Coordenador do Projeto Saúde & Alegria, Caetano Scannavino comenta o post Tuitada do dia. Alexandre Padilha:
A tuitada do Ministro Padilha traz uma excelente notícia. Mas estes últimos dias também foram positivos para começar a guinar o barco Abaré rumo à saúde dos ribeirinhos do Tapajós.
Depois de toda essa mobilização da sociedade e passados estes sempre complicados primeiros meses de mandato, a Prefeitura de Santarém finalmente começou a dar alguns passos importantes:
1) A participação do próprio Prefeito Alexandre Von (juntamente com a Dra. Valdenira, Secr. Saúde) na reunião do Conselho Municipal de Saúde na última quarta-feira, o que demonstra preocupação com o caso Abaré e a política de Saúde Fluvial.
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2) A retomada do diálogo com o Ministério da Saúde em torno das perspectivas ainda abertas para a saúde ribeirinha da nossa região, com a reunião ocorrida no ultimo dia 6 com o DAB (Depto. Atenção Básica).
3) O compromisso de marcar o quanto antes um encontro com os gestores dos outros municípios de abrangência da Portaria Ministerial do Tapajós para o Abaré: Belterra e Aveiro.
Esperamos que se alinhem e atualizem as responsabilidades de cada um para concretizar o mais rápido possível uma solução para os 5 mil ribeirinhos da Flona (margem direita) que se encontram sem atendimentos desde o ano passado. Para nós, esta é a PRIORIDADE ZERO.
4) A perspectiva de renegociação com a ONG holandesa TDH (dona do Abaré I) para substituir o acordo de aluguel por um Termo de Cooperação, o que tiraria de Santarém a responsabilidade pelos pagamentos mensais.
Isto abriria condições para reintegração dos serviços assistenciais nos Municípios de Belterra e Aveiro (menores, sem orçamento para bancar o aluguel), se no marco destas conversas a TDH resgatar o bom senso e aceitar disponibilizar a embarcação para todo o mês. Afinal, é uma organização sem fins lucrativos, que vive também de doações de holandeses, muitos deles aposentados e motivados pelas notícias de sucesso do Abaré divulgadas lá, sem fazer idéia da situação dos 5 mil ribeirinhos da Flona-Tapajós.
Com isso, as operações do Abaré se reenquadrariam às normas da Portaria Ministerial do Tapajós, assegurando ainda a continuidade das verbas federais. O momento é oportuno também para atualizar e/ou ajustar processos burocráticos, caso ainda existam tramites do SUS a serem corrigidos relacionados às parcerias intermunicipais (CIB, etc).
Ao mesmo tempo que se resolve os atendimentos nas duas margens, deve-se começar a pensar nas estratégias para aquisição em definitivo da embarcação, preferencialmente de forma amigável. Um ponto positivo para isso é a boa relação da atual Administração de Santarém com os holandeses. O outro é que o Ministério quer comprar e tem $$$ para isso, como afirma publicamente o próprio Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha, por meio do seu Twitter.
Se tudo isso irá acontecer, não sabemos. Depende dos nossos tomadores de decisão, mas esta semana que passou trouxe um fio de esperança.
#ABAREparaSEMPRE!!
Somente deixo bem claro: Médico trabalhando sem registro no CRM, não é médico e sim BANDIDO. Chamem a policia!!!!
Pior mesmo é população desassistida, sem médico. Aí é bandidagem. Como foi bandidagem quem se opôs à criação do curso de Medicina em Santarém.
Caro Médico Santareno: bandidagem é Técnica de Enfermagem praticando procedimento que compete ao Médico, partos em pacientes do SUS, Será que os honorários que são repassados para remunerar o Médico é destinado às Técnicas?Bandidagem é receber honorários médicos do SUS sem ter praticado o procedimento hospitalar.Bandidagem é a cumplicidade sub-reptícia entre o hospital credenciado junto ao SUS e profissionais Médicos.Bandidagem é deixar comunidades com seus filhos morrendo à míngua, sua categoria não se movimenta e cobra do governo e autoridades gerenciadoras da saúde uma assistência Médica humana. Bandidagem é levar nosso filho a um posto de saúde e não termos um Médico, mesmo sem registro no CRM, para consultá-lo.Bandidagem é termos centenas de Médicos dispostos a virem trabalhar em nosso interior e periferias das grandes cidades e a turma do avental branco fazendo severa objeção.Bandidagem é vermos Médicos que recebem como plantonistas e não cumprem a sua obrigação , desrespeitando o objetivo maior que é o atendimento ao paciente.Bandidagem é o Senhor não atender aos pacientes que tanto precisam, me perdoe se o Senhor já o faz.Atenda-os como um anônimo, um voluntário , farão um grande bem ao seu coração, caro Médico santareno.
Força aos Alês!
Jeso, esse barco tem alguma ligação com o guaraná baré aqui de Manaus?????
Nenhum, Ricardo.
Brilhante notícia, caro Padilha,abarrotemos o Abaré I com Médicos cubanos.Permita que a ONG colabore e façaçamos cobranças concretas.H