A TV Tapajós (Globo) recebeu sinal verde do Ministério das Comunicações para fazer retransmissão de seu sinal, por meio do canal 13, ao município de Curuá.
A solicitação foi feita em 2006, e só agora atendida.
A TV Tapajós (Globo) recebeu sinal verde do Ministério das Comunicações para fazer retransmissão de seu sinal, por meio do canal 13, ao município de Curuá.
A solicitação foi feita em 2006, e só agora atendida.
para stm pelo trabalho::
e a tv digital em santarém ?
TV DIGITAL NÃO, MAS BURACO TEM MUITO !
Sinto falta da TV Liberal aqui em Juruti, desde que a Tapajós passou gerar o sinal todo mundo reclama , não pode ficar nublado que o sinal caia e imagme de pessima qualidade. Volta Liberal!!!
Putz…Oculissimo
Demóstenes Torres pode até ser procurador de justiça, mas é Senador dos Demos, dos piores por sinal. Aquele do grampo do áudio que não existiu do Gilmar Mendes – Veja. Para ferrar o Delegado Protogenes Queiroz e o ex chefe da Abin Paulo Lacerda, que estavam na cola de Daniel Dantas.
Todo mundo sabe que a organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras é farinha do saco da CIA e serve os interesses norte-americanos na região.
Oculissimo, vai tentar o Golpe lá no Alasca que é melhor. Quem sabe a Sara Palin te leve a sério.
Tiberio Alloggio
A analise expressada neste artigo, e de natureza eminentemente técnica, é não política, como quer fazer crer.
Além do que, vertera considerações indubitavelmente importantes sobre as diversas tentativas, ainda bem que infrutíferas, do governo Lula de calar a imprensa.
Fatos estes admitidos até pela alta cúpula governamental.
Veja o que disse Guskihen:
Também a sociedade tem reagido com firmeza diante de tentativas de excessos por parte do Executivo. Luis Gushiken, quando ainda era um assessor graduado da Presidência da República, diagnosticou essa situação dizendo que “a sociedade brasileira já deu os limites ao PT”.
Ele se referia a medidas polêmicas do governo, como o Conselho Federal de Jornalismo, a Ancinav e até mesmo a uma cartilha do “politicamente correto”, que, segundo ele, não tinham qualquer intenção autoritária mas geraram reações da sociedade:
“A cada tentativa dessas, vai e volta, a sociedade reage. Está dado claramente o limite”, disse-me Gushiken certa ocasião.
Mas, não é só. Temos também o Plano Nacional de Direitos Humanos, como poderíamos esquecer deste.
Enfim, esse governo além de golpitas e autoritário, e altamente sem-vergonha.
Muito boa esta iniciativa pro município de Curuá.
Que noticia boa pra nossa região tão esqucida e abandonada.Com certeza a tv tapajós levara informção e entretedimento pra essas bandas.De parabéns o STC.
A imprensa que se cuide com a gestão petista. Vejam recente artigo do procurador de justiça Demóstenes Torres.
A organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras divulgou ontem a lista dos 40 maiores predadores da imprensa livre. No rol dos exterminadores de jornalistas e da verdade, há vários amigos do grupo que domina a diplomacia brasileira. Aquele pessoal do governo Lula que fez do Itamaraty conservatório sentimental do marxismo e do antiamericanismo de boutique.
Entre os companheiros, os governos e as organizações criminosas globais adoradas pelo petismo e que abominam a liberdade de expressão, constam políticos parvos como Mahmud Ahmadinejad, o regime provecto da família Castro em Cuba e os narcotraficantes das Farc. Naturalmente que está faltando alguém na lista e você acertou em cheio se pensou no parlapatão de Caracas e grande embusteiro do movimento boliviariano, Hugo Chávez.
Apesar de cometer todo tipo de atrocidade contra a liberdade de imprensa, prender e arrebentar jornalistas, além de empastelar empresas de comunicação, inclusive tratar o direito de opinião como matéria de direito penal, o Chapolin do Orinoco não está entre os 40 mais perniciosos do mundo.
Não há dúvida de que Hugo Chávez é um político desqualificado. De acordo com os critérios dos Repórteres Sem Fronteiras não é páreo para a Máfia Siciliana, os cartéis de traficantes do México ou o mulá Mohammad Omar, líder dos talibans. O pessoal que se sente ofendido de ver o regime de Fidel em tão má companhia, por favor não se apresse em julgar os Repórteres Sem Fronteiras como títeres do capitalismo. Na relação dos 40 maiores predadores o mapeamento foi efetuado com evidente imparcialidade ideológica.
A ONG condena tanto as Forças de Defesa de Israel quanto a ditadura da Síria e a Força de Segurança da Autoridade Palestina. A listagem situa no mesmo patamar de violação da liberdade de imprensa o Grupo Separatista ETA, da Espanha – responsável por uma série de atentados contra jornalistas e veículos de comunicação que não se afinam com suas pretensões terroristas – e o inspetor-geral da Polícia da Nigéria, o conhecido carniceiro da palavra Ogbonna Onovo.
O fato de não constar da lista dos 40 mais, não faz do venezuelano um Dalai Lama da liberdade de expressão. Ao contrário, em outra classificação a organização não-governamental promove um ranking anual de 175 países chamado Índice da Liberdade de Imprensa. Em 2009, a Venezuela ficou em 125º lugar.
O Brasil, para minha surpresa, se encontra na 71ª posição, abaixo de países até recentemente conflagrados e envolvidos em programa de genocídio e limpeza étnica como a Sérvia. Ou um pouco melhor do que a Nicarágua, cujo presidente, Daniel Ortega, é uma marionete de Chávez e na década de 80 comandou o Movimento Sandinista, que nada mais era que uma organização terrorista a serviço de Cuba.
Certamente ainda há no Brasil forte tentação de estabelecer limites à imprensa e o último manifesto institucional neste sentido consta do malsinado Plano Nacional de Direitos Humanos, onde foi previsto mecanismo de controle social da mídia e dos veículos de comunicação. Vale lembrar que os proponentes de tamanho despautério já estão em fase de limpar as gavetas e voltar para casa. É justo criticar a concessão da tutela antecipada de alguns magistrados no que se refere à publicação de reportagens e o caso do Estadão é exemplo negativo, no entanto o comportamento do Supremo Tribunal Federal tem sido indubitável no sentido de garantir a liberdade plena de expressão. Tanto é verdade que removeu da ordem jurídica as normas de exceção que poderiam contaminar de alguma forma a imprensa livre.
O interessante é notar que os mesmos agentes políticos que pretendem criar por aqui freios à liberdade de imprensa reverenciam lá fora os operadores da tirania editorial. Não é de se estranhar que sintam bem na companhia desses maus elementos.