
O empresário Olavo das Neves, com atuação no oeste do Pará, foi eleito ontem (3) o novo presidente da Faciapa, entidade fundada há 27 anos e que congrega as associações comerciais e empresariais do Pará.
A eleição de Olavo se deu por aclamação, dado que apenas uma chapa foi inscrita para a disputa.
No Leia Mais, abaixo, confira os nomes da nova diretoria eleita.
Olavo das Neves, da Aces (Associação Comercial e Empresarial de Santarém), ficará no cargo no biênio 2013-2014.
— ARTIGOS RELACIONADOS
- Festa da Integração Nordestina 2026 celebra tradição, cultura e grandes shows em Mojuí dos Campos
- Multa-mãe: o motorista que desafiou a Pare Azul e provocou o processo do MP contra a Prefeitura de Santarém
- Guerra milionária: Justiça proíbe empresário de se aproximar de empresa em Santarém após pai idoso denunciar agressões
É a primeira vez na história da Faciapa que a entidade será dirigida por um empresário do interior paraense.
PRESIDÊNCIA:
ACES – Assoc. Com. e Empresarial de Santarém – Olavo Rogério Bastos das Neves
VICE-PRESIDÊNCIA:
ACP- Associação Comercial do Pará – Sérgio Bittar
ACEJ-Assoc. Comercial e Empresarial de Juruti – Olivia Ramos da Silva
ACIM – Associação Coml. Industrial de Marabá – Italo Ipojucan de Araújo Costa
ACIC – Associação. Coml. Indl. Castanhal – Sra. Ciane
ACA – Associação Coml. Empl. de de Abaetetuba – Marinoel Manolo de Sousa
ACIAPA – Assoc. Coml. Indl. Agrop. de Altamira – Maria do Perpetuo Socorro Martins
ASSEB – Associação Comercial de Barcarena – Alzira Brito de Araújo
ACII – Associação Comercial e Indl.de Icoaraci – Luis Otavio Rei Monteiro
AEOR – Associação Empresarial de Oriximiná – Franco P de Almeida Neto
ACIP – Associação Coml. Indl de Parauapebas – Oriovaldo Mateus
ACIASI – Assoc. Com. de Santa Izabel do Pará – Sr. Valmir
ACIT- Associação Coml. Industrial de Tucuruí – Sr. Hernandis
ACIA – Associação Empresarial de Ananindeua – Francisco de Assis Sousa
ACIACA-Associação Coml de Canaâ de Carajás – Telma Maria Silva
ACINP – Assoc. Com. Indl. de Novo Progresso – João Marques da Silva
CONSELHO FISCAL:
ACEIMA – Assoc Coml. Emp. Ind. de Monte Alegre – Matheus Almeida dos Santos
ACIAPA – Associação Com de Xinguara – Francisco George dos Santos
ACIR – Ass Com Indl. e Rural de Ponta de Pedras – Francinélio Duarte Lourenço.
Parabéns Olavo , mostra o que você sabe fazer
Bom ele não e Santareno como diz a matéria, mas sim de Belém,onde morou no bairro chamado Pedreira.Apenas adotou Santarém como sua cidade por morar há muito tempo no municipio.
Experimenta dizer, Ferreira, para o senhor Olavo das Neves que ele não é santareno. Experimenta! rsrsrs
Ok. Vou esperimentar até porque conheci ele aqui em Belém. Quando juntos fizemos a carreata do “sim” na capital até almoçamos juntos, eu ele e toda a comitiva que veionos apoiar na causaem belém.
Pode deixar que vou esperimentar rsrsrsr.
Sr. Ferreira o Sr. Olavo das Neves é cidadão Santareno com o titulo dado pela camara municipal de Santarém e mais foi a pessoa que mais lutou e luta por esta região especialmente pelo Estado do Tapajós, não é natural de Belém e sim de Marapani que também é interior do Pará, então assim é genuinamente o primeiro presidente do interior a comandar a FACIAPA e mais está representando a Associação Comercial de Santarém da Federação.
Meu nobre amigo esse rapaz “Olavo” é um lutador e defensor de nossa região.
Forte Abraço
Ok amigo não quis ofender apenas quis corrigir a matéria, para que os leitores soubessem de onde ele verdadeiramente é.Sei também o lutador que ele é, em hipotese alguma falei que ele não foi defensor ou lutador da região as vezes falta mas interpretação das pessoas quanto aos comentários feitos aqui.
Mas forte abraço pra você. 😉
Debate democrático e nada pessoal
Jeso, a minha participação na diretoria do ICPET terminou duas semanas após o plebiscito, durante o mês de outubro de 2011. Ocupei o cargo de Secretário Geral durante algum tempo e dei expediente de forma voluntária todos os dias, no período de 2005 a 2011, desde que era denominado “Movimento pelo Estado do Tapajós”.
Não vejo pessoas se apropriando do ICPET. Vejo sim, a dificuldade de alguma liderança nova assumir a entidade se dedicar como fiz há mais de uma década ao lado do professor Edivaldo Bernardo. Vejo a falta de comprometimento da nova geração que usou muito bem a causa da emancipação e o resultado do trabalho de pessoas anônimas na eleição municipal sem ter participado de forma efetiva da luta. Além disso, em se tratando da luta pelo Estado do Tapajós, o professor Edivaldo Bernardo tem muito crédito tanto com o trabalho quanto em termos de investimento de recursos próprio.
Vejo o ICPET como uma entidade onde as pessoas não precisam ser membros da diretoria para ajudar nos trabalhos que o instituto realiza. Ou receberem um convite especial para participarem. Recentemente fui a Santarém desenvolver atividades junto a UFOPA e fui ao ICPET saber se havia alguma coisa que eu pudesse ajudar. O professor Edivaldo Bernardo disse-me que havia muito trabalho e a equipe que estava o ajudando era mínima. Perguntou se eu poderia ser o mestre de cerimônia do lançamento do PLP, sem ônus e disse que sim, como de outras vezes. Não faço mais parte da diretoria, mas continuo um voluntário da emancipação.
A minha crítica sobre as críticas feitas recentemente é por que se trata de jornalistas e, assim sendo, têm maior responsabilidade de checar os fatos antes de publicá-los. Refiro-me as criticas de que os segmentos socialmente organizados não teriam sido convidados e pela quantidade de ofícios e telefonemas dados a essas entidades vejo que quem disse isso faltou com a verdade. O mesmo foi dito sobre o mapa geográfico do novo projeto de que seria o mesmo em relação do projeto anterior.
Li alguns textos que criticavam a ação feita pelo ICPET. Não li textos seus, Jeso. Não é nada pessoal e muito menos falta de espírito democrático. Não estou dizendo que se tivesse lido textos que deixaria de fazer as críticas. Entendo que isso é um debate, com espaço para quem tem equilíbrio e espírito democrático, que certamente, lhe é peculiar. Supostamente, se alguém me critica, por que não posso criticá-lo também?
Além disso, Jeso, não tenho porque jogar a toalha e deixar de fazer um trabalho voluntário seja no movimento, em associações ou na igreja, por acreditar que independente da posição que ocupo na sociedade posso olhar além do meu umbigo e contribuir para melhorar a vida das pessoas. Jamais tive alguma vantagem sobre as atividades voluntárias que exerci em toda a minha vida.
Para finalizar, acredito que podemos fazer um bom debate e parabéns por ter postado o meu comentário. O que você fez também e democrático.
Ednaldo, me desculpe, mas você não é o único voluntário em prol da criação do estado do Tapajós. Ainda que fora do ICPET, há muita gente que faz isso há muito tempo e não dá publicidade alguma sobre essa prática.
Amigo Ednaldo, respeito sua opinião e reafirmo o que escrevi sobre o ICPET, quando você se refere dizendo “é por que se trata de jornalistas e, assim sendo, têm maior responsabilidade de checar os fatos antes de publicá-los. Refiro-me as criticas de que os segmentos socialmente organizados não teriam sido convidados e pela quantidade de ofícios e telefonemas dados a essas entidades vejo que quem disse isso faltou com a verdade.. ”
Participei como voluntário na luta do plebiscito incentivado por você, e por várias vezes elogiei seu esforço, quase sempre não reconhecido. Não tenho medo de assumir as críticas contra o ICPET, até porque as fiz ainda na época do plebiscito a você, ao professor Bernardo, ao Olavo, ao Chicão e até ao Reginaldo Campos, que parecia concordar comigo. Faltar com a verdade seria evitar o tema e apenas elogiar o movimento. Isso não me torna menos militante da causa. Inclusive, sugeri a você que fizesse uma análise científica na sua monografia da Pós em Jornalismo Científico que estamos fazendo juntos, exatamente sobre o tema e você sabiamente aceitou o desafio.
Sempre critiquei todos os movimentos em prol do Tapajós por acreditarem que um simples convite a uma entidade para participar de um evento, defina que ela já esteja inserida no tal movimento. Sempre falei isso pra você. Sempre disse que apesar dos esforços das lideranças de todos os grupos já formados e do último comitê, depois transformado em instituto, não conseguiam provar que não eram um movimento elitista.
A inserção popular de qualquer movimento em prol da sociedade tem que levar em conta o que essa sociedade quer ouvir. E não apenas convocar reuniões e apresentar propostas previamente discutidas e distribuir tarefas. O amplo debate das questões é importante para dinamizar o processo e torná-lo realmente popular.
Sei que você se chateia exatamente com a questão por sempre ter trabalhado com a articulação dos diversos setores. Quando você diz “Refiro-me as criticas de que os segmentos socialmente organizados não teriam sido convidados e pela quantidade de ofícios e telefonemas dados a essas entidades vejo que quem disse isso faltou com a verdade”, você só está corroborando com minhas afirmações. Afinal esse sempre foi seu trabalho e você sempre me dizia “enviei ofícios, mas o pessoal não apareceu”. É exatamente este ponto que eu destaco no nosso debate. A falta de credibilidade do movimento por sua característica elitista, leva os movimentos populares a não darem a mínima atenção aos ofícios recebidos, e daí, passa-se a ter plenários vazios e cada vez mais decisões de minorias.
Você está agora fazendo mestrado e discutindo sobre quebra de paradigmas dentro da academia. Qualquer movimento pro-Tapajós que queira ter sucesso só conseguirá isso se quebrar os velhos paradigmas do oficialismo e burocratismo. É preciso ir “onde o povo está”, como diria Milton Nascimento. Um processo lento e gradual, reunindo nas entidades, nos bairros e dando à elas autonomia de sugerir, e não somente de concordar.
Caso contrário, amigo, sinto que continuaremos sendo massa de manobra nas mãos de políticos inescrupulosos como Lira Maia e Reginaldo Campos, este último referendado pelo Edivaldo bernardo na última eleição…
Parabéns meu jovem promissor empresário….Isso é com certeza o coroamento de um trabalho sério em defesa da classe e dos interesses de nossa região…Muito sucesso e sua gestão, ao lado de Alberto e Alaércio.
Parabéns ao Movimento pelo Estado do Tapajós e ao Olavo.
É mais uma conquista do ICPET (Instituto Cidadão Pró – Estado do Tapajós) que apesar das críticas equivocadas feitas pelos SAPs (Santo Anjos de Plantão), de que a entidade não tem o respaldo da sociedade, embora tenha obtido em toda a região do futuro Estado do Tapajós mais de 96% de aprovação no plebiscito.
A presidência da FACIPA agora sob a gestão do empresário Olavo das Neves, que é natural de Marapanim, com atuação empresarial em Belém, Castanhal e Santarém é o reconhecimento de que a entidade estava concentrada em Belém, assim como as outras instituições e os benefícios governamentais. Trata-se de um movimento para dizer que a turma do NÃO estava certa e de que o Pará agora está unido. Claro que isso é conversa fiada.
Estive recentemente em Santarém e os órgãos do Estado presentes na cidade não tem autonomia de gestão e nem financeira. Estão apenas para fazer de conta e como exemplo tem o Núcleo de Justiça que não tem funcionários e nem papel para fazer um ofício.
Todos sabemos que o Olavo sempre se opôs a FACIAPA. Em muitas ocasiões disse em público, quando participava da diretoria do Movimento pelo Estado do Tapajós, de que não se sentia representado pela entidade de Belém. Ao lado do Alberto Oliveira que também participou do ICPET criaram a FACEOP (Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Pará).
Só espero que agora o Olavo e o Alberto não abandonem o Movimento pelo Estado do Tapajós, como tem acontecido com algumas lideranças que ao receber alguma vantagem do Estado ou cargos baixam a bandeira da emancipação sem ninguém pedir. Ou ainda, a população do Oeste do Pará pode imaginar que o empresário só participou do movimento de redivisão do Pará, para conquistar o cargo máximo da maior entidade dos empresários paraenses ou belenenses, ou seja, usou o ideal de emancipação em causa própria.
Mas sem dúvida é mais uma conquista do ICPET ao lado de tantas outras, como a implantação da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), a implantação do Hospital Regional em Santarém e Altamira, a implantação do Instituto Federal do Pará (IFPA), a implantação de diversos órgãos do Estado (para inglês ver), mas, sobretudo, o choque dado pelo plebiscito que serviu para repensar a gestão do Pará como um todo, embora até hoje isso seja feito apenas através do rádio, ou seja, a efetiva presença do Estado no interior do Pará continua sendo uma falácia.
Aliás, a bandeira de emancipação do Estado do Tapajós tem servido até aos projetos dos adversários, como aconteceu no ultimo dia 28 de outubro de 2012, em Belém, na eleição do Zenaldo, o maior opositor do Tapajós e do Carajás ao lado do Governador Jatene. Eles usaram a campanha do NÃO para conquistar o voto dos belenenses e com isso conseguiram a Prefeitura de Belém.
Ednaldo, as críticas ao ICPET, por conta desse equivocado, mal-ajambrado e histriônico PLIP não oportunas e deve ser vistas pelos que se arvoram “donos do instituto e acima de qualquer suspeita e crítica” como importantes para o aperfeiçoamento da luta em prol do Tapajós.
Não encare-as como pessoal, não as fulanize (“Santo Anjos de Plantão”). Se não tens condições de fazer o contraponto democrático, se não tens condições de aceitá-las, joga a toalha no ringue e passa a bola pra outro tapajônico.
Reitero uma dessas críticas: o professor Edivaldo Bernardo, por sua filiação ao PSB e por ter ido à TV pedir votos para o vereador Reginaldo Campos na eleição deste ano, não reúne mais condições de dirigir o ICPET, que, visivelmente, virou mero apêndice partidário, virou mera ferramenta de alavancagem político-partidária de quem está à frente hoje da entidade, mas mirando 2014.
A indicação dele, aliás, para dirigente da entidade se deu por conta de sua equidistância de todos os políticos e partidos envolvidos oportunamente na luta. Ao se filiar ao PSB, e poderia se em qualquer outra sigla, Edivaldo perdeu essa áurea.
Companheiro Ednaldo Rodrigues apontando sua fúria para o lado errado. Não percebe que será mais uma vez engambelado por aqueles que, como seu líder “incontestável” Edivaldo Bernardo, caíram no canto da sereia Lira Maia, o todo-poderoso ditador do Tapajós e do “projeto” de ditador Reginaldo Campos…