Santarém: projetos e contrários

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O post Leitor aplaude grandes projetos em Santarém suscitou o comentário abaixo, da lavra do leitor que se assina Júlio Jennings:

Bandeira de SantarémA oposição pelo simples fato de ser oposição dificilmente tecerá elogios aos grandes empreendimentos e iniciativas por parte do governo municipal.

Se nada acontece, fala-se mal porque estamos no abandono, isto e aquilo; se nosso gestor resolve colocar em prática trabalhos e decisões que irão favorecer nosso município e nossos jovens universitários, através de grandes projetos que irão gerar o desenvolvimento de Santarém, os contrários acabam surgindo do nada e se arvoram novamente em criticar, levantando argumentos que vão desde o “Protejam nossos Botos” até o “Cuidem do mucajá, querem acabar com os tucumãs”.

E pior que tem gente que “pega corda” e acaba embarcando neste tipo de proposta.

Na grande maioria dos “contrários”, podemos ver “intelectuais”, “pseudo-intelectuais”, “especialistas políticos” e “pseudo-especialistas políticos”, que vêem na crítica aos grandes empreendimentos para Santarém uma oportunidade de se “outdoorlizar”.

O ego desses seres é muito maior que seus olhos, coração, e o futuro de seus próprios filhos.


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10 Responses to Santarém: projetos e contrários

  • A única coisa que a maioria dos nossos prefeitos sabem fazer ao invés de trabalharem pelo nosso desenvoilvimento, é roubar as verbas da educação, saúde, meio ambiente, verba do Detran, do IPTU, etc, etc,. Vão fazer uma visitinha nas obras particulares deles, vão de vento em popa; enquanto isso as obras públicas, com verbas de convênios federais, andam pelas metade, sem previsão de conclusão e muitas abandonadas. Esses parasitas mentecaptos, lá se lembram de que é trabalhar pra desenvolver socialmente e economicamente a comunidade que os elegeu; e nem sabem o que é isso por serem bucéfalos e ladrões cegos pelo que não é deles. E as cidades, só buraco, lama, esgoto a céu aberto, escolas caindo, funcionários sem receber e mal pagos e todo mundo finge que tá tudo bem. Não dá pra rir de novo, vou é chorar mesmo: 🙁 🙁 🙁

  • A propósito do texto acima, não votei, não voto e jamais votarei em Lira Maia, Von & Cia. Também não sou contra o desenvolvimento, desde que chegue e beneficie a grande massa da população, porque “desenvolvimento” para apenas dez ou cem pessoas, é simples benefício de uma minoria. Ex. Ao invés de se fazer um Armazém para estocar mercadorias produzidas na zona franca de Manaus, porque não se dá o devido incentivo fiscal para que as indústrias possam se instalar aqui e aí sim gerar empregos e renda? E ao Júlio Jennigs que ironizou e debochou do nosso Mucajá e Tucumã, que aliás são frutas naturais e de alto valor nutricional e sem nenhum “veneno” que possa prejudicar a nossa saúde, sugiro que ele vá as feiras de nossa cidade e procure soja para comprar.

    1. Se você acha que debochei do mucajá e do tucumã, com certeza você está enganado… ou seria “pseudo-enganado”?

    2. Falando em frutas, uma opção de indústria a ser implantada na região seria a de polpas e sucos de frutas, um mercado que tem crescido, principalmente na exportação para regiões (Sul e Sudeste do Brasil e outros países) onde essas frutas não podem ser cultivadas.
      No S e SE do Brasil, por exemplo, as pessoas consomem muito as frutas “exóticas” como açaí, cupuaçu, graviola, tamarindo, acerola, umbu, guaraná e outras; a procura é grande.
      E não se trata de apenas exportar polpa de frutas em grandes quantidades, em latões ou sacos enormes. É possível exportar o refresco pronto para beber, na caixinha ou garrafa, agregando valor ao nosso produto local.
      Para isso, porém, é preciso ter uma política industrial, com:
      1- energia garantida, constante, sem oscilações (pois o maquinário precisa, obviamente);
      2- boas vias (terrestres, fluviais, férreas) para garantir o escoamento da produção;
      3- mão de obra (o que nós temos, só precisamos capacitar nossa população para atender a essa possível demanda).

  • ACHO QUE TEM ESPAÇO PRA TODOS,
    PRA SOJA E PRO MUCAJÁ;
    PRA CANA E PRO TUCUMÃ;
    PRO MILHO E PRO TAPEREBÁ.

    QUEM NÃO GOSTAR DE UM, FARTE-SE DO OUTRO;
    SÓ NÃO PODE É CONTRARIAR TODOS OS DESEJOS.

  • Eu concordo que não adianta criticar apenas pelo fato de ser “do contra”. Entretanto seria de bom alvitre que fossem mostrados os ditos ” grandes projetos que irão gerar o desenvolvimento de Santarém”, por que, me desculpe, até o momento se não fosse o “famigerado” bolsa família, Programa do Governo Federal, Santarém estaria no ostracismo. Lembro que o projeto da SOJA, tão alardeado pelo governo da época, não foi o que se esperava para esses Município.
    A proposito do MUCAJÁ, é uma fruta gostosa, riquíssima em flúor, para as crianças é uma benção.

      1. Eu sou filho de Belterra, amigo!! Essas frutas da Amazônia lá tem com fartura. E a gente comia com farinha e não com agro-toxicos

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