Como disse no meu depoimento, em função do funcionamento equivocado do setor até então, ou se reformava ou o setor quebrava. E quando se está em situações limite como esta, as coisas ficam muito urgentes e claras.
Dilma Rousseff, presidente da República, em resposta ao ministro Joaquim Barbosa, do STF, que o citou na sessão de anteontem (20) do processo conhecido como mensalão.
eu disse ao pessoal de FHC que tudo seria bem simples: bastava colocar a tarifca elétrica no maior nível do mundo que não faltaria quem investisse, não haveria apagão e nem faltaria que financiasse campanha da sua turma. Mas, o idiota acredito na imbecilidade sociologês que diz que o povo brasileiro é capaz de fazer alguma coisa quando é espoliado.Além disso, Barbosa não percebe que quanto é para espoliar o povo e fazer desgraça, os projetos andam com uma velocidade impressionante.
Nota à imprensa
“Na leitura do voto, na sessão de ontem do Supremo Tribunal Federal, o senhor ministro Joaquim Barbosa se referiu a depoimento que fiz à Justiça, em outubro de 2009. Creio ser necessário alguns esclarecimentos que eliminem qualquer sombra de dúvidas acerca das minhas declarações, dentro dos princípios do absoluto respeito que marcam as relações entre os Poderes Executivo e Judiciário.
Entre junho de 2001 e fevereiro de 2002, o Brasil atravessou uma histórica crise na geração e transmissão de energia elétrica, conhecida como “apagão”.
Em dezembro de 2003, o presidente Lula enviou ao Congresso as Medidas Provisórias 144 e 145, criando um marco regulatório para o setor de energia, com o objetivo de garantir segurança do abastecimento de energia elétrica e modicidade tarifária. Estas MPs foram votadas e aprovadas na Câmara dos Deputados, onde receberam 797 emendas, sendo 128 acatadas pelos relatores, deputados Fernando Ferro e Salvador Zimbaldi.
No Senado, as MPs foram aprovadas em março, sendo que o relator, senador Delcídio Amaral, construiu um histórico acordo entre os líderes de partidos, inclusive os da oposição. Por este acordo, o Marco Regulatório do setor de Energia Elétrica foi aprovado pelo Senado em votação simbólica, com apoio dos líderes de todos os partidos da Casa.
Na sessão do STF, o senhor ministro Joaquim Barbosa destacou a ‘surpresa’ que manifestei no meu depoimento judicial com a agilidade do processo legislativo sobre as MPs. Surpresa, conforme afirmei no depoimento de 2009 e repito hoje, por termos conseguido uma rápida aprovação por parte de todas as forças políticas que compreenderam a gravidade do tema. Como disse no meu depoimento, em função do funcionamento equivocado do setor até então, “ou se reformava ou o setor quebrava. E quando se está em situações limites como esta, as coisas ficam muito urgentes e claras”.
Dilma Rousseff
Presidenta da República”
Veritas vos liberabit.
Eita que a PETRALHADA chora , todo mundo sendo condenado , Zé Dirceu cogita fugir do pais!!!!
Chora Chico “louco pelo PT” e o PTibério “”””
Se houve ou não houve manipulação de votos das Medidas Provisórias 144 e 145 em Dezembro de 2003 no Congresso Nacional, não foi na administração e responsabilidade da atual presidente e, há males que vêm para o bem, os riscos de crises no setor elétrico diminuíram; claro que não apenas por estas Medidas Provisórias, mas por um legado, um plano que já estava sendo mobilizado no governo anterior ao do Presidente Lula, como privatização de uma grande parte dos distritos energéticos e que proporcionaram investimentos gigantescos nas áreas. Talvez, se o ParTido do governo atual não tivesse sido, TÃO, do contra em relação à construção de Usinas Hidrelétricas (alegava diversos motivos: ecológicos, favorecimentos…), algumas já estariam prontas, os riscos de apagão seriam ainda menores e pela oferta de demanda e procura, os preços das tarifas de energia doméstica poderiam ser reduzidas.
Hocus pocus, tontus talontus, vade celerita jubes.