PSOL elege novo nº 1 no Pará

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Walmir Freire, novo presidente do - PSOL-PAO professor Walmir Freire discursa no congresso do PSOL em Belém

Walmir Freire, professor, é o novo número 1 do PSOL no Pará.

PSOL - logo - Blog do JesoFoi eleito no final de semana, durante congresso estadual da legenda em Belém.

Os militantes do partido aprovaram, na ocasião, resoluções que apontam candidaturas próprias à disputa majoritária (governador e senado) e a preparação da chapa de candidatos a deputados estaduais e federais em 2014.

E mais: rechaçaram aliança com 8 siglas no Pará, considerados pelos psolistas como “conservadoras”: PSDB, DEM, PMDB, PR, PTB, PSD, Solidariedade e PP.

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Raio-X da Secretaria da Juventude na TV.


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4 Responses to PSOL elege novo nº 1 no Pará

  • Boa tarde, eu moro em no município de Novo Repartimento estado do Pará, sou simpatizante do PSOL e gostaria de saber como eu faço para me filiar ao Partido e trazer o PSOL para meu município?

    Se alguém poder me responder ficarei muito agradecido!

  • Por um PSOL à altura das jornadas de junho: Fernando Carneiro Governador e Luciana Genro Presidente!

    O 4º Congresso Estadual do PSOL no Pará, ocorrido no último fim de semana, foi marcado por uma clara polarização na disputa pelos rumos e estratégias do partido. Uma disputa clássica que já se travou outrora em diversas organizações políticas de esquerda no Brasil e no mundo.

    De um lado, o grupo majoritário do PSOL/PA – a “Unidade Socialista” (composto pelo atual presidente do PSOL-PA Walmir Freire e por figuras públicas como Marinor Brito e Edmilson Rodrigues), defendendo uma “ampliação do arco de alianças” para que o PSOL passe a ocupar mais espaço institucional.

    Essa estratégia foi responsável por levar em 2012 Lula, Dilma, Padilha e outros ministros do Governo Federal ao programa de TV de Edmilson no 2º turno em Belém. Ao mesmo tempo, do outro lado do Rio Amazonas, em Macapá, o atual prefeito Clécio (do PSOL) chegou a se aliar ao DEM e ao PTB para vencer o 2º turno (uma tática que desrespeitou as diretrizes eleitorais traçadas pelas instâncias do partido).

    Do outro lado da disputa, nós, militantes do Bloco de Esquerda (agrupamento formado por várias tendências), defendemos que o PSOL se mantenha como um partido de oposição ao Governo Federal e à velha direita (DEM, PSDB, PTB, etc.).

    Para o Bloco de Esquerda, a atuação do PSOL deve estar em sintonia com as jornadas de junho, momento em que a juventude e o povo brasileiro foram às ruas dizer NÃO para a velha forma de fazer política, marcada pelas negociatas e alianças espúrias que fazem da política brasileira um balcão de negócios.

    O crescimento do PSOL deve estar assentado no desenvolvimento das lutas sociais, e não em “saídas fáceis” como as de Belém e Macapá. As alianças do partido devem ser programáticas, e não apenas pragmáticas, sob pena de o PSOL se confundir com os partidos tradicionais que compõem a vala comum da política brasileira na atualidade.

    As posições políticas do Bloco de Esquerda foram encampadas por todos os 9 delegados de Santarém que participaram do 4º Congresso Estadual do PSOL.

    Uma das posições centrais que sustentamos para as eleições 2014 foi a candidatura própria do PSOL, com candidatos que estejam em sintonia com o novo momento político que vivemos no Brasil desde o mês de junho. Por isso, apontamos o nome do companheiro Fernando Carneiro como pré-candidato ao Governo do Estado em 2014, e o da companheira Luciana Genro à Presidente da República.

    Fernando, que atualmente é vereador de Belém, representou o PSOL em 2010 na disputa pelo governo do estado, com ideias sólidas e inovadoras para efetuar mudanças na situação política, social e econômica do Pará.

    Já Luciana foi uma das radicais expulsas do PT em 2003 após votar contra a Reforma da Previdência no Congresso Nacional, que atacou os direitos dos aposentados. Luciana é um excelente nome da esquerda brasileira, e em 2014 pode ser a porta-voz das principais reivindicações que foram ecoadas nas ruas de todo o Brasil no mês de junho. Por isso, já galgou o apoio de importantes figuras públicas do partido como Plínio de Arruda Sampaio, o ex-deputado Babá e o Deputado Estadual do RJ Marcelo Freixo

    Após os debates e embates internos que culminarão com o Congresso Nacional do PSOL no início de Dezembro, nosso partido vai definir democraticamente as suas estratégias e os próximos passos na política nacional.

    Ib Sales Tapajós (Executiva Municipal do PSOL-Santarém).

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