por Evaldo Viana (*)
Desnecessário tecer comentários a respeito do respeito e admiração que tenho por você e sua vastíssima obra, que é, aos meus olhos, tanto jornalística quanto literária.
Mas, sem desdouro e apreço pela sua obra e o que ela me inspira, estou no dever de apontar algumas incorreções no seu artigo “E o dia seguinte ao plebiscito“, mais especificamente no que se refere à sua opinião (sem absolutamente nenhum fundamento) de que o Estado do Tapajós nasceria com uma Receita modesta e se veria em sérias dificuldades para honrar suas despesas.
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É equívoco grave de sua parte. Nesse ponto você não pesquisou, não se aprofundou na matéria e emitiu opinião desprovida de valor jornalístico e, mais ainda, sem nexo com a realidade.
Em relação a esse assunto, a viabilidade financeira do Estado do Tapajós, escrevi dois artigos estimando, com fulcro na Constituição Federal e legislação correlata, as nossas receitas em mais ou menos R$ 3,6 bilhões.
Note que ninguém contestou minhas projeções, a não ser pela negação oca e vazia.
Bem poderia você referir-se ao estudo do economista do IPEA, Rogério Boueri, que fixou, de maneira irresponsável e atabalhoada, nossas receitas em R$ 1,1 bilhão.
Esse não conta, não é digno de crédito, não vale sequer ser mencionado. Basta uma espiadinha na página da Secretaria do tesouro Nacional, consultando o repasse do FPE e verás que NENHUM Estado das regiões Norte, Nordeste e centro Oeste (aos quais a LC 62/89, com fundamento na CF/88 reserva 85% do bolo que esse ano será de R$ 60,0 bilhões) receberá em 2011 menos de R$ 1,2 bilhão. Só isso basta para desmoralizar o cálculo (atinente as receitas) do confuso economista.
E veja você que os critérios (de hoje e de sempre para manter o comando constitucional) serão inexoravelmente os que mais adequadamente promovam o equilíbrio socio-econômico entre as unidades federativas, o que significa destinar um bolo proporcionalmente maior aos mais populosos e de menor renda per capita.
O Tapajós será muito populoso? Não. Temos apenas 1.167.000 habitantes.
Temos a menor renda per capita? SIM. Graças ao abandono e desassistência de poder público estadual ( não apenas), hoje temos a menor renda per capita do Brasil.
Somando-se o FPE com as receitas próprias chega-se ao montante de R$ 3,6 bilhões e veja que se dividirmos esse valor pela nossa população chega-se a uma receita (estadual) per capita de R$ 3.084,83, muito superior à do Pará, hoje em pouco mais de R$ 1.648,00.
Tente imaginar, Lúcio Flávio, o que não será possível fazer pela nossa região com recursos dessa monta? Imagine podermos aumentar o efetivo das polícias civil e militar e melhor remunerar nossos policiais! Pense no que esse estado pode significar na área de saúde, na possibilidade de atração de médicos em número suficientes para os 27 municípios, em particular para os 12 onde não sequer um desses profissionais! Pense nos investimentos possíveis na área da educação! Imagine podermos contar com 1 juiz/promotor/defensor/delegado para cada grupo de 10.000 habitantes, quando hoje, na mais generosa das hipóteses, temos uma relação de um para cada grupo de 50.000 ou 60.000 habitantes!
É certo que vais nos perguntar sobre o perfil ou padrão de políticos que espreitam os cargos que serão criados com a criação do Tapajós. E respondo: Têm o mesmo fenótipo e genótipo dos políticos do Pará
E mesmo assim, vale a pena lutar pelo Tapajós? SIM. Com o queijo próximo, os hamsters estarão mais ao alcance de nossas vistas.
Bom, talvez seja pedir muito, mas reflita com mais vagar sobre a viabilidade financeira do Estado do Tapajós e, ao final, constatado o equívoco em que sua pena incorreu, estenda-nos a mão com um pedido de desculpas e aceite o nosso abraço pelo reconhecimento do seu valor e da inestimável contribuição da sua notável obra jornalística.
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* Nascido em Alenquer, é servidor da Receita Federal do Brasil em Santarém. Escreve regularmente neste blog.

Como disse o zagallo , Vocês vão ter que me engolir.
PARA TE QUERO UNIDO
VIVA O PARÁ
mocongos trairas !!! lavem a boca com detergente todsa as vezes que ousarem a falar mal do mais corajoso e brilhante jornalista do brasil !!!! com reconhecimento internacional !!!! Caros amigo Lúcido Flávio Pinto !!! os cães mocorongos táíras ladram e a tua caravana brilhante passa !!!!! Viva o Pará !!! Viva Belém !!!!
Se Lúcio Flavio mostrou não valer muita coisa ao se acovardar e trair o povo tapajônico, imagine esse tal de acabano macho que é pucha do Lúcio. Vai te catar sujeitinho nojento!!
Caro Evaldo, eu queria te perguntar: você enviou este texto para o Lúcio Flávio? Se eu fosse você, enviaria para que não prevaleça a inverdade e a injustiça praticada pelo Lúcio.
Caros sei que muitas pessoas irão questionar meu raciocinio, mas é quase impossivel prever o que ocorrerá caso venha se dividir o Estado do Pará, o Sr. Evaldo fala em número e números mas não é bem assim como ele pensa e todos sabemos disso, depois de uma separação de Estado a realidade não será essa dita por ele, ne a solução para nosso problemas e sim será talvez o início a, raiz para varios problemas futuros, quem garante que essa verba será realmente repassadas em números exatos como diz o Sr. Evaldo, existe uma coisa muito mais importante atrás disso, POLITICA, e isso vai fazer uma enorme diferença principalmente na hora de averbar esses montante, ai sim veras Sr. Evaldo como esse valor não será assim como uma simples conta de Matemática, por isso que a maioria do Estado do Pará faz em bem em votar no não, no futuro melhores políticas públicas, verás que existe sim um outro caminho mas benefico para a solução de todos os ploblemas da região, as pessoas estão muito por empolgação querendo dividir o Estado mas nem sabem sequer da decisão que estão tomando. Por isso sou a favor :
N Ã O A DIVISÃO DO ESTADO DO PARÁ
será melhor para todos
sai daí coisa ruim do não. vai cantar a tua música agoirenta do “não” em outra freguesia.
Sempre vai valer a pena lutar pelo SIIIIMMMMMMMMMMM777777777777777777777,pois quem não luta se torna um covarde , um alienado.E quando a causa é justa aluta se torna algo que vem da alma.
Meu CORAÇÃO VALENTE SEMPRE LUTARÁ PELO TAPAJÓS………………………………
Evaldo,
Teu texto é perfeito e até faz sentir-me pequena diante dos meus sentimentos atuais, mas é que estou aqui em Belém no meio da guerra, acredite, dia e noite incansáveis na tentativa de reverter este quadro, e tenho experimentando e vivenciado tantas injustiças, violências e principalmente idéias mentirosas e equivocadas da nossa causa. Assim como o Olavo não quero carregar fardos.
Eu Evaldo, quem me dera ter o conhecimento e a notável carreira literária de Lucio Flávio Pinto a nosso favor.
De forma brilhante você mostrou a fragilidade do conhecimento do Lucio Flávio Pinto sobre o tema, mas não tem mais jeito, o que ele nos prejudicou não se recupera mais.
Não te conheço, então desde já me perdoe pela pergunta que vou te fazer?
Será que ao longo dos anos o Lúcio Flávio Pinto não foi colocado em uma redoma de vidro na nata da intelectualidade paraense e portanto falamos com ele com luva de seda?
Não estou propondo nenhum ataque não, e nem quero isso. Quem ousa dizer que o CD atual de Chico Buarque não está bom? cadê a critica que já teria caido de pau em cima de outros? sabe porque não fazem isso? porque o Chico está na redoma de vidro. A diferença é que o grande e maravilhoso Chico não abre a boca pra falar inverdades sociais, não comete injustiças, se estivesse no Pará já teria convocado os intelectuais e se colocado contra o Lucio Flávio Pinto como fez contra o Meu Caetano pra defender as mentiras e injustiças contra a presidenta Dilma.
Abs Evaldo, e brilhante texto. Perdão pelo meu comportamente, a dor da injustiça é grande.
Telma
Telma, eu também estou enfrentando esta guerra aqui na capital. Participei de 5 debates como debatedor, mas em três fui claramente boicotado, mesmo dentro da universidade, porque eu percebi que o pessoal do não armou uma estratégia de não perder mais votos para o pessoal do SIM. O certo é que os argumentos do não, quando postos em teste, não se sustentam, então, é um pessoal que se aproveitou da ignorância da população. A nossa população tem pouco tato cidadão, não gosta de se informar e, quando se informa, é sempre de forma tendenciosa, para validar suas paixões. Mas, quando posta diante de informações e argumentos mais consistentes, ela é inteligente e costuma mudar de opinião. Assim, combati os mantras disseminados pelo pessoal do não, de que os políticos oportunistas seriam os únicos a se beneficiar dessa divisão. Essa análise pobre, em verdade miserável da realidade paraense, foi a mais difícil de combater. Coloquei as questões em cima de outras bases, mostrando a complexidade do processo em vigor, apontando as diversas variáveis que o compõem: culturais, políticas, sociais, econômicas e históricas, tudo isso para mostrar a pequenez desse pensamento pobre, miserável, colonial com que as elites locais tentam fazer as pessoas enxergarem a realidade. Bom, fiz minha parte, e consegui, em todos os debates que participei, conquistar muitos votos para a nossa causa. Agora, pasme, foi mais difícil combater esses mantras disseminados pela campanha do não entre os chamados intelectuais da cidade, das academias. Estes permaneceram fiéis, como bons devotos de Nazaré, à visão empobrecida, miserável, colonizada da realidade paraense que produziu este processo, fiéis aos mantras do não, demonstrando que não conhecem, de fato, a realidade da sua região e do seu estado. Mas isso não é de se espantar. Como eu costumo dizer, todo intelectual não passa, no fundo, de um alienado, acostumado a ouvir a vida pelas orelhas de livros e a enxergar a realidade pelas telas de computadores ou televisores, dados, portanto, a superficialidades. E os intelectuais de plantão na atualidade, no meio universitário ou fora dele, não fogem à esta regra.
Moro em Belém e não votarei, porque estarei fora do domicílio eleitoral. Se votasse, votaria 77 pro Tapajós, devido à luta histórica mocoronga. Votaria 77 pro Carajás, porque eu sonho – um dia – ver o Pará livre dos elevados e negativos índices de violência e degradacão social da região sudeste. A Folha publicou que somos o penúltimo Estado da federacão, à frente de Alagoas. Não sou profeta, mas anotem: sem a divisão, em breve, seremos o pior Estado da federacão.
Evaldo,
Muito nobre o teu convite para o Lucio Flávio Pinto refletir sobre a nossa causa e prestar a sua inestimável contribuição a repeito. Porém Evaldo, durante todo este tempo a inestimável contribuição da obra jornalistica do Lúcio Flávio Pinto, que você também de forma nobre chama de notável, foi pequena e egoista usando as palavras da Lila, e equivovada como você acabou de esclarecer no seu texto.
A obra jornalistica notável deste senhor, muito prejudicou a nossa causa, os prejuizos causados, são impagáveis, os textos dele foram usados aqui em Belém como o “Santareno Inteligente e coerente que não faz parte dessa palhaçada de uma meia duzia de ladrões e forasteiros que querem retalhar o Pará”.
Fafá, Dira, Almizirnho Gabriel, Leila Pinheiro, Lucio Flávio Pinto, Ganso…etc….?
Abs,
Telma
Telma,
Admiro a inteligência e o extraordinário manuseio que o Lúcio Flávio faz de sua criativa pena, mas devo concordar com você que ele, em relação à causa do Tapajós, alternou omissão com parcialidade prestando um desserviço à verdade e ao jornalismo informativo, do qual é grande expoente.
E veja que o miolo do meu texto é dedicado a observar a injustiça que o jornalista comete ao enxertar no seu artigo uma suposição completamente equivocada ao dizer que o Tapajós não teria como arcar com suas despesas. Nesse ponto, Lúcio Flavio presta tributo à falácia e à desinformação, talvez nem tanto quanto à elite de Belém da qual, alías, ele sempre foi ardoroso defensor.
Um abraço
Evaldo, respeito tua opinião mais vds está igual ao Jeso. sem medir consequencia e sem argumen to, o jeso pior ndo que vc, aliadco ao LM, na verdade não sabia disso que baixinho se tornaria o maior puxa saco do LM.
“77 Sim Tapajós”
Te liga ai meu irmão… No dia 11 dia da eleição vote 77 sim tapajós
Sim pela sua voz seus direitos e de todos nós… Faça parte da história
Sim 77 estado do tapajós, a hora é agora, agora é a hora… Ou nunca
Estado do tapajós direito de um povo o futuro de todos nós.
Chegou a sua vez… Jovens o futuro e você quem faz sim tapajós faça
Parte desta história o Estado do tapajós pelo seu bem e de toda região te liga ai meu irmão, mais saúde e educação, desenvolvimento, empregos e administração… Te liga meu irmão pelo seu futuro e das futuras gerações só depende de você… É preciso acreditar dividir pra multiplicar pra nossa vida melhorar… Jovens o futuro e você quem faz pessoas inteligentes fazem diferente 77sim tapajós… É preciso se libertar te liga ai meu irmão de Santarém e de toda região você vai ver seus direitos prevalecer… Só depende de você… Vote sim vote 77 Estado do tapajós, depende de todos nós a hora e agora, agora é a hora faça parte dessa história 11 de dezembro e só confirmar sim 77 Estado do tapajós. É só confirmar
“77 Sim Tapajós”
Podemos até perder (esconjuro pé de pato mangalô três vezes), mas no coração do sofrido povo do interior do Pará este plebiscito é só o começo de uma mobilização muito maior. Agora que nos unimos em torno de uma causa verdadeirament justa teremos mais poder e mais força.
Comecemos denunciando todos os políticos do “não”. Todos eles devem ser citados diriamente nas redes sociais e nos blogs indenpendentes até a próxima eleição.
De minha parte, não pretendo assistir mais aos shows dos artistas que cantam bonito na propaganda do não dando de ombros às nossas necessidades e aspirações.
Nosso coração estará para sempre dividido… e ressentiudo.
Vamos votar 77 e 77! Chega de pouco caso! A hora é esa!
LINDO ARTIGO DE LÚCIO FLÁVIO , PORÉM DESCONHECE TOTALMENTE A NOSSA REALIDADE NO OESTE DO PARÁ, PORQUE O QUE NÓS PRODUZIMOS DE RIQUEZA, NOS RETORNA SÓ ESMOLA E RESTO SERVE PRA CONSTRUIR OBRAS PRA EMBELEZAR A CIDADE DE BELÉM( ESTAÇÃO DAS DOCAS) QUE SUA ELITE PÉ DE CHINELO USUFRUI DEGUSTANDO VINHOS CAROS E QUEIJO IMPORTADO, ENQUANTO A PERIFERIA VIVE COMO O PARÁ ESQUECIDO NO ALAGADO E EM PALAFITAS. É PRA ESTA ELITE BREGA E CHIQUE QUE O SENHOR LÚCIO FLÁVIO ESCREVE
Queria dizer o seguinte: o Lúcio Flávio Pinto é um dos caras mais inteligentes, honestos e corajosos que já conheci. É santareno com orgulho e se ele tem coragem de dizer o que disse no seu artigo, é porque ele leu e pesquisou muito para isso. O que não dá é alguns virem com acusações infantis contra ele só porque ele não concorda com os argumentos de vocês. E outra, vim aqui dar esse testemunho da sua conduta ilibada, sem que ele me pedisse. Tenham mais respeito!
Sou de Belém, voto 77 para o Tapajós e 55 para o Carajás. E tenho caráter!
Jeso,
Realmente esclarecedoras as inormações do Evaldo Viana. Com relação ao jornalista Lúcio Flávio Pinto me surpreendeu a forma titubeante de seu artigo, sem muitos dados que subsidiem seus argumentos, como costuma fazer. Finalizou com uma proposta mirabolante, como se tentasse apresentar uma alternativa para a proposta da criação dos novos estados.
Entendo que a campanha do SIM 77 está realmente avançando significativamente em Belém. Por este motivo as tentativas atabalhoadas dos defensores do não em encontrar formas de conter este crescimento.
Chamo atenção para o fato de ser necessário maior empenho de todos nesta reta final da campanha para conquistarmos mais adeptos para o SIM.
Adelson Sousa
Só quem não conhece o Pará – a Transamazônica, o Baixo-Amazonas, o Sul e Sudeste – é que não consegue entender o sentimento de abandono das populações dessas regiões.
Esse gigantismo que cantamos em prosa e verso tem sido, em verdade, um enorme obstáculo à melhoria da qualidade de vida daquelas pessoas.
Por isso vote SIM e SIM 77 e 77!!!!
Jeso esse é mais um daqueles que vive pendurado no do jatene! Obrigado por defender nossa causa e desmentir o sr.Lucio Flávio que mais uma vez usa um argumento sem fundamento e mediocre para tentar encobrir a verdade dos fatos.
QUE VERGONHA CARO LÚCIO FLAVIO!! Mas vc pode se redimir nos pedindo desculpas que iremos aceitar de bom coração..
Adoro seus artigos.
Muito bem colocado.
Parabéns!
Grande Evaldo Viana , como sempre defendendo com riqueza de detalhes e indo pro embate sem se apequenar, seja quem for, parabéns mais uma vez pelo texto;vamos a luta irmão.
Vigília ecumênica pró Tapajós e Carajás (Grande evento em Belém)
Nesta quinta-feira (08/12), a partir das 8 horas da manhã até meia noite, na Praça da Leitura, em frente ao terminal rodoviário de Belém, padres, pastores, lideres de diversas denominações religiosas, irão fazer celebrações conjuntas ao longo do dia, para pedir pela criação dos estados de Tapajós e Carajás, participação de Maria Lidia, além de outros grande nomes.
Este será o maior evento do SIM em Belém,!
VAMOS PARTICIPA EM PROL DE DIAS MELHORES PRA TODOS NOS.
Como podemos chamas isto de “DEMOCRACIA”
77 TAPAJÓS SIM
77 CARAJÁS SIM
08.12 – Em Belém: violência contra eleitores do SIM
Na reta final para o plebiscito, e com o grande aumento de eleitores pelo SIM na capital Belém em prol da criação do Tapajós e Carajás, militantes do NÃO estão tratando com muita violência as pessoas favoráveis ao SIM.
Carros adesivados são depredados, material de campanha está sendo tomado das mãos dos eleitores e destruído, além dos xingamentos sofridos nas redes sociais.
site do sim
Na foto abaixo militantes do NÃO tomaram uma bandeira em prol da divisão de uma pessoa, e em uma cena deplorável pisam incitando ódio entre os dois lados, na outra cena, um militante arranca a bandeira de um carro que passava em frente a militantes do NÃO.
(Isso a TV não mostra)
O jeso posta a foto por favor pra mostra pra todos a forma que nos somos tratado na própria capital do estado e não temos o direito de expressa de forma democrática.
Mande a foto, José!
jeso a foto esta no site do sim Tapajós com a manchete
08.12 – Em Belém: violência contra eleitores do SIM aumenta
https://www.simtapajos.com.br
Prezado Evaldo, esse Lúcio esta a serviço da elite do parazinho. E essa elite só quer o nosso suor para desenvolver Belém ou seja o parazinho. Cade o Helenilson? Tambem foi capitulado pala turma do parazinho?
Esse Lúcio é o maior traíra que não assume que é contra a emancipação do Estado do Tapajós.
Seu jornal não faz juz ao nome e deveria se chamar, Estado de Belém.
Que vergonha traíra que não assume.
Voto 77 porque tenho caracter.