O reitor pro tempore da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), Seixas Lourenço, resistirá ao bombardeio pesado desferido pelo deputado federal mais fiel ao governo Dilma Roussef no Pará, Zé Geraldo (PT)?
O reitor pro tempore da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), Seixas Lourenço, resistirá ao bombardeio pesado desferido pelo deputado federal mais fiel ao governo Dilma Roussef no Pará, Zé Geraldo (PT)?
Jeso,
Política e educação não podem se misturar.
São como água e óleo.
Se há má gestão na UFOPA, não adianta apenas demitir o reitor e sua corte de doutores, mas também resposabilizar exemplarmente os culpados. Se não há fundo de verdade nas denuncias do vice-reitor, além de demití-lo do cargo, ele deve responder administrativa e criminalmente pela denunciação caluniosa. Ele e os psolistas.
Edynei Silva
Cidadão Altamirense e Santareno
Disputa política é uma m… Grandes conquistas, como a UFOPA, vão acabar indo por água abaixo, por causa dessa incontrolável sede de poder. Seria assim também se a emencipação do Tapajós passasse no plebiscito?
O deputado Zé Geraldo externou o que estava preso na nossa garganta há tempos, dando uma enorme contribuição no sentido de trazer democracia à UFOPA. Será a reparação de um grande erro. O Haddad cometeu o equívoco de colocar o Seixas Lourenço na reitoria. Agora, cabe ao Mercadante atender aos anseios da sociedade santarena e retirá-lo. Esperamos que ele tenha esta sensibilidade e não seja engabelado pelo papo de cerca-lourenço (com perdão do trocadilho) do atual reitor.
Da sociedade santarena ? não seria de alguns alunos ?
Ele é pró tempore já está na universidade a 2 anos, a sociedade santarena com certeza concorda com a saída dele para uma eleição, democracia é um anseio da sociedade, se o grupo dele for realmente tão bom quanto diz então será eleito.
21/05/2012 | 00:00
Homem do dólar
na cueca se queixa
de abandono
O militante petista José Adalberto Vieira da Silva, que em julho de 2005 foi preso no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, transportando 100 mil dólares na cueca e 209 mil reais numa bolsa, agora se queixa de ter sido abandonado pelo PT. Ele era assessor do deputado José Guimarães (PT-CE), irmão do então presidente nacional do partido José Genoino (PT-SP), e retornava para Fortaleza após uma “missão”.