obsCENA da Copa

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4 Responses to obsCENA da Copa

  • Este poderá ser o fiel retrato dessa copa. O nível técnico será um dos piores de todos os tempos, a começar pelo Brasil!!!. Não obstante, o que me deixa animado é saber que a Argentina depende exclusivamente do “Messi”, a Ingraterra do “Rooney”, a Costa do Marfim do “Drogba”, Portugal do “Cristiano”, a França do “Ribery”, o Uruguai do “El Loco” e o Brasil, bem o Brasil vai da tradição e da força de 192 milhões. Que venha o HEXA!!

  • Copa do Mundo

    Último reduto das camisas sem marca. Ainda!

    Qualquer historiador sabe que a tendência de ascensão e queda é aplicável a quase tudo; afinal, segundo Lavoisier, no Universo tudo se transforma. No futebol não é diferente.

    Com regras oficializadas em 1863, este esporte ainda não tem cento e cinqüenta anos de existência, e já está decadente. A Copa do Mundo ainda guarda algo da pureza inicial do esporte considerado como o mais popular da face da Terra: a nacionalidade dos participantes. Mesmo assim, quanta trapaça nesse meio! E sempre a grana corrompendo… Jogadores que trocam de nacionalidade…. por dinheiro.

    Essas coisas tendem a irritar os puristas, aqueles que, ignorantes de como funciona a natureza humana, dela ainda cobram atitudes leais. Lealdade a que?

    Vivemos um mundo em transformação, num salve-se quem puder. A maioria querendo vivenciar seus quinze minutos de fama e, para tal, submetendo-se ao ridículo. É o mundo dos cara de pau.

    Perante tantos “descaminhos” me pergunto: e daí? Estará tudo errado ou o caminho é este? Afinal, quem atinge um real saber sempre se comportando corretamente? Quem nunca transgride acaba por ficar tolo. Como diz o Somerset Maugham, “Segue tuas inclinações levando na devida conta o guarda da esquina.”

    A História é sempre olhada pelos seus resultados, ou deveria ser, pois não nos basta tomar conhecimento dos fatos mas sim tentar entender o encadeamento dos mesmos. Se assim nos comportarmos perante os fenômenos da vida, observaremos que ela nem sempre é ‘justa” como gostaríamos, pois temos o vício de dela esperar o que nos convém. Será? Sempre buscamos o que realmente nos convém?

    Somos tão contraditórios e, por não aceitarmos isto, podemos sucumbir a uma tristeza incurável, por sempre querermos o inalcançável, por querermos um mundo dentro de parâmetros impossíveis. Há momentos em que não dá pra reagir; é relaxar e gozar. Depois veremos o que fazer. Ficar chutando o lixo de nosso caminho acabará por nos deixar esgotados, sujos e, pior, com uma sensação de derrota; relaxemos, pois.

    Não tenho TV em casa, isto é maravilhoso. Mas vou ver os jogos da copa, sim. Quero ver nosso selecionado e gritar: “Brasil! Brasil!”

    miguel angelo

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