Top 5 da renúncia por motivos particulares

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A sindicalista Ivete Bastos (PT) é a mais nova vereadora de Santarém. Tomou posse no cargo hoje de manhã (26). Assumiu a vaga do ex-vereador Evaldo da Premac Costa, que renunciou o seu mandato alegando razões particulares.

Ele não é caso único na histórica política de Santarém a renunciar por idêntica motivação. Abaixo, os 5 casos mais recentes. A pesquisa histórica é do jornalista e advogado Oti Santos.

1º) Orlando Teixeira de Borba.
Renunciou no dia 25 de março de 1975. Poucos meses depois de ter assumir o cargo na vaga do vereador Ronaldo Campos, eleito deputado estadual pelo MDB (hoje PMDB). A vaga de Orlando foi ocupada pelo pastor e poeta João Evangelista Damasceno.

2º) Fábio Camargo.
Renunciou no dia 7 de outubro de 1974. Era do MDB. O suplente Djalma Amazonas ficou com a vaga.

3º) Ronan Liberal.
Renunciou no dia 19 de setembro de 1970. Seu substituto foi Benedito Magalhães.

4º) Antônio Veloso Salgado.
Renunciou em 1950. Antonieta Dolores Teixeira assumiu a vaga.

5º) Hito de Vasconcelos Braga.
Renunciou em 1935. A vaga foi ocupada pelo escritor Paulo Rodrigues dos Santos, autor de Tupaiulândia.


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4 Responses to Top 5 da renúncia por motivos particulares

  • Parabéns a Nobre Vereadora, talvez um pouco tarde se fez justiça pela brilhante campanha que realizou , e por ter concorrido com poderosos não chegou a reta final com êxito . Ganha a Câmara, ganha a sociedade que terá uma representante lutadora e competente . Parabéns também ao Vereador Evaldo, que desafiando previsões conseguiu dois mandatos, que tenha sucesso em sua nova empreitada .

  • Padre Sidney, não haveria possibilidades de encontrá-los na prefeitura de um município vizinho?

  • Meus Parabéns a vereadora Ivete Bastos (PT). No dia de hoje dei entrada em moção de congratulaçãoes à nova parlamentar. A moção está no meu blog.

  • Parabéns ao Oti Santos…
    Continuemos a manter viva a memória política, econômica, cultural e artística de nossa terra…

    Pergunta: Oti, você sabe por onde andam os livros da Camara Municipal do século XVIII e XIX?

    Abraço!

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