Do leitor Cezar Savino, sobre o post Jalecos e superbactéria:
Não é por falta de alerta que esses médicos mal-vestidos desfilam com jalecos encardidos pra cima e pra baixo, levando e trazendo bactérias, tal como formigas disseminando doenças pra todo canto.
Tem médico que, cúmulo da breguice, ao sair do carro, o primeiro ato é vestir o fardão, como se essa indumentária fosse a sua identidade de super-herói, é quando ele deixa de ser simples mortal para se transformar no “doutor”.
Claro, estou falando só de alguns.
Com raras excepções, além da arrogância, eles precisam de afirmar.
Agora imagina aonde o “doutor” sentou, transpirou , limpou sabe-se lá o que no jaleco . É o cumulo do sem noção não são todos , mas já ví muitos profissionais da saúde utilizando a
“farda” em bancos , restaurantes , até em supermercados . Vejo com reprovação essa atitude . Quando você precisa de atendimento , não encontra um disponível.
Pior que o jaleco é a arrogância da maioria dos médicos. Tratam os pacientes sem um mínimo de humanidade, de forma mal educada e grosseira.
Parece mentira,mas eu lhe digo que já vi uma médica, em pleno restaurante, no centro da cidade, com um jaleco horroso, no entanto ela desfilava, sob os olhares dos clientes e acredito eu, com total desaprovação de todos. Penso que tal indumentária deveria se restringir apenas ao ambiente profissional, ou seja, os hospitais onde esses profissionais trabalham.