74% dos cubanos vão para o Norte e Nordeste

Publicado em por em Saúde

Da Agência Brasil, via Unisinos

A maioria dos médicos cubanos (74%), que chegarão ao Brasil na próxima segunda-feira (26), vai trabalhar nas regiões Norte e Nordeste, informou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.

“A vantagem dos acordos bilaterais é que eles estão vindo para aqueles locais onde o Brasil indica que é preciso um médico. São regiões que não foram escolhidas pelos médicos brasileiros nem estrangeiros”, explicou.

Leia também:
“Meu filho foi atendido por médico estrangeiro”.
“Os humildes são maltratados por médicos”.
“Isso é inconstitucional, imoral, ilegal”.

O secretário participou, durante a manhã, de um encontro preparatório sobre o Programa Mais Médicos com representantes de prefeituras paulistas.

O anúncio da contratação de profissionais de Cuba foi feita pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Espera-se que, até o final do ano, 4 mil médicos cheguem ao país. Nesta primeira etapa do acordo, que inicia na segunda-feira, 400 profissionais desembarcam no Brasil e mais 2 mil são aguardados no dia 4 de outubro. Eles vão passar pelo mesmo processo de avaliação dos médicos com diploma estrangeiro e não precisarão revalidar o diploma.

Leia mais em Mais de 70% dos médicos cubanos vão para o Norte e Nordeste.


Publicado por:

16 Responses to 74% dos cubanos vão para o Norte e Nordeste

  • sejam bem vindos estrangeiros, espero que Terra Santa seja agraciada por um desses cubanos, pois aqui ja temos um peruano, que atende super bem a população e precisamos de mais. sejam bem vindos

  • Companheiro Milton Peloso, seu comentário é consistente e pragmático. Eles imaginam e sabem muito bem, que a Dilma emplacando ” Mais Médicos e mais Professores”; a população vai ficar mais satisfeita e feliz. Sem dúvida alguma, vai disparar na pesquisa de opinião pública; ela vai correr mais que um GUEPARDO ! Reeleição garantida, não achas ? Que venham os médicos cubanos, japoneses, chineses, argentinos, portuguesses, …; mas que venham. Que tenhamos mais professores e professoras. O dinheiro é público, pra ser aplicando nas carências do povo. Amém ! ” Se for para o bem do povo e felicidade geral, que ela SEJA REELEITA.” Amém !!!

    1. Lula, vamos importar Professores e Policiais também, vivemos num analfabetismo crônico e insegurança cruel.Socorram-nos, Ministros da Educação e Justiça.Cuba tem muitos Professores e Policiais prontos para trabalharem em outros paises.

      1. Importaremos advogados, Enfermeiros, e Jornalistas. Importaremos também políticos, religiosos e atletas. Que se danem os Brasileiros. O que vem de fora é melhor.
        Que Deus tenha misericórdia desse Brasil, que não quer valorizar sua gente e precisar importar gente estrangeira para tentar conseguir cidadania.

    2. Lula, a Dilma está reeleita, tem dúvida? Estaremos com um atendimento Médico de primeiro mundo!

      1. Lula ( Luis Fernandes) e Karlisson: com todo respeito ao nosso Prefeito, importemos políticos para administrar nossa Santarém, é uma eterna troca de peças, alternam-se as pessoas conhecidas.A xenofobia está arraigada na cultura do brasileiro, o enclausuramento é nocivo ao desenvolvimento humano, sob todos os aspectos.Quanto a saúde fluvial, não tivemos uma assistência consistente nesses anos, instituições se apresentaram como encetadoras de atividades do promoção à saúde com jornadas efêmeras atreladas ao poder público e voluntários sem comprometimento com a região e objetivos turísticos, esfacelaram-se .Com a interferência das autoridades de saúde poderemos colocar Médicos cubanos , residindo no Barco Abaré, proporcionando um atendimento médico contínuo e eficiente às comunidades ribeirinhas.Torçamos, o Brasil tem condições e capacidade de gerir sua política de saúde, tem demonstrado.

  • https://analisedeconjuntura.blogspot.com.br/2013/08/por-que-cuba-tem-tantos-medicos.html

    SEJAM BEM VINDOS !!

    A notícia de que o governo brasileiro estaria estudando levar médicos cubanos ao país desatou uma imensa polêmica no mês passado. Se concretizados, tais planos incluiriam o Brasil em uma longa lista de países que já recebem médicos da ilha.
    Mas como, afinal, Cuba chegou a ter tantos médicos? E por que tem tanto interesse em “exportar” seus serviços para outros países?
    Em Cuba, os profissionais da área de saúde têm uma função bem mais ampla do que simplesmente atender à população local. Já há algum tempo, a exportação de serviços médicos tornou-se crucial para a economia da ilha.
    Segundo informações repassadas pela chancelaria do país ao correspondente da BBC Mundo em Havana, Fernando Ravsberg, o contingente de profissionais de saúde cubanos fora da ilha incluem atualmente 15 mil médicos, 2,3 mil oftalmologistas, 5 mil técnicos de saúde e 800 prestadores de serviço trabalhando em 60 países e gerando lucros milionários ao regime – as cifras mais otimistas falam em até US$ 5 bilhões (R$ 10,6 bilhões) ao ano.
    O serviço que os médicos cubanos prestam à Venezuela, por exemplo, permite que Cuba receba 100 mil barris diários de petróleo. E também há profissionais em outros países da região, cerca de 4 mil na África, mais de 500 na Ásia e na Oceania e 40 na Europa.
    Segundo fontes oficiais, a Venezuela pagaria esses serviços por consulta – e a mais barata custaria US$ 8 (R$ 17) em 2008. Já a África do Sul pagaria mensalmente US$ 7 mil (R$ 14,9 mil) por cada médico da ilha.
    Para muitos países em desenvolvimento, o atrativo dos médicos cubanos é que eles estão dispostos a trabalhar em lugares que os locais evitam, como bairros periféricos ou zonas rurais de difícil acesso – onde moram pessoas de baixíssimo poder aquisitivo. Além disso, em geral eles também receberiam remunerações mais baixas.
    História
    Em 1959, Cuba contava com apenas 6 mil médicos, sendo que a metade deles emigrou após a Revolução. A crise sanitária que se seguiu a essa debandada alertou o governo para a necessidade de formar profissionais de saúde em ritmo acelerado, como relata Ravsberg.
    Meio século depois, o país tem 75 mil médicos, ou um para cada 160 habitantes – a taxa mais alta da América Latina.
    Boa parte dos médicos que ficaram na ilha após a Revolução viraram professores, foram abertas faculdades de medicina em todo o país e se priorizou o acesso de estudantes ao setor. Tudo facilitado pelo fato de o ensino ser gratuito.
    A primeira missão de saúde ao exterior foi organizada em 1963. Apesar da escassez de médicos, Cuba enviou alguns de seus profissionais à Argélia para apoiar os guerrilheiros que acabavam de obter a independência. Eram os primeiros de 130 mil colaboradores que, ao longo dos anos, já trabalharam em 108 países.
    O tema dos profissionais de saúde cubanos no exterior é um dos muitos que dividiram Cuba e EUA – e Washington chegou a criar um programa para facilitar os vistos para médicos cubanos que estejam trabalhando em terceiros países.
    Incentivos
    No exterior, esses profissionais de saúde recebem salários muito mais altos do que os que trabalham dentro de Cuba, como explicaram a Ravsberg duas médicas, sob a condição de anonimato.
    Alicia (o nome é fictício) disse ter trabalhado na Venezuela durante 7 anos e garante que, apesar de já estar aposentada, “se me pedissem para voltar, aceitaria sem pestanejar”.
    “O que me motivou foi a possibilidade de trabalhar com o apoio a diabéticos, porque padeço da doença. Comecei (atendendo) gente que perdia a visão por causa disso”, diz, agregando que “também buscava uma melhoria econômica, porque o salário (em Cuba) não era suficiente”.
    “Cheguei à Venezuela ganhando 400 bolívares (R$ 135), mas foram subindo (o salário) e, antes de voltar, ganhava 1,4 mil (R$ 474)”, diz. “Foi uma experiência maravilhosa, que não dá para esquecer. (Atendia) pessoas pobres e algumas delas me ligam até hoje em Cuba.”
    No Brasil
    Juana (outro nome fictício) tem 35 anos e é médica em Cuba. Quando recém-formada, deixou marido e a filha de 4 anos na ilha para trabalhar na Venezuela, com a ideia de se desenvolver profissionalmente, conhecer o mundo e melhorar sua situação econômica.
    “Não tinha absolutamente nada. Graças à missão, mobiliei toda minha casa.”
    Agora, ela tem a chance de voltar a viajar. “O Ministério me chamou para trabalhar no Brasil, em condições muito melhores do que na Venezuela”, disse à BBC.
    Segundo o projeto inicial, anunciado no início de maio, o governo brasileiro estudava contratar 6 mil médicos cubanos para trabalhar principalmente em áreas remotas do país.
    O Conselho Federal de Medicina, porém, expressou “preocupação” com a possibilidade de médicos estrangeiros atuarem no Brasil sem passar por exames de avaliação, alegando que isso poderia expor a população a “situações de risco”.
    Nos cinco continentes
    Até em Cuba a “exportação de médicos” causa alguma polêmica.
    A formação de tantos profissionais de saúde permitiu que a ilha criasse a figura do Médico de Família, profissionais que atendem em todos os bairros e encaminham os pacientes para especialistas ou hospitais.
    Mas esse é justamente o programa mais afetado pela saída dos médicos ao exterior.
    O fechamento de algumas das casas de saúde gera insatisfação entre os cubanos, aumenta a concentração de pacientes por médico e o tempo de espera.
    “Ainda assim, 60 mil médicos ficaram em Cuba, 1 para cada 200 habitantes – média melhor que a de muitos países desenvolvidos”, diz Ravsberg.
    “A ilha também tem uma expectativa de vida próxima aos 80 anos e programas de prevenção a Aids e HIV reconhecidos internacionalmente.”

    1. Vamos abarrotar o Barco Abaré de Médicos Cubanos, teremos um atandimento contínuo aos ribeirinhos regionais, uma abordagem profícua às suas necessidades médicas básicas.Estamos saturados de mutirões e programas de cunho propagandísticos que só conduzem ao ludibriamento, engodo aos incautos.

      1. Sim. Que sejam bem vindo mesmo!! Estarei a disposição para ajudar os colegas e compartilhar com eles todos os conhecimentos necessariíssimos para trabalhar junto aos Ribeirinhos. Inclusive sou capaz de mobilizar os colegas especializados em Atenção Primária para que possam dar orientações regionais de atendimento e etc.
        .
        Porém, gostaria e peço a eles, que: ANTES de atenderem nossa população, mostrem as competências linguísticas do idioma. E que comprovem perante universidade publica, que estão qualificados para diagnosticar e tratar pacientes com doenças endêmicas da nossa região. Isso não é muito, é apenas a exigência da LEI.

        1. [ E que comprovem perante universidade publica ] Nunca soube que tenha voltado coelho que entrou na toca de leão para provar que era corajoso. O governo terá como ouvir o povo e esse decide se são ou não competente.

  • POLÍTICA NACIONAL:

    Candidaturas oposicionistas apresentam dificuldades em série: As três principais candidaturas oposicionistas ao governo Dilma vêm apresentando uma série de dificuldades, esboçadas diariamente nos principais veículos de comunicação. A candidatura tucana de Aécio Neves sofre com a dificuldade de resolução de conflitos internos com José Serra, outro potencial candidato oposicionista. A possibilidade de realização de prévias é aventada, mas esbarra na falta de estrutura partidária no cadastro dos filiados, além da data da realização da consulta, que impediria a candidatura de Serra por outros partidos. Diante da indecisão de Serra, o PPS já esboça um eventual apoio a candidatura de Eduardo Campos (PSB), que ainda sofre resistências dentro do partido e não emplacou nas pesquisas eleitorais. Por fim, Marina Silva corre contra o tempo para registrar seu novo partido, conhecido como Rede, que ainda não alcançou o número mínimo de assinaturas e sofre denúncias de assinaturas falsas e duplicadas em suas listas. Mesmo que consiga registrar a Rede a tempo de concorrer à presidência (o prazo final é o início de outubro), Marina sofrerá com a falta de palanques estaduais e o pouco tempo de televisão, já que a Rede deve contar apenas com três deputados federais em seu primeiro ano.

    Comentário: As dificuldades das candidaturas oposicionistas são de ordens política e operacional, refletindo-se nos resultados das pesquisas eleitorais recentes, que mesmo após os protestos de junho (fonte de desgaste para a imagem de todos os governos, inclusive o governo federal) não lograram alavancar apoio popular majoritário, sendo que apenas a candidatura de Marina (Rede) apresentou crescimento consistente nas intenções de voto no período. No campo político, os embates dentro do PSDB sobre quem será o candidato do partido e no PSB sobre a conveniência de uma candidatura própria afetam a negociação com potenciais aliados, dentre eles o PPS e o DEM. No campo operacional, as dificuldades de Marina e da Rede podem inviabilizar a formação de palanques estaduais, o que enfraquece a penetração de sua candidatura em uma eleição de dimensão nacional. Caso a popularidade de Dilma volte a se elevar, é razoável supor que os embates internos e as dificuldades políticas de tais candidaturas se acentuem, dada à redução da possibilidade de êxito dos contendores oposicionistas.

    1. Esses médicos estrangeiros são bem vindos e devem pedir imediatamente a cidadania brasileira concedida para terem seus direitos trabalhistas e civis respeitados. Espero que a Presidente Dilma, o Lula, o Ministro Padilha também passem a ser atendidos no SUS por médicos brasileiros ou estrangeiros, mas que deixem de procurar o Sirio Libanes para tratamento de saúde. SUS para todos, inclusive para os políticos demagogos.

      1. Com certeza Lulla , Dilma serão atendidos pelos ilustres cubanos a exemplo do Chaves.São excelentes oncologistas( especialistas em câncer).Brasileiro não ficará mais em fila, terá exames sofisticados com a maior brevidade possível.Estamos com nossos problemas de atendimento a saúde sanados, resolvidos.Agora, ao chegar a um Posto de Saúde terei atendimento incontinenti, rápido , imediato. Viva o Padilha, Dilma, Mercadante.

    2. Serão bem vindos, desde que saibam falar e escrever português. Serão bem vindos desde provem que estão capacitados para a exercer a medicina através da validação dos seus diplomas por universidade publica, e por professores BRASILEIROS, que assim como eu, se preocupam com o futuro dos praticantes da medicina neste país.

      1. Fala sério!! Nem nós sabe falar direito. Além disso, Cuba não mandaria se não force altamente competente, por mode isso não machar o bom nome do país.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *