Propaganda do plebiscito começa hoje

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Começa hoje (13) a propaganda (a favor e contra) sobre o plebiscito para a criação dos estados de Tapajós e Carajás, a serem desmembrados do Pará. É o que prevê a resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A publicidade em rádio e televisão será permitida até 9 de dezembro, 2 dias antes do plebiscito.

A propaganda por outdoors não será permitida.

Segundo o TSE, a propaganda no rádio e na televisão se restringirá ao horário gratuito, sendo vedada a veiculação de propaganda paga, e cada frente responderá pelo seu conteúdo.

A propaganda, restrita ao Pará, encerra no dia 7 de dezembro deste ano, e somente será veiculada às segundas, terças, quartas, sextas-feiras e sábados.

Cada um dos tempos de 10 minutos por bloco de exibição será dividido igualitariamente entre as frentes favoráveis e contrárias à respectiva criação do novo Estado, e a ordem de exibição será alternada diariamente.

Leia mais em Propagandas a favor e contra divisão do PA começam amanhã.

Leia também:
Frente Tapajós é registrada no TRE.


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6 Responses to Propaganda do plebiscito começa hoje

  • nossa senhora de nazaré deixe que a maria cara de bolacha do carmo e o lira mala cheia de processos continuem sendo cabos eleitorais do sim pelo tapadós ! aí a vitoria do não será acachapante !!!! ai ! como eu sou bandido !!!!!!!!

  • A hipocrisia de Jatene: há 20 anos o IDESP ( Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social do Pará, órgão do governo do Estado) preparou um “estudo de viabilidade” do Tapajós. ”

    Nos dias 21 a 23 de junho o governador do Pará, Simão Jatene, “instalou” seu governo em Santarém, onde recebeu muitas homenagens, incluindo a Medalha dos 350 Anos, no aniversário da cidade. Naqueles mesmos dias Jatene determinara a formação de uma comissão de técnicos de Belém com o objetivo de realizar mais um “estudo” de viabilidade sócio-econômica da região Oeste do Estado.

    A própria realização desse “estudo” demonstra que o governo não conhece o interior do Pará, determinando, de afogadilho, um outro “estudo” com o claro objetivo de produzir um panfleto a ser usado durante a campanha do plebiscito, com certeza afirmando que o Oeste não tem estrutura para se tornar autônomo. E é justamente por causa dessa inexistência que o moivmento autonomista existe.

    Em 1991, após a Constituinte na qual o Estado do Tapajós quase foi criado, instalando-se a seguir uma comissão no Congresso para tratar da questão territorial da Federação, o governo paraense mandou fazer um desses “estudos”, que foi publicado na revista Estudos Paraenses, edição número 57, sob o título geral Cenários Sócio-Econômicos do Pará (1991-95).

    Num dos artigos dessa revista, o economista Sérgio Roberto Bacury de Lira escreveu:

    “Boa parte do sentimento [autonomista] da população da área [oeste do Estado] decorre do abandono a que ficou relegada pelo governo sediado em Belém, não apenas pelo reduzido volume de obras públicas, como até mesmo por manipulação na devolução dos recursos a que os municípios da região têm direito na partilha tributária, situação que, mesmo se não for real, é utilizada pelos políticos locais para reforçar os sentimentos autonomistas”.
    .
    O Idesp, naquela mesma publicação, acredita que a implementação de investimentos no Oeste poderia fazer reverter o sentimento separatista e “modificar a imagem do governo paraense” no Baixo Amazonas. E acrescenta o autor:

    “O mesmo conceito se aplicaria ao asfaltamento da Santarém-Cuiabá, com a diferença de que essa obra, no caso de separação do Tapajós, não traria qualquer benefício ao Pará. Ao contrário, enfraqueceria ainda mais a função de entreposto comercial que Belém ainda desempenha”.

    Assim se compreende as razões do eterno boicote dos sucessivos governos do Pará contra a conclusão da BR-163, no que são solidários aos tucanos e pelegos paulistas do porto de Santos. Abrir um importante porto de exportação no coração da Amazônia? Jamais… A Amazônia está aí para continuar colônia das regiões dinâmicas do País.

    Quanto ao abandono da região Oeste, como tão bem reconhece o governo em 1991, bem poderia constar agora desse novo “estudo” anunciado. Aquela verdade, reconhecida pelo governo há 20 anos, mudou?

    Conteúdo extraído do blogdovalmutran: https://blogdovalmutran.blogspot.com/2011/07/professor-manuel-dutra-arranca-maskara.html

  • O ESTADO DO TAPAJÓS JÁ EXISTE , EMANCIPAÇÃO JÁ.

    Comentário: Keiko Hirashi

    A falta de respeito é tão grande que somos tratados como uma esposa cansada de apanhar e que pede separação:
    O governo vem aqui com “flores e presentes” fingindo nos valorizar para nos fazer voltar atrás em nossa decisão de emancipar o Estado do Tapajós.
    Não é um ato de generosidade que faz de um avaro um generoso.
    O estado do Pará teve centenas de anos para nos valorizar.
    Nós nos valorizamos e somos mais do que “interior”.
    Já somos Tapajonenses em nossos corações.
    O Estado do Tapajós já existe.
    Só precisamos que isso seja oficialmente reconhecido.
    Queremos o direito de nos desenvolvermos, de caminharmos com nossas próprias pernas.
    E sinceramente, se a emancipação fosse para benefício de nossa elite, o que não é, prefiro a elite daqui do que a de Belém.
    Pelo menos a daqui eu vou poder fiscalizar e cobrar.
    Aquela que fica a mais de 800 km é mais difícil.
    A assembléia legislativa do Pará tem poucos representantes do oeste do Pará.
    Com a emancipação teremos 100% de representantes da região:
    Garantia de legislação voltada exclusivamente aos nossos interesses.
    E ainda, duvido que tenhamos tanta gente assim em nossa elite que dê conta de todos os cargos públicos, quem vai governar este estado serão representantes do povo, com certeza.
    Quem defende esse pensamento de interesses elitizados por trás da emancipação, não sabe do que está falando.
    Seu discurso é medíocre e não deve ser levado em conta.
    A emancipação será a solução para nossos problemas com certeza.
    Não a curto prazo, mas será.
    Solução até para o Novo Pará.
    Quem sabe seremos uma opção de crescimento para os belenensens cansados da violência e desemprego da capital.

  • Ei professor Jeso, quais os horários de veiculção da propaganda?
    Será permitida a propaganda volante (aquela feita com carros, motos e bicicletas)?
    O que mais será permitido (uso de camisetas, pintar muro, balançar bandeira na esquina, usar bótons)?

    Bom, sei que essas perguntas deveriam ser feitas ao TRE, mas sabendo que você é um operário da comunicação, não custa nada te dar mais esse trabalho…rsrsrs

    Obrigado.

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