O DNA do semáforo

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Nélio Aguiar

A iniciativa é do governo Maria II, via SMT (Secretaria Municipal de Transporte). Ponto.

Mas pode creditar também na conta política do vereador oposicionista Nélio Aguiar (PMN) a colocação de um semáforo no perigoso cruzamento da Rui Barbosa com Professor Carvalho, no bairro de N.S. de Fátima.

Foi ele que, na Câmara, não só, digamos assim, megafonizou a ocorrência de inúmeros acidentes no local, como também solicitou, via requerimento,  a sinaleira e uma lombada de segurança na Rui Barbosa com a 2 de Junho.

Na sessão de segunda-feira (21), Nélio promete subir à tribuna da Câmara e aplaudir o governo municipal pelas providências tomadas.

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10 Responses to O DNA do semáforo

  • Falta educação no trânsito: na cidade do Cairo, capital do Egito, milenar e quase do tamanho de São Paulo, não se observa semáforo e nem por isso o trânsito e caótico, como o nosso!!!.

  • O problema no trânsito vem se agravando a cada dia, se faz necessário o envolvimento de todos ( motoristas, vereadores e governo) para que o nosso trânsito seja de paz.
    Tem muita imprudência que precisa ser combatida e há muito a fazer para educar e até mesmo multar esses infratores.
    Em relação ao Vereador Nélio, está fazendo o seu papel de vereador , cobrando providências do executivo, foi eleito pra isso.

  • Passo todos os dias pelo local, ainda hoje passei duas vezes, não vi nehum sintoma de semáro por lá.
    Deixa o discurso pra quando colocarem!

    Chico Corrêa

  • Caro Jeso, creio que o correto é CREDITAR e não debitar. O que, não é nada, não é nada, não é nada mesmo. Vamos cair na real, é a mesma pobreza. Afinal, é somente um “SEMÁFOROZINHO”, não achas? E olha a perda de tempo: na Câmara ele “megafonizou” e agora vai subir na tribuna para aplaudir o governo municipal. É muito holofote para tão pouco. Não seria melhor solicitar VIA REQUERIMENTO? Ah! Bom, isso não dá ibope! Socorro! Vamos chamar o Antenor.TAPAJOARAMENTE,

    1. Helvecio, atentendo a tua sugestão, troquei i debitar por creditar. Ficou mais charmoso o texto. rsrsrsrs

      1. O uso do debitar e do creditar depende da referência a ser utilizada. Quanto se referir a contabilização de um bem ou direito, se for uma instituição bancária, CREDITA-SE. Se for outro ramo comercial, no reconhecimento desse bem ou direito DEBITA-SE.

        Como o texto de modo figurado faz alusão a conta política, induz a conta-corrente que é inerente ao ramo bancário. Desse modo, na minha visão, pode ser considerado como tecnicamente correto a correção do Helvécio. Não é correção gramatical, é contábil.

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