Do leitor que se assina John, pelo contato do blog:
Tenho 10 baterias velhas de celular; Somadas a minha e mais as 100 mil baterias dos habitantes de Itaituba que cada vez mais gostam de trocar de celular e mais o lixo eletrônico das oficinas e mais o lixo eletrônico doméstico, pergunto:
Devido a uma falta de lei municipal, estadual e federal que regulamente o destino deste lixo eletrônico devo jogar tudo no rio Tapajós, e contaminar o rio com chumbo e mercúrio e depois gastar dinheiro com a saúde, ou na frente da Câmera Municipal, ou na frente da prefeitura, para lembra aos vereadores e prefeitos de suas responsabilidade para com meio ambiente que vivemos.
Prezados,
As lojas de Telefonia Móvel recebiam em suas lojas, poderiam verificar se ainda estão recebendo, e as mesmas davam o destino correto, inclusive o acondicionamento pelas leis ambietais.
Telma
Esse é um problema sério, real e atual em que as autoridades competentes nada fazem para resolver. Imaginem o montante de baterias que simplesmente são jogadas ao lixo doméstico, imaginem o impacto em nosso meio ambiente em nossa saúde.
Nem culpo cidadões que assim procedem uma vez que não temos orientações específicas para o descarte das baterias mas a hora, em que a natureza apresentar a conta. Quem irá pagar?
Ótima pergunta pra prefeita e para os vereadores de Santarém também. Estou com o mesmo problema relatado pelo John,