por Sidney Canto (*)
Dia 4 de dezembro
Alguns fatos passageiros
Em 1971, chamava atenção o fato da berlinda ser precedida de um grupo de lanceiros da Polícia Militar. Montados a cavalo e com toque de clarins, anunciavam a passagem da procissão pelas ruas da cidade.
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Nos anos de 1970, 1971 e 1972, o carro dos anjos acompanhava o círio. Foi retirado da procissão por não mais poder comportar as pessoas que desejavam acompanhar seus “anjinhos” em cima do carro dos anjos.
No ano de 1981, a berlinda foi confeccionada de forma especial: trazia sobre si uma canoa denominada Nossa Senhora da Conceição, sobre a qual se conduziu a imagem. No dia da Festa, após a procissão de encerramento, a berlinda, juntamente com a canoa foram rifadas no arraial. Até hoje não se sabe o que o ganhador fez com a berlinda da santa.
No ano de 1992, foi introduzida a procissão fluvial na véspera do círio, primeiramente sendo realizada pela manhã e depois pela tarde antes de sair a transladação. A mesma não pegou e foi abolida para dar lugar, em 1995, a uma magnífica carreata que antecede as festividades.
No ano de 1958, o arraial funcionava na praça Rodrigues dos Santos. Na noite da Festa, 8 de dezembro, por volta das dezenove horas, desabou um forte temporal na Cidade, acabando mais cedo com a Festa. No ano seguinte o arraial voltou para a praça da matriz.
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