Na disputa mais uma vez à Alepa (Assembleia Legislativa do Pará), a ex-vereadora de Santarém (PA) Marcela Tolentino não tinhas planos para concorrer ao cargo nas eleições deste ano. Não tinha.
Deixou bem claro, por exemplo, ao prefeito Nélio Aguiar (UB) esse seu propósito ainda no ano passado. E quando costurada a candidatura à deputada estadual da primeira-dama Celsa Brito (MDB), a enfermeira prometeu de bate-pronto apoiá-la.
Acerto político fechado entre os dois – aí incluído o naco de dezenas de cargos públicos repassados ao grupo de Marcela Tolentino – começou a vazar água há poucos dias o acordo.
Filiada ao Podemos, Marcela foi convencida a mudar de ideia e entrar na briga por vaga à Alepa. Para isso, o partido apresentou-lhe a cereja do bolo da persuasão: 20 mil votos.
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Isto é, a possibilidade dela ser eleita ao cargo com apenas 20 mil votos. Número, inclusive, que foi externalizado pelo presidente do partido no Pará, deputado estadual Igor Normando, em entrevista há poucas semanas ao JC.
“Quem fizer 20 mil votos para deputado estadual já entra na briga por vaga”, assegurou na ocasião o número 1 estadual da sigla.
Marcela Giovana Tolentino de Matos, 54 anos, já foi candidata a deputada estadual 2 vezes ao longo de sua trajetória política: em 2010 (PDT) e 2018, pelo Solidariedade.
Na primeira tentativa, obteve 7.292 votos; na segunda, saltou para 19.502 votos, dos quais 13.476 só em Santarém – a 3ª mais votada à época no município, atrás apenas de Alexandre Von (23.250 votos) e José Maria Tapajós (19.566 votos).
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Ganância pelo poder, querem status e mamar nas tetas do governo, ambas se fossem eleitas não somariam em nada para o desenvolvimento de Santarém, sem contar com a perpetuação da espécie no poder.
Amigos, amigos. E negócios a parte.
Acho que nem ela nem a esposa do prefeito se elegem J K e Adriana é bem provável se elegerem.