Contraponto do jornalista e professor Manuel Dutra ao post O policial agiu corretamente, explica escrivão:
Isso tudo pra dizer que o policial paulista agiu corretamente? É a regra do velho oeste, do atira primeiro e pegunta depois?
Responda: por que a pressa em liberar o assassino? Por que dar a ele uma farda da PM para se disfarçar? Ele não teria que responder pelo crime em Santarém?
Tudo que está dito nesse post é a versão do policial paulista, já que morto não fala, né?
É MUITO FÁCIL CRITICAR A POLÍCIA, DIFÍCIL É SER ELA…
A única explicação plausível é a alimentação de uma teoria conspiratória. De repente esse vigilante tenha prestado algum serviço para os mensaleiros e ia abrir o bico. Resultado, despacharam um polical paulista para dar cabo e silenciar mais um delator do mensalão. Essa é a realidade. Estamos numa guerra aberta
Senhor Manuel Dutra, com todo respeito ao seu sábio e indiscutível conhecimento jornalístico, mas a questão penal legal referente ao caso em comento, acrescento:
1 – Não houve pressa em liberar o autor dos disparos que ceifaram a vida da vítima. O PRF, como todo e qualquer cidadão revestido de seus direitos constitucionais, após se apresentar e prestar depoimento nos autos de inquérito que apura o fato, e submetido as formalidades legais policiais, foi liberado pela autoridade policial;
2 – O PRF não foi o primeiro, e nem será o último, a receber a proteção do Estado (polícia) para preservação de sua integridade física, seja ele acusado ou não de crime. Tantos outros já receberam ate coletes à prova de bala para sair de um local. Agora, talvez este caso tenha se estendido nos comentários por ser um policial o acusado dos disparos que ceifaram a vida de um cidadão, apesar de estar ele, em tese, amparado por uma excludente de ilicitude, a legítima defesa real;
3 – Ele já está respndendo o procedimento administrativo investigativo na Comarca de Santarém, onde o crime ocorreu. Mas nada impede que o PRF saia da cidade, até porque não há nenhuma ordem legal que restrinja sua liberdade de locomoção.
Finalmente, não estou autorizado pelo PRF a fazer qualquer defesa de sua pessoa ou de seu comportamento. Aliás, nem posso. O que emito são comentários pessoais, e na medida do possível, ao reflexo da legalidade penal.
Obrigado, e estarei empre à disposição para esclarecimentos de meus comentários.
Acusado… É uma covardia não dar o nome certo aos atos. Ele é um assassino.
Muitas são as perguntas a serem respondidas, que tal estas: Se o Policial Rodoviário Federal era tão treinado, por que não atirou em região não letal? E se o falecido fosse mais rápido, será que estaria solto? Será que poderia sair de Santarém? Será que a PM iria dar farda e guarnecê-lo na fuga? Com a palavra a Polícia Civil e a Militar. Muitas vezes os assassinos vestem fardas e usam armas oficiais para matar. Absurdo.
Anderson você disse tudo! Parecia mais uma confraria de assassinos, cheia de mimos e bajulação para um assassino visitante. Senti uma repulsa terrível.
As pessoas que não conhecem as leis querem julgar no seu modo de vê (ou melhor julgar como a imprensa repassa a informação). Existem leis, que serve tanto pro policial quanto pro cidadão, lembrando todo policial tem o dever de defender qualquer cidadão que esteja em risco, possuir porte de arma, e podem andar descaracterizados. Pode ser que ele (policial) tenha exagerado, no entanto, se analisarmos o mais errado era o cidadão que não estava fardado (pois no exercicio de sua profissao como vigilante deveria estar) e com arma raspada (crime) sem contarque não têm poder de polícia para abordagem e solicitação de documentos de outro cidadãos.
OBS importante: Todas as 5 pessoas que foram abordadas pelo vigilante (sem farda e com arma em punho) prestaram depoimento com a mesma versão do policial…