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Prefeito Nélio Aguiar inspecionará hoje as obras do hospital materno infantil
O hospital está paralisado há 4 anos

O prefeito de Santarém, Nélio Aguiar (DEM), inspecionará as obras do hospital materno infantil nesta quinta-feira (29) juntamente com o representante da empresa que ganhou a nova licitação dos serviços.

Após 4 anos paralisadas, as obras do hospital serão, finalmente, retomadas a partir da ordem de serviço assinada em Belém pelo prefeito Nélio Aguiar e governador Helder Barbalho (MDB).

 

Após ter recebido apenas um esqueleto e sem recursos para a continuidade das obras, Nélio Aguiar buscou parcerias para tentar retomar a obra. Em janeiro deste ano, foi a Belém e apresentou à equipe técnica do Governo do Estado o projeto para a conclusão da obra, paralisada em cerca de 40%.

Após análise, Helder Barbalho acenou positivamente pela parceria.

R$ 25 milhões

Em março, durante a realização do governo itinerante, anunciou o recurso que seria empenhado para a obra: R$ 25 milhões, para a conclusão da parte física e para compra de equipamentos hospitalares e não-hospitalares.

O novo hospital será referência no atendimento de saúde de gestantes e recém-nascidos em Santarém e em toda região oeste do Pará, com mais de 100 leitos e 30 consultórios.

Com informações da Prefeitura de Santarém

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2 Comentários em: Prefeito Nélio Aguiar inspecionará hoje as obras do hospital materno infantil

  • OFIR LOYOLA COPIA EDITAL DA INTERNET PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES –
    HOSPITAL DE GUARNIÇÃO DE PORTO VELHO – RO. UMA PROVA BEM CLARA DE QUE, NO MÍNIMO, JÁ ESTÁ DIRECIONADA.

    Chegou em nossas mãos uma denúncia que o processo de licitação Nº 2019/245197 do Hospital Ofir Loyola, ligado a SESPA e ao Governo do Estado do Pará, para “CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA O FORNECIMENTO DE SOLUÇÃO INFORMATIZADA EM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO HOSPITALAR”, cuja a modalidade é o menor preço, com previsão de sessão de abertura para esta segunda, dia 02.

    Analisando a denúncia, alguns pontos levantados nos chamaram a atenção. Notamos, por exemplo, que nos itens 9.5 e 9.6, o texto da licitação fala em “funcionalidades”, mas não deixa claro do que isso trata, apenas remete para um anexo, onde também não está claro.

    9.5. “Após a análise na proposta enviada, será agendado pelo Pregoeiro através do sistema eletrônico, a realização de Prova Conceito, onde a empresa classificada em primeiro lugar na fase de lances, deverá demonstrar junto ao corpo técnico do órgão que o sistema a ser fornecido possui as funcionalidades mínimas descritas no item 6, do ANEXO I, do Termo de Referência”.

    9.6 “A aprovação da solução, a ser fornecida pela Contratada, na prova conceito trata-se de critério desclassificatório da proposta, em caso de não atendimento a 100% das funcionalidades dispostas no item 6, do ANEXO I, do Termo de Referência”.

    Outro ponto mais controverso está nas definições das condições técnicas para participação na disputa.

    “m) Atestado de Capacidade Técnica, mediante a comprovação de fornecimento de sistema, com cessão de códigos fontes, emitido por pessoa jurídica de direito público ou privado;

    n) ATESTADO DE CAPACIDADE TÉCNICA QUE FORNECEU SISTEMAS UTILIZANDO AS TECNOLOGIAS AFIS E ICAL, QUANTO AOS PADRÕES INTERNACIONAIS BIOMÉTRICOS;

    o) ATESTADO DE CAPACIDADE TÉCNICA QUE FORNECEU SISTEMA UTILIZANDO A TECNOLOGIA RFID, INERENTES AO RASTREAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUE E BENS.”

    Da maneira como se escreveu no edital, os interessados em concorrer teriam, NECESSARIAMENTE, que ter trabalhado com os sistemas AFIS, ICAL e RFID. Posso estar errado, mas a criação de inúmeros requisitos pode ser um indício de direcionamento da licitação. Diferente do senso comum, a licitação mais segura para o poder público é aquela que não coloca muitos óbices à participação de interessados na competição. Quanto maior o número de licitantes, menor o preço e mais terá a administração pública. Ou seja, um edital cheio de cláusulas de barreiras pode indicar favorecimento.

    No edital do Ophir Loyola, são mencionadas três tecnologias, que SABEMOS ATÉ QUE PONTO SÃO RESTRITAS O SUFICIENTE PARA AFASTAR TODOS OS OUTROS CONCORRENTES, deixando apenas UMA EMPRESA NA DISPUTA.

    Outro ponto bastante problemático no texto do documento é a menção ao HOSPITAL DE GUARNIÇÃO DE PORTO VELHO – RO. UMA PROVA BEM CLARA DE QUE, NO MÍNIMO, O GOVERNO, AO COPIAR ATO CONVOCATÓRIO DE OUTRA ENTIDADE, não cuidou da revisão, deixando cláusulas que pouco tem a ver com as necessidades específicas da SESPA, mas que atendem as de Porto Velho.

    Esse “descuido” pode indicar duas situações: ser um vício de processo por não ter sido feita uma revisão rigorosa eliminando os pontos que não interessavam ao hospital após o copia e cola do edital de Porto Velho, ou, o QUE É PIOR, O EDITAL DA OUTRA LICITAÇÃO FOI COPIADO INTEGRALMENTE COM VISTAS A CONTEMPLAR UM ÚNICO VENCEDOR.

    Estamos de olho!

  • Construção desse porte precisaria de um heliponto.

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