2 projetos para Alter do Chão pré-selecionados

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Dois projetos da Prefeitura de Santarém, gestão do prefeito Alexandre Von, voltados para a vila balneária de Alter do Chão, acabam de ser pré-selecionados pelo Ministério das Cidades.

Um na área de saneamento básico (esgotamento sanitário) e outro de abastecimento de água – ambos inseridos no PAC (Programa de Aceleração de Crescimento).

Os projetos ainda precisam de complementação, para serem plenamente aprovados.

Alter do Chão e seus esgotos - Foto: Paulo CidmilOrla de Alter do Chão: o gargalo do saneamento básico da vila. Foto: arquivo/Paulo Cidmil

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17 Responses to 2 projetos para Alter do Chão pré-selecionados

  • Isso e uma vergonha!
    Praia que é reconhecida como o Caribe Brasileiro tem a saída de esgoto de toda a vila sendo despejado na Praia!
    Santarém…coisas que só acontecem aqui!
    Vergonha!

  • Prefeito já verificou se o Hotel da sua Secretária de Turismo não está contribuindo com a poluição de Alter ???

  • Santarém não é nada sem Alter do Chão, pelo menos na minhã opinião. Conheço pessoas que do aeroporto seguem direto para Alter. O regionalismo deve ser levado a sério tem que ser a bandeira deste lugar!

    Os responsáveis devem tomar providencias agora, pois o lugar está em constante degradação, principalmente na parte sitada no Blog.

    Empresários que só visam o lucro devem ser rejeitados por sua própria clientela, como? Simples com um programa de conscientização. Vou até lança uma ideia aqui,quem sabe o povo não começa a ter orgulho de ser ”Mocorongo”. Um programa simples e inteligente, o nome poderia ser CARTA VERDE onde hotéis,bares e restaurantes seriam obrigados a aderir, caso contrario não pagaria multa e etc e sim perderia seus clientes, pois Carta Verde seria vinculado a uma campanha de Marketing onde todos fiquem sabendo. Agencias de Turismo, Taxistas e etc estariam orientando os clientes sobre o programa, assim tal estabelecimento que não cumpri-se as regras como de jogar esgoto no rio, não receberia o certificado de empresa ecologicamente correta. Já as empresas corretas receberiam uma bandeira mais sinalização na entrada como na cor verde para mostrar sua conscientização, gerando e claro publicidade positiva tanto para elas como para Santarém,Alter e população.

    Curta no Facebook> Caribe da Amazônia – Alter do Chão

    1. Boa idéia. É por aí que se aplica mudanças. Alguma coisa tem de ser feita!
      A certificação das pessoas do bem, e o castigo para as pessoas do mal, na questão ambiental.

  • Não dá mais para esperar, prefeito. Solução urgente, sem muita conversa ou promessa. O POVO está de olho, doido pra sair nas ruas novamente. Paciência tem limite!!!

  • outra coisa, tem que parar de escutar estes ongueiros doidos, e dizer que lá na ilha de alter do chão não pode ter agua encanada e nem energia,eu mesmo vou fazer uma matéria e vou postar na internet,mostarndo para o mundo que toda comida que ele come na ilha,é temperada com MERDA e MIJO,pois todos sabem que a água que se lava os pratos e talheres,é apanhada no lago, então senhores dos poderes,se querem que alter continue sendo esta praia linda,cuidem de colocar energia eletrica e água potável e banheiros quimicos diariamente,e não só em festas,pois todo dia se CAGA e se MIJA no lago

    1. Bolinha do Incra, parabéns pela sinceridade no português claro e sem rodeios!
      Estão servindo peixes temperados com molho de coliformes fecais “in natura”. Pobres turistas e visitantes… A primeira água eles levam da vila, mas quando acaba… onde é que eles pegam?
      Mas pra tudo tem jeito. Vejo duas alternativas para isso: A sanitária seria equipar uma balsa segura e motorizada, com banheiros coletivos; masculino e feminino, que periodicamente se deslocaria para um porto determinado onde seria bombeado o material fecal para uma fossa hermeticamente fechada em terra firme, com os devidos sistema de filtros anairóbios.
      A água potável encanada de boa qualidade, poderia vir de um poço perfurado no “Aquífero Alter do Chão” na parte mais alta da “ilha” (pra mim é uma península fluvial), com bomba submersa e uma caixa d’água elevada com distribuição enterrada na areia no eixo da “ilha” com pontos de usos nas barracas e opções de duchas distribuidas na praia.
      Brevemente escreverei um artigo completo sobre o assunto.

      1. obrigado DAVI, uma hora caso more aqui em santarem,queria ter o ´prazer se conversar contigo, sobre este assunto,pois,tem que ser feito alguma coisa, e se for esperar pelas esferas governamentais, não acontece nada nos próximos 30 anos, já com uma pressão popular firme,este ´prazo se reduzirá , pois estou pronto para encabeçar uma luta em prol deste cartão postal que nos orgulha tanto, e é tão menosprezado pelos poderes estaduais e municipais,já moro aqui deste 2005, e entra ano e sai ano e continua todo mundo MIJANDO e CAGANDO nas BELAS ÁGUAS DO LAGO VERDE

        1. Bom dia amigo.

          em 2014 iremos até santarém fazer um estudo de caso relacionado a falta de saneamento na cidade. gostaria de um apoio referente as condições sanitárias do município, em especial a vila de Alter. se puder me mande seus contatos por email que eu ligo ai falaremos sobre o assunto, lembrando que esse estudo fará parte do congresso para desenvolvimento sustentável na cidade de Madri Espanha no ano de 2015.

          um Abraço. Eng Julio.

    1. Uma das alternativas para esse descalabro, enquqnto ainda não tem tratamento, seria construir “EMISSÁRIOS SUB-FLUVIAIS” para jogar os efluentes o mais afastado possível da praia.
      Manaus e Belém já adotaram esse sistema; o primeiro despeja no Rio Negro e segundo no Rio Guamá.

      1. Emissários para jogar o esgoto no meio do rio? Aí eu não aguento mais ficar calado. ISSO ESTÁ ERRADO Sr. Marinho, como muitas outras posições suas, aqui exaltadas por leigos como o senhor.
        Essa galeria existente não é para esgoto (primário ou secundário), é para a drenagem de águas pluviais. A correta destinação do esgoto residencial e comercial seria em fossas, filtros anaeróbios e sumidouros e não ligados na rede pluvial ou direto na sarjeta como é costume em Alter e Santarém.
        A solução seria a fiscalização pelo poder público dessas ligações clandestinas e a construção de dissipadores de energia na saída da rede para minimizar os efeitos da erosão na praia, o resto é pabulagem.

        1. Sr, Opinador,

          Primeiro, você deveria exercer seu direito democrático de criticar, mas como cidadão e se identificando. Sem se identificar, você deve estar inseguro e teme pelo que defende.

          Não lembro-me de ter defendido ligar esgoto fecal ou água servida em galerias pluviais.

          Eu jamais faria isso. O que disse, foi sobre esse esgoto da foto, que suponho ser pluvial.

          Mas emissários sub-fluviais são possíveis em rios caudalosos, inclusive para esgotos sanitários, mas depois de um pré-tratamento. Pois os grandes rios têm capacidade de depuração de efluentes:
          Emissário submarino ou sub-fluvial, são sistemas de tubulações para lançamentos de esgotos sanitários ou industriais no mar ou em rios caudalosos, aproveitando-se a elevada capacidade de auto-depuração das águas marinhas que promovem a diluição, a dispersão e o decaimento de cargas poluentes a elas lançadas.
          Atualmente, os emissários submarinos são complementos integrados nos sistemas de tratamento e disposição de esgotos sanitários das cidades litorâneas. A emissão de “dejetos líquidos” no ambiente foi regulamentada pelo Protocolo de Annapolis da mesma forma que a “emissão de gases” foi regulamentada pelo Protocolo de Quioto. O seu funcionamento é extremamente simples e eficiente no tratamento dos esgotos. Mas o lançamento deve ser precedido por algum tipo de tratamento convencional ou filtragem.

          No Brasil, existem algumas dezenas de emissários submarinos e sub-fluviais, entre os quais os de Ipanema, Barra da Tijuca e Rio das Ostras, no Estado do Rio de Janeiro, o de Fortaleza, Ceará, e os dois de Maceió em Alagoas, Aracaju (Sergipe), Salvador (Bahia) e Guarujá, Santos, São Vicente e Praia Grande, em São Paulo.
          O primeiro emissário submarino projetado no Brasil foi o da praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, em 1970, com um diâmetro da tubulação de 2,40 metros e com uma vazão de projeto igual a 12 m³/s. Este emissário contou, entre os projetistas; Russel Ludwig e Fernando Botafogo Gonçalves.
          Saturnino de Brito Filho, em 1972, junto com o engenheiro sanitarista Jorge Paes Rios, projetaram e construíram o primeiro emissário sub-fluvial do Brasil em Manaus (Rio Negro), no Estado do Amazonas, e o segundo em Belém (Rio Guamá), no Estado do Pará.
          Para o cálculo da diluição, da dispersão e do decaimento bacteriano ou químico são utilizados, normalmente modelos matemáticos e, eventualmente, em lançamentos de efluentes industriais, com grandes vazões, como o de uma usina nuclear, também modelos físicos.

          Saudações.

          1. Ser anônimo é uma prerrogativa da qual eu posso lançar mão, por isso continuarei assim e não é por insegurança, e sim por precaução contra covardias. Se a regra fosse todos se identificarem, eu o faria.
            Sua resposta só denota o que eu já disse, ou seja, o sr é leigo.
            O sr diz que supõe que o esgoto da foto é pluvial, certo? Então me diga, está chovendo? Por que não pára de jorrar água chôva ou faça sol?
            Quanto ao resto de seu texto, é apenas uma trivial pesquisa de internet e uma belíssima viagem na maionese.
            Pensar em emissários quando não se consegue sequer resolver problemas mais básicos e elementares como prover a ilha de água potável e banheiros, dentre outros, é, cordialmente falando, descabido.
            Aqui, de minha parte, dou este assunto por encerrado. Talvez, quando não aguentar mais suas “rabulices”, eu me pronuncie, ou talvez quando resolverem construir uma usina nuclear em Alter.

          2. Sr. Opinador,

            Só para encerrar e completar o raciocínio. A foto por si só, não prova se foi batida após uma chuva esporádica, comum em nossa região amazônica, ou não.
            Mas se quiser mais informações, clique em: GOOGLE e digite; (Emissários submarinos e sub-fluviais no Brasil), e verifique você mesmo se as fontes são confiáveis ou não, pois existem fotos da execução desses projetos.
            Pesquise também sobre o “ciclo do magnésio” que emitidos pelas fossas e que quando alcançam os lençois freáticos, são benéficos à saúde…

        2. Sem duvida o tratamento dos esgotos domésticos nas fossas sépticas quando praticado em áreas sem rede de
          esgoto pode oferecer níveis adequados de serviço para a disposição de excretas em pequenas comunidades,
          contudo em grandes áreas urbanas, sob certas condições hidrogeológicas varias fossas apresentam um risco de
          migração direta de bactérias, vírus e nutrientes para aqüíferos subjacentes e fontes vizinhas de águas
          subterrâneas. Com freqüência, esse é o resultado da falta de espaço nas zonas densamente povoadas onde são
          construídos poços escavados ou tubulares particulares para substituir ou aumentar as fontes comunais de
          água.

          Os compostos de nitrogênio residuais nos efluentes das fossas sépticos representam um perigo imediato para
          as águas subterrâneas, podendo causar problemas persistentes afetando grandes áreas. O nitrato é aquele que
          apresenta ocorrência mais generalizada e problemática, devido a sua alta mobilidade e estabilidade nos
          sistemas aeróbios das águas subterrâneas. Outra preocupação é que os nitratos possam estar acompanhados
          por alguns poluentes orgânicos sintéticos e metais pesados, como os cromatos.
          pensem bem !

          um Abraço Eng Julio Cesar. Rio de Janeiro

  • Até agora somente obras de maquiagem, e mal feitas, como pode ser observado pela “boca negra” da foto. Louvável a iniciativa da administração municipal!
    A beleza natural da Vila também precisa de sustentação com obras de saneamento. Essas duas iniciativas devem contribuir para isso.

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