Fiasco energético

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Da lavra de Tiberio Alloggio, o artigo Brasil, potência energética suscitou o contraponto a seguir, do leitor que se assina Daniel de Oliveira:

As politicas energéticas implantadas pelo governo atual são um fiasco, deixe de vender mentiras. A maior prova é que 3 anos atrás se não fossem as termelétricas deixadas pelo governo anterior o país teria vivido um apagão mais sério do aquele vivido em 2000.

Isso fez com que o governo investisse 75% do capital destinado ao setor em usinas termelétricas, que é mais cara e mais poluente. Vale lembrar que quando era oposição, o PT foi o maior crítico da implantação das termelétricas. E o gás vindo da Bolívia também faz parte da política energética do governo Lula?

Quanta picaretagem! O Brasil, independentemente de quem governará o país, pode até vir a se tornar uma potência energética, tem tudo pra isso, mas é preciso investir, e investir pesado, no setor, principalmente em grandes hidrelétricas e não em usinas termelétricas. Do jeito que as coisas andam, é impossível crescer a taxas mencionadas a médio e longo prazos, e isso sem contar os gargalos de infraestrutura como a de estradas, ferrovias, portos e aeroportos.


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2 Responses to Fiasco energético

  • IGF pode mudar estrutura tributária do país
    10/06/2010

    Luciana Genro agradeceu nesta sexta-feira, 10, a aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania de seu projeto que regulamenta o Imposto sobre Grandes Fortunas, criado pela Constituição de 1988 e nunca regulamentado. A deputada lembrou que o Brasil conta hoje com um sistema tributário injusto: “Queremos que aqueles que ganham menos paguem menos impostos. Hoje, quem consume tudo que ganha paga muito mais do que aquele que acumula riquezas e propriedades, porque nosso sistema tributário é muito feroz sobre o consumo e o salário e muito manso sobre o patrimônio e a riqueza. Então, queremos inverter essa lógica.”

    Confira a íntegra do pronunciamento:

    “Quero agradecer à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania desta Casa, que ontem aprovou, por unanimidade, o meu projeto que cria o Imposto sobre as Grandes Fortunas.

    Queremos mudar a estrutura tributária do país. Queremos que aqueles que ganham menos paguem menos impostos. Hoje, quem consume tudo que ganha paga muito mais do que aquele que acumula riquezas e propriedades, porque nosso sistema tributário é muito feroz sobre o consumo e o salário e muito manso sobre o patrimônio e a riqueza. Então, queremos inverter essa lógica. Para poder diminuir os impostos dos trabalhadores da classe média é preciso que aqueles que são milionários, que detêm as grandes fortunas, paguem mais. Apenas com as 5 mil famílias mais ricas deste país, que possuem um patrimônio que corresponde a mais de 40% do PIB, poderemos arrecadar com a criação do Imposto sobre as Grandes Fortunas R$ 30 bilhões, o que significa dobrar o orçamento da educação, investir 70% a mais na saúde pública.

    Então, é necessário, sim, que aqueles que detêm as grandes fortunas dêem a sua contribuição para que aqueles que ganham pouco, aqueles que vivem do seu trabalho, paguem menos impostos e, mesmo assim, ter melhores serviços públicos, melhor tratamento por parte do poder público aos trabalhadores e ao povo que necessita de educação, de saúde e de segurança pública.”

  • Quando o ódio tem mais realce do que os argumentos, acaba-se produzindo pérolas como esta: “A maior prova é que 3 anos atrás se não fossem as termelétricas deixadas pelo governo anterior o pais teria vivido um apagão mais sério do que aquele vivido em 2000”.
    Ora, se o governo anterior deixou as termelétricas que evitaram apagão no governo Lula que seria mais sério do que o do Serra/FHC, porque não as usaram para evitar aquele apagão? Vai ver que não sabiam ligá-las, não é?
    Além disso, quem sabe se o Serra houvesse vencido Lula nas eleições de 2002 já não se falaria mais em ameaça de crise energética, pois seria privatizado o que o FHC não privatizou a preço de banana. E a primeira das empresas seria a PETROBRAS (PETROBRAX para os entreguistas do PSDB), que hoje seria de chineses, japoneses, americanos…Isso seria ótimo para o Brasil, não é?

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