as academias). Pois bem, fiz meu necessário alongamento e iniciei minha caminhada… Naquela hora da manhã há poucos transeuntes, exceto os caminhantes, como eu, que o fazem a bem da saúde.
Caminhava, ora rezando, ora olhando as pessoas, ora olhando o bosque com suas árvores de trinta a quarenta metros de altura. Às vezes, pensava na minha Santarém e mais no pretenso Estado do Tapajós. E assim divagava: “Tenho certeza que noventa por cento do povo do Oeste vai votar no SIM” ou “no município de Belém, talvez, tenhamos uns trinta por cento de votos favoráveis de pessoas oriundas da nossa região (Santarém, Monte Alegre, Alenquer, Oriximiná, Juruti, Itaituba, etc) e de indecisos insatisfeitos com as administrações governamentais (passadas e atual) ou mesmo daqueles que entendem a demanda do Oeste e do Carajás e acreditam que os pleiteantes têm sim todo direito de realizar seus sonhos, inclusive amparados legalmente pela Constituição Federal (Art. 18). Acredito que o nosso povo é muito esclarecido e sabe o que quer. Nós do Oeste formamos um só povo, praticamente, com os mesmos anseios, costumes tradições, problemas, realidades… Há, sim, diferenças, eis que até nós, seres humanos, filhos de um só Pai Eterno, fomos dotados de mecanismos que nos fazem ser seres individuais, preferências e gostos próprios. Já pensou se fôssemos clones exatos uns dos outros? O mundo não seria interessante não é mesmo? Apesar de sermos seres multifacetados, livres pra pensar, e celestiais, quando se trata de relações sociais, sociedade, governo, etc, haja vista, a história, costumes e moral de certos povos, temos a tendência e o direito de traçar nossos planos políticos, conforme nossas crenças, necessidades, (para a nossa própria proteção e sobrevivência) tudo dentro do estado de direito, porque , se não fosse assim, o mundo seria um caldeirão de borbulhas caóticas pronto para um explosão!”
E minha caminhada prosseguia prazerosa, encontrando aqui e acolá com senhores e senhoras idosos, papeando, dando um “bom dia”, etc. Parei, de súbito, para ler as manchetes do jornal, tomar um cafezinho e amarrar o cadarço do meu tênis que estava solto. Voltei à minha malhação e viajei, novamente, na abstração “Ora, nossas reivindicações são justas e legais e, diga-se de passagem, seculares… Há mais de cem anos nossos avós e tataravós já queriam esta independência do Tapajós, pois, não havia razão plausível para sermos subjugados a um governo centrado lá pras bandas do oceano Atlântico, que sempre nos esquecera, que não compreendia nossas necessidades, ideais e que não tínhamos vínculos afetivos ou tradicionais em comum. Um dia, seja como fosse, teríamos de nos desmembrar e tomar conta dos nossos destinos e este dia chegou”.
Ao pensar desta forma, tomei um espanto, e disse em voz alta, alegre e feliz, espantando uma transeunte “Este dia chegou!”.
Assim, fiz uma hora de caminhada e pensei determinado, vou contar para o meu povo tudo que aflorou na minha mente durante esta caminhada! Feliz voto meu povo do Tapajós! Vote SIM!
É dificil quando se tira o leite da “crianças” não é senhor zenaldo coutinho e senhor Edimilson?..Tapajós, SEMPRE!!
Espero que santarenos não crie uma mentalidade de ódio ridicula contra os paraense como fizeram os manauaras, igorancia pura se isso acontecer, que vejam que isso é apenas um ato político não pessoa contra a parte que será Pará!!!!
A cultura do Pará é a cara da Amazônia!!!!!!
Nanda, não podemos generalizar. Dizer que o mamauara tem raiva do Paraense.
Eu sou de santarém, e não vejo assim. Existe, sim algumas bricadeiras de uma minoria
que não é o pensamento da maior parte dos amazonenses. Claro, que aquela atitude do prefeiro Amazonino Mendes, foi preconceituosa. Eu trabalho na Impresa aqui em Manaus, e ví que uma maioria de amazonenses repudiaram a atitude do prefeito.
Eu, como paraense, que sou, e não escondo, telho orgulho disso, recebi solidariedade de Juizes e amigos amazonenses.
E vamos à Vitória! SIM, eu quero o ESTADO DO TAPAJÓS!
Sousa.
Santarenos foram iludidos historicamente pelos seus governantes: Não sou de Belém, sou de Itaituba, não sou paraense, mas voto no Pará, mas sou inteligente pra ver que o plebiscito é uma ilusão politica.
Aqui a maioria vota não pq não quer que Santarém seja capital, será uma Belém já anunciada: egoismo puro, os santerenos nem querem saber que outra cidade do oeste seja capital, e eles mesmo ja escolheram o nome do Estado, sendo que passa diversos rios no Oeste.
A maioria quer a divisão por conta dos concursos públicos, blz, e depois quem vai pagar a conta?
Qual a cidade da Amazônia possui um aparato do governo estadual como Santarém? Grandes hospitais, Curso de medicina e outras universidades, todos os órgãos públicos necessário, uma cidade bem assistida, a BR estadual que liga Alter do Chão um tapete, mas hoje a cidade encontra-se um lixo pela péssima administração dos prefeitos que so roubam santarém até hoje, isso a décadas e mais décadas
Sempre foi muito fácil governar Santarém, é so roubar, não fazer nada e depois tirar o seu da reta dizendo que populaçao : A culpa é do Governador e precisamos do Tapajós…
Com um discurso sem fundamentos desses, vc ainda tem coragem de se dizer “inteligente”???
Acorda, Ulisses sou de Itaituba e voto SIM, mesmo que santarém seja capital, é muito melhor pois fica bem mais próximo, do que Belém que ninguém nem sabe onde fica Itaituba…acorda pra vida moço!!!
BR estadual……kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Só falta agora esta pessoa sonhar com PA federal….PC internacional….huahuhauhuahuahu
Os cofres públicos não aguentam manter a estrutura de 03 Estados. O Estado do Pará, pode e deve desenvolver todas as suas cidades, viabilizando estradas, empreendedorismo, turismo, educação se tiver bons políticos, gestores e pressão popular pela moralização. Colocando-se uma nova visão de gestão política no papel sairá mais barato do que a criação de ESTADOS INOPERANTES. No estado do Amazonas, se retirarmos a ZONA FRANCA, e formos viver só da estrutura do Estado, a miséria impera. Não podemos criar Estados contando somente com repasses das verbas públicas, e acreditar nisso como a panaceia para todos os males.
Porém, respeito o plebiscito!!!
Mais dinheiro para bancar copa do mundo, olimpiadas, corrupção na assembléia paraense tem né!! Sei.
Ei pessoal para os dois Deputados Edimilson Rodrigues e Zenaldinho Coutinho o que importa e manter as despesas com roubo da ALEPA isso eles apoiam pois não se tem debate nehum sobre esse rombo, assim como esse tal de MARCOS que não conhece nem a situação do povo Belesense que sofre com isso tudo também, desses dois deputados não me asusta mais as mentiras deles pois é época de campanha e toda campanha política eles mentem, então eu ja sabia dessas mentiras é o que eles estão acostumado a fazer, será que tem gente que vai acreditar nesses oportunista de Belém eu acredito que não pois alem de serem mentirosos são vadiu e preguisosos só sabem e mentir pois são candidatos a prefeito de Belém em 2012 e querem agradar os Belenense com mais umas mentiras, alguem já esqueceu que o Edimilson ja foi prefeito de Belém.
Tapajós e Carajas JA para um Pará Melhor, pois o Pará Menor será um Pará Melhor. Sim aos dois Estados com despesas ou sem despesas chega de desvio de dinheiro publico ALEPA e Outros, vamos gastar com investimento e o Tapajós e Carajas são grandes investimentos teremos mais emprego e uma melhor condição de vida, pois quem vai ganhar com isso é a região Norte do Brasil, Tem uma eleite Belenense que junto com o Sul e Sudeste do Brasil que não querem a criação desses dois Estado ainda tem Nortista e Belenense que apoiam essa falsa bondade.
“os opostos se atraem”.
Extrema direita e extrema esquerda juntos para barrar uma legítima aspiração dos povos TAPAJÓS E CARAJÁS. Mera ironia do destino, os dois deputados são pré-candidatos à prefeitura de Belém, ou será que é preconceito ao nosso DNA indígena de nossas origens??
TAPAJÓS E CARAJÁS LIVRES
Votemos [SIM]
Amigos, temos também que encaminharmarmos artigos como estes também aos blogs, jornais, meios de comunicação que abrange a região metropolitana de Belém, não deixando, também de sempre nos manifestarmos aqui no blog do Jeso.
abraços e não deixemos uma luta HISTÓRICA passar em nossos olhos sem fazermos alguma coisa. VAMOS A LUTA PELO SIM.
Abçs
BOA SORTE AOS TAPAJOARAS.
É engraçado como tem muitos parenses contra esse plebiscito sou AMAPAENSE em 1943 o Amapá virou território e em 1995 estado Hoje as dúvidas que confundem essas pessoas era as mesmas naquela época,o governo federal continuou custeando todos os serviços esenciais nesse caso com a criação do novo estado não será diferente a autonomia administrativa sera um marco para o desenvolvimento da região mas,se os moradores não tiverem comprometimento com gerações futuras o futuro estado do tapajós(se conseguirem)estará sempre aliado aos interesses dos políticos de Belém que pensam e um estado grande mas se desenvolvimento conjunto!Desde já desejo boa sorte caso consigam!
O ESTADO DO TAPAJÓS TEM TUDO PARA DAR CERTO
Projetos que estão locados para essa região como: Construção de hidrelétricas, BR-163, Hidrovia Teles Pires e Tapajós, grandes mineradoras se alojando na região, ampliação do porto de exportação sabendo que o porto de Santarém (DOCAS) esta entre os 10 portos maiores do país em exportação, ampliação do aeroporto, e outros tantos da iniciativa do Governo como privado,será que tudo isso é envão, grandes empresa querem se instalar na região mais devido a política desse governo do Pará em não incentivar as grandes empresas elas tomam rumu diferente, com esses novos estado TAPAJÓS e CARAJAS isso pode ser viável sempre ha esperança. Será que esse IPEA poderia me informar quem vai pagar as despesas com a COPA 2014 e Olimpíadas de 2016???, sendo dessa forma não se pode criar nada mais nesse país, nem sonhar Qual o País que não deve??, Qual o Estado que não deve??, Qual o Município que não deve?? vocês que são inteligentes e sábio (IPEA) poderiam me informar quais são se todos praticamente quem sustenta somos NÓS. esse argumento fajuta do IPEA que até agora nunca acerto nada não influenciara na vontade e oportunidade de um povo sofrido na tomada de decisão é por isso que digo queremos mudança não separação pois somos brasileiros e nortista DIGO SIM AO ESTADO DO TAPAJÓS sem medo de DIVIDA mais com a certeza da vitória que vai dá tudo certo é o povo que quer e a vontade de DEUS será feita, nem IPEA, nem Zenaldinho de nem alguns paraense, não tem quem segure mais essa corrente TAPAJÓS JÁ para mudar esse pedaço do NORTE para melhor novo e diferente TAPAJÓS SIM.
SOMENTE COM A EMANCIPAÇÃO É QUE VAMOS CRESCER
A divisão “administrativa” do Estado é uma necessidade política – administrativa.
Os EUA tem 50 estados e um distrito (Columbia) para uma população aproximadamente 50% maior e um território um pouco maior (por causa do Alaska) que o brasileiro.
O Canadá tem 10 províncias, 3 territórios, 30 milhões de habitantes e um território maior que o brasileiro. Obs. lembrar que a população canadense esta toda concentrada no sul do país.
A divisão política – administrativa é baseada no tamanho do território, na distribuição populacional e na economia. A população e a economia brasileira estão crescendo, a divisão é uma necessidade.
Separatismo é a tendência dos habitantes de um território ou região a separar-se do Estado de que fazem parte para constituir Estado independente.
O Brasil é uma republica federativa e a divisão de um estado não muda essa realidade.
Você tem o direito de ficar do lado que quiser, mas não tem o direito de reproduzir idéias falsas. Seja honesto com a sociedade. Seu comportamento esta sendo irresponsável, pois uma mentira repetida diversas vezes torna-se uma verdade para a sociedade alienada
Algumas palavras sobre o movimento pela criação do estado do Tapajós.
Por :Jonivaldo Sanches (*) – Enviado para o E-mail do blog
A criação do estado do Tapajós cumprirá agora uma etapa muito importante para efetivação do processo que envolve o tema: a realização do plebiscito já está autorizada pelo parlamento e está faltando apenas a regulação pelo poder judiciário, a marcação da data e o exercício do sufrágio nas urnas.
Entendo que o sufrágio pode ocorrer em todo o estado do Pará, em que pesem opiniões em contrário. Já que a maioria dos eleitores do Pará se encontra na região metropolitana de Belém. Sendo assim, reputo de salutar a importância a mobilização da populações envolvidas divulgando-se as razões pelas quais se endente imprescindível a criação dos novos estado, em especial, para a região oeste, a criação do Estado do Tapajós.
O pleito dar-se-á na lógica dos discursos do jogo de soma zero. Nesses termos, os adversários do desmembramentos do Tapajós e Carajás trabalharão com argumentos tendentes a demonstrar que, se vencedoras as demandas pela criação desses novos Estados, o Pará remanescentes (como vem sendo chamado) perderá exatamente aquilo que ganharem os Estados a serem criados. Isso verdade? Cremos e temos argumentos para demonstrar o contrário. Porém, sem adentrar no mérito dessa questão aqui pretendemos demonstrar que, os argumentos a favor da criação dos novos estados (em particular o Tapajós) devem ser articulados, coordenados e difundidos junto á populações a fim de se criar uma consciência em defesa do Estado.
Argumentos não faltam. Porém, as lideranças locais envolvidas na articulação no movimento parecem estar demorando a realizar esse trabalho. O prejuízo pode ser grande.
Realizando-se o pleito no Estado todo, sem argumentos sólidos e articulados em torno do tema, o discurso contrário (soma zero) pode colar aliado a argumentos ufanistas de um Pará grande
(só em tamanho territorial) e maioria do eleitorado concentrado na Zona metropolitana paraense pode derrubar um sonho histórico, o qual nesse momento tem de ser sonhado acordado, com pragmatismo sob pena de uma chance igualmente histórica ser perdida.
Em suma falta, coordenação de pré-campanha , falta articulação em torno de um discurso unificado e mais aprouche do movimento junto à população dos municípios. Esse último personagem – a população – decidirá. A palavra de ordem: Emancipação Já.
O que vai acontecer ao Pará? Esta é uma pergunta que deixou de ser retórica. O Estado se encontra em questionamento, a começar pela sua integridade física. O momento seria para reflexão profunda e ação conseqüente. Mas falta liderança para essa missão.
O Pará está em transição, em trânsito e em transe.
A começar por sua própria base territorial. Na sua configuração atual, se fosse um país, o Pará seria o 25º mais extenso do mundo. No continente latino-americano, só estaria abaixo do próprio Brasil e da Argentina, superando o país seguinte na lista, a Colômbia.
O paralelo não deixa de ter algum significado. A principal marca colombiana nos últimos 60 anos tem sido a violência. O Pará é um dos Estados mais violentos do Brasil, a violência no amplo espectro da sua expressão: desde a morte de pessoas, incluindo assassinatos por encomenda (e a preço vil, se é que se pode estabelecer valores para a eliminação da vida), até a destruição da natureza, às vezes por motivações torpes e primárias.
Não por coincidência, no início da temporada de verão, o Pará volta à sua sombria liderança em destruição da floresta e em execuções de pessoas consideradas indesejáveis ou hostis aos interesses dominantes. Uma coisa tem muito a ver com a outra: o desmatamento é o ritual da extração da riqueza fácil e valorizada, a madeira, que encomenda os assassinatos dos que se opõem a essa prática, ou concorrem com ela.
Por tamanho físico, o Pará, se fosse um país, estaria logo abaixo da África do Sul, no 25º lugar do ranking. Essa é outra comparação que lança luzes sobre a situação atual do Estado. Como a nação africana, o Pará tem um subsolo extremamente rico em minérios. Embora a pesquisa geológica sistemática abarque apenas uma pequena fração dos seus 1,2 milhão de quilômetros quadrados, o Pará já é a unidade federativa que mais exporta minério de ferro do mundo.
É também o maior produtor mundial de alumina, o 3º maior produtor internacional de bauxita, significativo produtor de caulim (o de melhor qualidade do mercado para papéis especiais) e com crescente participação em cobre e níquel. É uma pauta de exportação mineral mais diversificada do que a da África do Sul, cuja atividade econômica é muito mais antiga do que a do Pará.
E daí?!!!
desconfio que esse texto foi extraido de texto publicado em outro blog por Lucio Flavio Pinto. será que estou certo Paulo?
A criação do novo estado, é uma necessidade básica para o desenvolvimento do Oeste do Estado do Pará., é uma necessidade básica para o desenvolvimento das outras regiões que fazem parte do estado do Pará, e, é uma necessidade básica para o Brasil.
O governo Federal tem conhecimento dessas necessidades e com certeza “tem projetos” já definidos, para o novo estado e para o Brasil.
Falar que não existe viabilidade e desconhecer o potencial regional e intelectual de nosso povo, é desconhecer os custos de um novo filho.
TEMOS QUE SER REALISTAS, A LUTA SERÁ DE SANSÃO E GOLIAS.
Felizmente o movimento pro Carajas vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal, alegando ser inconstitucional essa decisão , já que a parte interessada é a que será emancipada e não a outra parte que obviamente é contra. 90% da região de Belém está contra a emancipação.
O que as pessoas não entendem é que político só funciona sendo pressionado.
Vejam Lula, ele sempre disse antes de eleito que não podiam errar, aí veio o mensalão e o governo inteiro não caiu, porque nossa oposição que é muita fraca e tem “rabo preso” achou que na reeleição Lula cairia fácil.
Só que com nordestino que vem para SP fugindo da seca não se brinca. Outros políticos por muito menos, se mataram, fizeram greve de fome ou entraram em depressão.
Com Lula não ele arregaçou as mangas, tirou os” companheiros” e trouxe gente mais técnica como Dilma para casa civil para poder se sustentar no governo. Deu certo e talvez até volte em 2015.
Talvez sem a pressão da imprensa seu governo não teria sido tão bom na questão social.
É assim que irá funcionar com os novos Estados, as populações dos novos Estados, terão mais proximidade para cobrar uma melhor gestão. Isso é uma questão de lógica.
Agora em relação a caráter tendo a pensar que os políticos são todos muito parecidos.
A onde está a mentira que se fosse criado os dois estados aumentariam as despesas do erário público? Gente parem querer iludir, ou se iludir, que essa história de esfacelamento do estado só serve há poucos e alguns corruptos que querem se locupletar a custa da divisão. Não tapem sol com peneira. Então tá não custa nada. Não vai ter novos deputados, novos senadores, novos governadores, juízes desembargadores, promotores? Param de falácia, quem esse custos, senão o contribuinte, principalmente de dois estados que nasce deficitário. Que nem diria o BUSSUNDA fala sério.
ULISSES PARA E FALAR M…, ESTE ESTADO PRECISA SAIR, DEIXA DE SER BURRO.
Nasce o Sudão do Sul, e já nasce como o país mais pobre do mundo.
Alô Giovanni, Asdrubal,Lira Maia,Maria do Carmo se mudem pra lá e levem a formula mágica de vcs para que este país seja uma nova potência mundial, tem muito petróleo por lá.
Uma mentira repetida muitas vezes….., e esse o proposito dos nobres deputados.
Fico pensando como é que o povo vota em figuras como esse Zenaldo e esse Edmilson. Esse aqui até que me parecia um cara meio sério, mas o que dá pra perceber das mentiras que contam é que nada é mais importante que a ambição de voltar à prefeitura de Belém e depois ser governador salvador do estado Pará. Pobre estado do Pará! Nós pelo menos temos a possibilidade de nos livrar dessas tristes figuras, e eles lá, como farão para se livrar dos edmilsons e zenaldos da vida?!
Da mesma forma que o articulista afirma que são mentiras o que dizem Edmilson e Zenaldo, se poderia também dizer que a postagem do Evaldo são igualmente fantasiosas e visionárias.
Restará que, na campanha, o poder de convencimento seja a tônica desse plebiscito, devendo ficar claro que não será o resultado que determinará a divisão do Pará.
Tomara que a Justiça Eleitoral tenha pulso para conter e coibir falastrões de ambos os lados, pois há muito interesse inconfesso envolvido.
Em tese, penso que o Estado do Tapajós é bemvindo. O que temo são os abutres políticos que farejam o provavel novo Estado com fome canina.
Sr. Marcelo Medeiros, não nego que por vezes sou acometido de fantasias, entre elas, por exemplo, a de não ser governado por ladrões e também a de que um dia o dinheiro público será aplicado de forma séria e honesta. Não há, contudo, no cálculo que faço em relação ao montante do que provavelmente será repassado á assembléia legislativa do Futuro Estado do tapajós uma mísera influência dos meus sonhos, fantasias ou visões, pois se dependesse da minha vontade, sob a influência de meus devaneios, a casa legislativa a que me refiro não receberia 10% do valor a que a dura e cruel realidade me conduziu quando estimei os valores apresentados.
Mas o que discuto aqui são fatos, números, realidade. E disso não me afasto, não arredo o pé. Não me esquivo.
Quanto aos deputados Zenaldo e Edmilson, volto a dizer, flagrados na mentira, deveriam se penitenciar, botar o rabo entre as pernas e nunca mais tocar nesse assunto.
Ou será que estão dispostos a sustentar a mentira e, quem sabe, não topariam um debate comigo, com certeza o mais fraco, tímido e despreparado defensor do Estado do Tapajós?!
Acordem!!
Nem Santarém se desenvolverá, imagine outra cidade!!!
a capital do Tapajós será uma Boa Vista, Rio Brancos uma Alagoas da vida, melhor, pelas caracteristicas geográficas parecida será uma Manaus sem a zona franca, pobreza x pobreza!!
Quem sairá ganhando nessa divisão serão os politicos interressadissimo nessa divisão, claro!!
Meu querido, ou melhor falecido, não queira você que Santarém já nasça uma capital como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba. Temos muito o que crescer sim, e certamente o potencial de crescimento aumenta significativamente virando uma Capital. É o principio natural da economia, vira-se capital, vem-se os investimentos, chegam-se os serviços, etc.
Lembre bem que Belém continuará vivendo de serviço, o que será a maior parcela do PIB do Pará, como já é em Belém.
Não esqueça, também, que indústrias e empresas/grupos grandes ficarão ainda no Pará, como a Alunorte, Albrás, Tramontina, Celpa, Cerpa, Hiléia, Lojas Y. Yamada, Unimed de Belém, CRA – Cia. Refinadora da Amazônia, Formosa Supermercados e Magazine, Compar – Cia. Parense de Refrigerantes, White Martins Gases Industriais do Norte, Banpará, Sidepar – Siderúrgica do Pará, etc.
Estive em Belém na última semana e, a única coisa que me assutou no discurso dos contra a divisão do Pará foi o discurso decorado, todos com quem falei, declama o mesmo discurso apaixonado, sem respaudo.
E o discurso dos que querem se separar?,
Tem alguma coisa de estudo, algum projeto de estado? Só fazem reclamar de falta da presença do governo do estado. Ai eu pergunto, e os politicos da região.? Nada fizeram, a não ser fazer a cabeça do povo, em proveito próprio?
Chega de lenga lenga, todo mundo sabe que isso não passa de interesse politico.
Discordam do estudo do IPEA, e esse estudo apresentado por vcs aonde está a legalidade?
Quem prova que o q
Não acescentou nada, continuam com o mesmo discurso…aprenderam na mesma escola???
PARÁ TE QUERO GRANDE!!!!!
VAMOS TRABALHAR E NA EMACIPAÇAO DA REGIAO E PROCLAMAR A REPUBLICA FEDERATIVA DO TAPAJOS , ACABAR COM ESSA SERVIDAO DE SER COLONIA DO BRASIL PARAR COM O SAQUE DOS CORSARIOS E CHAMAR O POVO PRA SUA AUTODETERMINAÇAO DOS POVOS , SO COM OS VALORES SAQUEADOS COMO ENERGIA ELETRICA E TODOS OS TIPOS DE MINERIOS BRUTO QUE SAO LEVADOS PELOS OS CORSARIOS E TUDO DE VALOR QUE ELES COLOCAM A MAO DARIA PRA TERMOS A MAIOR RENDA PECARPITA DO MUNDO E TERMO A MELHOR QUALIDADE DE VIDA , E TERIAMOS OS MELHORES CIDADOES DO MUNDO PORQUE OS BANDIDOS NOS DISTERIAMOS E DEPORTARIAMOS PRO BRASIL , QUE ESSE RECEBIMENTOS DOS BADIDOS DE NOSSA NAÇAO SERIA O PAGAMENTO QUE O BRASIL FARIA POR TANTO TEMPO DE COLONIZAÇAO, E SSO QUE TEMOS QUE FAZER E JA, ESSA DIVISAO E ORQUESTADA PELOS CORSARIOS E SO PRA SAQUEAREM MAIS
SE MANQUEM SEUS…