
Virou um tango, engenho & arte de Vicente Fonseca, o poema Lábios, engenho & arte do poeta Edwaldo Campos, publicado neste blog na semana passada.
A parceria dos dois artistas é azeitada.
Em agosto deste ano, eles produziram o maxixe Cadê Maria?.
Edwaldo e Vicente são amigos e parceiros de longa quilometragem.
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Neste link, ouça o novo trabalho da dupla.
Amanhã (16), Edwaldo será o protagonista da seção “No raso com…” deste blog. Entre outras revelações, ele conta que sempre sonhou ser jornalista, e até pediu ao seu pai que comprasse o Jornal de Santarém, assim que Arbelo Guimarães morreu. Mas não deu certo. Virou advogado.
– Meu sonho sempre foi ser um jornalista, dono de jornal. Cheguei a exercer esse papel por cerca de 3 anos num pequeno tabloide semanal que circulava no Colégio Moderno, onde cursei o curso clássico em Belém – relembra.
Caro Jeso,
Grande Edwaldo!…
O Edwaldo Campos é meu parceiro musical desde a década de 70 do século XX.
Ele, eu e outros jovens idealistas projetamos o histórico 1° Festival de Música Popular do Baixo-Amazonas, realizado em Santarém, em dezembro de 1970.
O tango “LÁBIOS”, a nossa mais recente parceria (letra do Edwaldo e música minha), foi composta justamente no “Dia do Tango” (11/12/2012).
Entreguei a partitura musical desse tango ao casal de bailarinos (Carlos Sarmento e Cris Esquerdo) que dançou na solenidade de minha posse no Instituto Histórico e Geográfico do Pará (IHGP), quando também ocorreu o lançamento do livro “A Vida e a Obra de Wilson Fonseca (Maestro Isoca)”, no último dia 14/12/2012, no Auditório Aloysio da Costa Chaves, no TRT-8ª Região, em Belém. Nesse evento, o casal de bailarinos dançou o bolero “Um Poema de Amor” (Wilson Fonseca), em homenagem ao centenário de nascimento de meu saudoso pai.
Na ocasião, foi executado, em primeira audição, o “HINO DO IHGP”, com letra de Célio Simões e música de minha autoria, em gravação interpretada pelo Coro Jovem e Quinteto Maestro Wilson Fonseca, de Santarém, son a regência de José Agostinho da Fonseca Neto, meu irmão, que veio de Santarém para Belém exclusivamente para prestigiar o evento.
A minha saudação, na cerimônia de posse no IHGP, foi feita pelo Dr. Célio Simões.
O meu discurso de posse está à sua disposição. Se desejar publicá-lo, fique à vontade.
Abraço,
Vicente Malheiros da Fonseca.