Contraponto do leitor Marcos Antonio dos Santos Vieira ao artigo As hienas se engalfinham sobre a presa, da lavra de Edilberto Sena:
Realmente, falta planejamento para recebermos o “progresso”, mas a sua chegada é fato consumado e não podemos deixar de aproveitar o momento, pois, se não o quisermos, certamente que há outras cidades prontas a recebê-lo.
Não podemos perder essas oportunidades. Claro que precisamos pensar em quem irá ser atingido e procurar, pelo menos, minorar os impactos negativos que, certamente, virão.
No mais, se a Cargill só deixou ao município R$ 1.000.000,00 em dez anos (seria importante citar a fonte), vale lembrar que a Igreja não paga tributos.
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Padre, porque foi mesmo que a sua Igreja vendeu o terreno (meio quarteirão de área nobre) do antigo estádio elinaldo barbosa( Av. São Sebastião com av. Turiano Meira com Av. Mendonça furtado) para o grupo Yamada na época se eu não me engano por milhões?
Detalhes que o terreno foi doado pela prefeitura para a igreja para empreendimento sem fins lucrativos.
Seria esse o progresso, com falso significado de desenvolvimento também?
Espertinha a sua igreja, não!?