Do leitor saofrancisco Helvecio Santos, pelo contato do blog:
Querido Jeso,
A desencarnação de uma pessoa querida, por mais que seja a lógica da vida, é sempre uma dor muito grande. Quando são duas, então, nem se fala!
Neste momento estou lamentando a “passagem” dos amigos Vavá Araújo, craque do São Raimundo, veloz ponta direita e pelo qual, por razões óbvias, apesar de amigo, sempre torci contra. Depois foi técnico do juvenil do São Francisco.
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O outro é o Edmar Paiva, estupendo goleiro, com o qual joguei e formamos numa das melhores “máquinas” AZULINAS. Entrou no time depois que o Xabregas se bandeou lá pras bandas do Ituqui. Era uma segurança no gol, além de fazer “pontes” maravilhosas. Garantiu muitas vezes o nosso “leite” das crianças.
Irão vestir o uniforme AZUL do Pai Celestial que certamente os receberá de braços abertos. Paz aos dois amigos nessa caminhada de luz! Irão deixar muitas saudades.

Edmar, quando estive em Santarém, (1972), jogava pelo Sao Raimundo? ou não? Se for o mesmo (tinha 12 anos) e ele me levou para um clássico Ra-Fra
Meus Sentimentos ao nosso irmão Franciscano Edimar que Jogamos juntos e Vavá que vi muitas vezes jogar contra meu Pai Odilardo que jogava no Náutico atletico clube onde eu Odilson, Darinta, Odil, e Tela começamos fico realmente muito sentido porque eram pessoas queridas de um tempo onde o futebol Santareno era muito respeitado e bonito de se jogar. Que nosso Deus os receba em em vosso novo LAR.
Caro Helvecio,
Não liga não!
Quem fala, como esse espoca bode,não sabe , não conhece, ou nunca ouviu falar, de um dos três maiores zagueiro de Todos os tempos do Norte que foi você. (pela ordem)
1) Inacinho
2)-Helvecio
3)-Darinta
De lá pra cá,…. só tem BUTINUDO.
Ei Elbio,
Obrigado por mencionar o meu NORTE, o Tigrão da Prainha, verdadeiro celeiro de Craks, não só formou como forneceu inúmeros Cracks para o Leão Azul Santarém, como também diretor de Futebol e até Presidente, mata esta xarada.
Caro Jeso,
Triste notícia, pois os dois ex-jogadores fizeram parte, por assim dizer, da minha infância e adolescência. Vavá, amigo do meu pai, tinha um talhe de carne no Mercado Municipal, e meu velho sempre recomendava para que comprássemos com o seu Vavá – ele era alvinegro doente – e, claro, obedecíamos, e quando eu pagava, geralmente o dinheiro já vinha contado, ele tirava uns trocados pra eu comprar um mingal na mãe do Gabão/Gabinha. Grande Vavá.
Já Edmar, foi daqueles goleiros que marcaram época no Leão, como Taro, Galo, Xabrégas e me deu muitas alegrias. Da última vez que estive aí na Pérola, tivemos um longo papo, relembrando grandes jogos no velho Elinaldo Barbosa e das muitas alegrias que esse timaço nos proporcionou. Deus, certamente, em sua infinita bondade, já os recebeu de braços abertos e, estão já desfrutando das alegrias eternas.
Abs
qdo morava ai,vi os dois jogarem,grandes classicos eles fizeram no Elinaldo Barbosa,q
eles descansem em paz.
Não cheguei a vê-lo em ação pelo São Francisco, mas ficava a imaginar como era ao ficar horas a fio escutando as histórias do (Seu) Edmar. Descanse em paz, amigo. Foi uma honra trabalhar ao seu lado na DIVISA.
A seleção do bairro da aldeia fica mais fraca. Descansem em paz meus amigos.
Sou São Raimundo, mas essa equipe azulina era um timaço (Edmar, Jeremias, Cabecinha, Navarrinho,Darinta, Cuca, Odilson….)
ei Arigó,
não mencionastes o Helvécio, ou êle nunca foi titular ?
espoca bode, penso que v. está perguntando porque deves ter pouca idade ou sejas forasteiro e chegaste em Santarém depois de julho de 1970. Fui bi campeão pelo LEÃO (68/69) e saí de Santarém em julho/70, depois do último jogo do primeiro turno quando ganhamos do América (5×0). Ganhamos o segundo turno e fomos tri. Como o AZUL tem 29 títulos, modestamente contribui com 10% deles. Em julho/70 vim para o Sul continuar meus estudos e no meu lugar entrou o grande zagueiro Darinta que até então era aspirantes. O nosso aspirantes era uma segunda “máquina”. Nosso técnico era o Emanuel Rodrigues que com grande visão o efetivou. Então, dessa minha informação v. pode concluir que a foto foi tirada depois de julho/70. Até então, o lugar na foto ocupado pelo Darinta era meu. Joguei com todos os que estão na foto. Quando volto a Santarém sempre nos reunimos, assim como me reuno com ex-jogadores do São Raimundo, dos quais também tenho o privilégio de ser amigo. Por manter contato com meus ex-companheiros às vezes me são dadas missões difíceis como a que transmiti ao Blog. Se v. não notou, veja que quem deu a notícia ao Jeso fui eu e até o Raimundo Gonçalves, que considero o guardião da memória do futebol santareno não sabia, como confessa no seu comentário. Espero ter esclarecido e, se o faço, não é para me brazonar, mas somente porque ter jogado no meu LEÃO e mais, ajudado a conquistar títulos, foi uma das maiores bênçãos que Deus me deu, nesta vida de muitas outras bênçãos, as quais agradeço todos os dias. SAUDAÇÕES AZULINAS,
Ò meu caro Helvécio,
Santo de casa não faz milagre, maior prova é o seu caso, teve que deixar sua terra à
procura de novos horizontes e com a benção do G.A.D.U. conseguiu, por isso lhe peço,
nunca trate seus irmãos de forasteiros, já que todos nós somos.
passedemaúca, disse ” forasteiro” no sentido de “alheio”, como consta no dicionário. E, se o espoca bode não é nascido em Santarém, até chegar na cidade era um alheio. Quanto a ” Santo de casa não faz milagre”, é um ditado que só serve quando aplicado em sentido estrito. No sentido lato, basta observar inúmeros santarenos que em casa fazem milagres. Se v. nâo sabe, sou nascido no beiradão do Amazonas, Costa Fronteira, ali antes do Imperial, município de Óbidos. Sou santareno por escolha, uma história de amor sem ponto final. Então até meus 7 anos, eu também era “forasteiro”. Hoje, copiando o poeta, “Não permito senhores que ninguém/Goste mais do que eu de Santarém/…”. Que o G.A.D.U. sempre esteja do nosso lado em todos os momentos. SAUDAÇÕES AZULINAS,
Só agora fico sabendo das grandes perdas para as famílias e amigos. Com referência ao Edmar meu amigo e irmão de farda, pois servimos o exercito juntos no querido Tiro de Guerra 190, tenho muito mais a lamentar, visto a amizade e respeito que sempre mantivemos.
Meu amigo Edmar, descanse em Paz junto ao nosso Deus e que seus familiares tenham uma força tamanha para superar tão grande dor !!!.