Edinaldo Carneiro da Cunha (foto), 39 anos, é quem comanda o famoso Bar do Dadá, no cruzamento da Moraes Sarmento com a Marechal Rondon, em Santarém.
Dadá é o codinome do nº 1 do pedaço, cuja existência já encosta em 3 décadas. Foi aberto pelo Seu Benedito Cunha, pai de um prole de 4 filhos. Dadá é o caçula. Todos nascidos em Frecheirinha, no Ceará, a 283 km de Fortaleza.
No bar, Dadá faz de tudo bar: caixa, garçom, cozinheiro e, quando o local não tá inflamado, interlocutor dos que, sem companhia, querem bater papo.
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Solteiro, ele liberou há 4 anos uma das paredes do bar para fotos dos clientes mais assíduos e jogadores e times que fizeram a história do futebol santareno. Até o botafoguense Garrincha aparece no mural, registro histórico da passagem do craque de pernas tortas pela cidade.
– Foi ideia do Valdemir [Pinheiro, ex-gerente do Banpará, já falecido – ressalta Dadá.
Sobre o horário de funcionamento da casa, em cujos fundos ele e a dona Noêmia Aguiar, sua mãe, moram, Dadá usa uma comparação, em tom espirituoso:
– Aqui é que nem cantiga de grilo: só para quando espoca o bucho.
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Profissão às terças: DJ.
Profissão às terças: repórter.

Essa comparação do Helvécio (com todo respeito) é no mínimo rizível…hahaha
FAZ ME RIR, v. estaria coberto de razão se eu não tivesse feito a ressalva: “não querendo comparar”. O que digo é que o que o amigo Dadá faz é, sim, cultura! Cultura de portas abertas o que é feito em grandes cidades e alguns desses lugares tomei a liberdade de citar. Devemos aplaudir singelas manifestações como essa pois guardam a memória de nossa cidade, de nosso povo. Obrigado por sua respeitosa manifestação. Em dezembro se v. aparecer por lá, terei o prazer de conhecê-lo. TAPAJOARAMENTE, ( Nota: FAZ ME RIR? Vou tentar: O que v. acha algum clube de Santarém contratar o Dadá como técnico, pagar uma passagem ida/volta a Manaus e organizar caravana para buscá-lo no aeroporto como se fosse o Muricy Ramalho?).
Esses são os assuntos dos pretensos habitantes da Nova Capital, essa é a “cultura”………..vou me mudar!
Com essa tua visão vesga, caolha e atamancada de cultura, já vais tarde.
Querido Jeso, v. como um cavalheiro, responde a coisas que não merecem resposta. A propósito e não querendo comparar, em Nova York, na 44th Street c/ 7th Avenue, tem um restaurante italiano chamado Carmine´s, muito frequentado por brasileiros. A parede é toda coberta de foto de artistas que frequentam ou frequentaram, eis que próximo à Broadway. No Rio de Janeiro, La Fiorentina, no Leme, tem elogios/agradecimentos nas paredes e também foto de frequentadores ilustres. Em São Paulo, o Famiglia Mancini, no Bela Vista, usa esse expediente; no Restaurante Copacabana, na Cidade Baixa, em Porto Alegre, idem; no Divina Gula, Jatiúca, Maceió, também. Isso é cultura de portas abertas. Tem gente que precisa viajar. Ave, Dadá! TAPAJOARAMENTE, SAUDAÇÕES AZULINAS,
hahahahahaha! essa resposta foi muito boa!!
parace que esse cururu é daqueles que não bebe, não fuma e nem fode( só a paciencia alheia).
vais com Deus, grande batráquio.
Caro Jeso,
tenho certeza, o arigó vai se emocionar com essa menção que explodiu em comentários elogiosos, assim como, (não podria deixar de ser) gozadores de figuras exponenciais presentes e ausentes da “Terra da Felicidade” mas, que conhecem e, em algum momento, são frequentadores desse afável cantinho de verdadeiros amigos. Penso que quando voltares lá, a “empresa” vai se incumbir. Não é isso Dadá?
O Dadá é um psicólogo natural, um cavalheiro. O Bar do Dadá é o clube do bolinha sem preconceito pois aceita presença feminina; lugar simples mas de atmosfera respeitosa, feliz e nobre. Sempre é bom ver um rosto amigo, lá sempre tem alguns, a começar pelo dono e a fofinha da Da. Noemia . Sucesso vizinho!
Grande Dadá!
Quando vou a Santarém, procuro meu amigo Heliomar (Polícia civil) para irmos ao bar do Dadá, que assim como o Juba (sombra da mangueira), sabem dar preferência ao bom atendimento.
Felicidades ao sr. Dadá e abraços ao eterno frequentador “Floripa”.
Concordo com o Nilson quanto a uma homenagem maior ao Floripa (a foto deve ser sem camisa, né?)!!!!!
Putz, Jeso, dedurastes que o Dadá é cearense, pois ele sempre afirma ser carioca (rs). O Dadá é o protetor do bom bebedor, expulsando da “EMPRESA”, como ele chama o boteco, os maus bebedores. Também é uma pessoa de sacadas rápidas e inteligentes, por isso a turma cada dia aumenta mais. Além de tudo isso ainda é flamenguista. Ê caboclo bom!
No Dada’s tem coisas que são realmente incríveis. São os momentos em que, do nada, aquele lugar pacato e tranquilo, vira uma “zorra”.
Alguns exemplos:
Numa bela noite de sábado, ao som de “Embalos de sábado a noite”, o ambiente virou uma discoteca dos tempos da brilhantina. Eram todos dançando na beira do balcão!
Outra: Num domingo ensolarado, Miguelão, ao som de “The Fevers”, deu um show dançando ao estilo Jovem Guarda. Essa vai pro youtube.com
O mais recente: Domingo último, João Araújo, frequentador de todos os domingos (a partir das 09:00), munido com duas baterias para seu som automotivo, 7 pen drives com diversos ritmos músicais (de excelente gosto), soltou às 18:30, um arsenal de músicas ao ritmo de balada. Junto à tudo isso, uma belo globo de luz em cima do balcão. Todos na rua pensavam que aquilo era o renascimento da Disco Music.
Valeu Pumiado!! (Quem não sabe o que signifca, pergunte ao Arigó!)
Jeso,
Conheço o Dadá, foi bolero do Fluminense, junto com o irmão Jonso, o Tomé Guimarães era o técnico. Dadá muito suceso, estarei em Santarém em agosto vou tomar um gelo ai.
Luiz Dolzanes
´Só tem um problema que o dadá causa: atrito entre os casais. Porque nós homens ficamos muito tempo por lá, horas e horas e quando chegamos em casa depois de inúmeras ligações delas, é aquela confusão.
Isso acontece com muitos. Vlaeu dadá pela cerveja gelada .
O quê que esse Dada tem? Esta pergunta minha irmã fazia quando eu chegava em Santarém e perguntava aonde estava meu irmão, Helyton Figueira. É claro que a resposta anterior era “no bar do Dada”. Bom, só me resta conferir porque meu irmão e seu fiel escudeiro, Jó, não saem de lá. É um boteco! Apenas um boteco. A simplicidade é tudo, e se melhorar estraga. Onde amigos se reúnem para celebrar a vida. Falar sobre o Dia-a-dia (verdades e Mentiras). Neste dia, pude rever meu amigo Floriano, Barbara entre outros. Estando em Santarém, com certeza tem que passar por lá.
Vejam quem está na mídia do blog do baixinho, grande companheiro Dadá, saudades, logo estarei aí tomando um gelada.
Dadá, figura ímpar!
Seu bar é ponto de referência, sem dúvida!
Atendimento de excelência, ambiente democrático, cada um é servido com a cerveja que gosta, no local que gosta, paga a sua própria conta, curte boa música, bom bate papo e sai (ou fica) feliz!
Bar do Dadá é daqueles lugares de todos os dias, todas as horas, sem frescuras ou salamaleques! Apenas um GRANDE coração, que só perde em tamanho, para o freezer! 🙂
Ave, Dadá! Longa vida para você, meu amigo!
Abraço fraterno
Celson
Vez enquando passo lá no Dáda …
Pena q. ele não goste dos apelidos que eu o aplico, né Floriano?!!!
De vez em quando passo no Dadá …
Como o Dadá é cultor do vernáculo, faço a devida correção.
Oportuna correção!
Eu já tomei varias gelosas no bar do Dadá, sempre foi cordialmente bem atendido, talvez é o que falta em Santarém profissionais super dedicados em seus bares. Tudo de bom Dadá, qualquer hora eu vou espocar o bucho aí.
Jeso, no meu artigo (Blog e Gazeta), “Pra Matar de de Inveja”, faço uma homenagem ao Dadá, apesar da sua ingratidão de não colocar nenhuma foto minha no telão. Sempre que vou à Capital do Estado do Tapajós dou um pulinho no Dadá só pra “gozar” pelo que considero falha imperdoável. Às vezes quando passo de carro dou uma paradinha e cobro: “Cadê a foto!” . Ele, com seu invencível bom humor, sempre responde com uma piada. Acredito que ele só coloca jogador feio na parede pra não fazer concorrência com ele. Junto à Ypiranga do nosso honorável Cacheado, considero o Dadá um dos lugares sagrados de nossa Pérola. TAPAJOARAMENTE, SAUDAÇÕES AZULINAS.
Jeso,
Alguns dos frequentadores do Bar do Dadá já fazem por merecer não uma foto, mas um poster, em tamanho natural, na parede (não é, Floripa ??!!!)
Saudações Tapajônicas,
Nilson Vieira
P.S. (para o Floriano): prometo utilizar o próximo “atestado liberatório” aí com vocês rsrsrsrsrs
,
Quem conhece esta figura, ilustre e dedicada ao seu trabalho, sabe q o foi dito e pura vedade. Nosso amigo Dada deve ser lembrado sempre com carinho pela forma transparente como trata e recebe qulquer individuo em seu estabelecimento de trabalho, ou melhor, eum sua casa. VAleu Dada!
Jeso, quando eu tinha a coluna no jornal O Impacto, uma vez escrevi que a diferença do bar do Dadá para o do Seu Camilo, era que no Seu Camilo dava os Pés Inchados brega e no Dadá dava os Pés Inchados chic…rs…Dadá ficou mais de um mes sem falar comigo, quando ia lá, ele não me expulsava mas também não me servia, eu ia buscar cerveja no bar em diagonal, o Senadinho. Grande Dadá.
Jeso, há cerca de três anos eu frequento quase diariamente o “Escritório do Dadá”, como a gente carinhosamente chama.
Lá aparece uma turma boa de cerveja e papo. Aqui e ali aparecem uns malas que o Dadá cuida de ‘despachar’, para preservar o bom ambiente reinante.
Boa música mecânica ( nos carros ), em decibéis que permitem a conversa em tons amenos, também dão a tônica ao local.
Quem nunca foi, precisa ir, mas tem que ser avalizado por um frequentador com foto na parede.
Irmão e parceiro de modinha Floripa, disseste tudo e mais um pouco, o Dadá realmente é um figuraça de primeira catigoria. Faz parte da cortesia da casa proporcionar a clientela, paz, harmonia e tranquilidade, barrando os chatos, lisos e principalmente os que adoram beber e se mandar, sem escalar os plecos, por isso a regra por lá é severa como você disse “para preservar o bom ambiente reinante”, falando nisso, faça uma de suas letras que me proponho colocar melodia em homenagem ao arigolino Dadá, do tipo daquela ‘de volta para minha rede’ e ect e tal.
Um forte abraço parente!
Diante de tão boa plateia, gostaria de frequentar, uma gelada, boa musica e um bom papo não se acha em qualquer esquina.
Qual documento precisa para obter a permissão para usufruir desse ambiente?