No blog do Noblat:
Um acordo de líderes poderá viabilizar a votação ainda hoje, no Senado, da medida provisória que reajusta em 7,72% as aposentadorias acima do salário mínimo e também do projeto do Ficha Limpa, que proíbe o registro de candidatos condenados em segunda instância.
No caso dos aposentados, a MP deve voltar à Câmara. Diante do grande apelo popular suscitados pelas duas matérias, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), praticamente desistiu da estratégia de vincular a aprovação do Ficha Limpa à votação dos projetos do pré-sal, que estão com urgência para votação na Casa.
— Nós alertamos Jucá que se ele insistisse nessa vinculação poderia ser massacrado pelo plenário. Até porque o primeiro signatário do pedido de urgência foi o líder do PT, Aloizio Mercadante (SP) — disse o líder do DEM, José Agripino (RN), após reunião com Jucá e com o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM).
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O primeiro-vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), que deverá substituir esta semana o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), anunciou que pretende pôr o Ficha Limpa em votação hoje, às 16h.
Um acordo de líderes poderá viabilizar a votação ainda hoje, no Senado, da medida provisória que reajusta em 7,72% as aposentadorias acima do salário mínimo e também do projeto do Ficha Limpa, que proíbe o registro de candidatos condenados em segunda instância.
AQUI, mais informações.
Eis aqui alguns dos motivos pelo qual o governo federal tentou ridiculamente procastinar a votação do projeto “ficha limpa”. Leiam:
Palocci, o cara da Dilma junto aos doadores, é ficha-suja. De novo!
A Justiça condenou, em primeira instância, o ex-prefeito de Ribeirão Antonio Palocci (PT), hoje deputado federal, a devolver aos cofres municipais valores gastos com propaganda durante seu segundo mandato. A sentença reúne seis ações judiciais (cinco de 2005 e uma de 2008) propostas pelo deputado federal Fernando Chiarelli (PDT). Até maio de 2001, Palocci havia gasto R$ 413,2 mil com publicidade e suplementado em R$ 500 mil a verba para esse fim. Chiarelli disse acreditar que, atualizado, o valor a ser devolvido deve chegar a R$ 10 milhões. A quantia, porém, tem de ser calculada por um perito. José Roberto Manesco, advogado de Palocci, disse que vai recorrer da decisão.