Santareno morto em SP será sepultado hoje

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paulo Iida e a namorada VanjaPaulo Iida e sua namorada Vanda Filomeno na mais recente visita do casal a Santarém. Foto: Facebook

Será logo mais às 17h, na cidade de Taubaté (SP), o enterro de Paulo Augusto Iida, corretor de imóveis santareno que foi morto com um tiro na cabeça por ocasião de um assalto ocorrido ontem (4) na cidade de São Paulo.

O corpo dele será enterrado no cemitério anexo ao Convento Santa Clara, no jazido da família de Cristina Iida, sua ex-esposa.

O casal teve dois filhos – Diego e Paolo Iida.

O assalto ocorreu por volta das 15h.

Paulo Iida estava em seu carro com a namorada Vanja Filomemo. À frente do casal, em outro veículo, iam as duas filhas de sua namorada.

Os dois veículos pararam em um sinal, na saída da cidade de São Bernardo, já entrando em São Paulo, quando em uma motocicleta bandidos iniciaram o assalto no carro onde estavam as duas mulheres.

Tiro na cabeça

Roubaram bolsas, relógios, joias, celulares. Paulo, no carro atrás, viu tudo, deixou o carro com os braços abertos e pediu aos bandidos que “não fizessem isso com as meninas”.

Foi quando um dos assaltantes deu o tiro na cabeça do santareno.

Agonizando, Paulo Iiida ainda chegou a ser levado a um hospital às proximidades. Mas não resistiu e morreu.

Ex-aluno do CDA (Colégio Dom Amando), ele tinha 58 anos.

Como corretor de imóveis, pertencia ao Creci (Conselho de Corretores de Imóveis) de São Paulo. O número de seu registro era 55292-F.


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3 Responses to Santareno morto em SP será sepultado hoje

  • É uma pena constatar que o caríssimo Paulo Iida, pessoa tão doce no trato com os seus semelhantes, e que carregava consigo como pressuposto basilar a prática do bem, tenha sido obrigado a furar a fila do tempo de estada entre nós, por conta de uma atitude covarde, abominável, irresponsável e acima de tudo criminosa, de um marginal que, lamentavelmente, dá vida ao momento de total insegurança, fragilidade, descaso e desassistência que permeia a atuação dos órgãos de segurança pública no país. Conforto aos familiares.
    Laudelino Filho.

  • Pessoa simpatissísma, desses que deixam lembranças sacramentais. A gente se vê, Porinho (como era chamado pela Matriarca da família).

  • Somos reféns do medo, da bandidagem, da violência e da impunidade. Não vislumbro como essa situação irá mudar, se permanecer esse clima de insegurança do qual são vítimas pessoas de bem que vivem e trabalham honestamente tanto numa metrópole como São Paulo, quanto em uma cidade relativamente pequena como Santarém. Tive pouco contato com Paulo Iida, o suficiente entretanto para saber, pela sua índole, que não merecia a sumária execução do qual foi vítima.

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