Do médico Vivaldo Gemaque, sobre o artigo Médico da Família: solução para Saúde pública, da lavra do também médico Karlisson Éder da Cunha Lima:
Sou médico graduado da 2a turma de Medicina da UEPA-Campus de Santarém. Atualmente, sou residente de Medicina de Família e Comunidade, em Santarém, que tem como unidade polo a UBS de Alter do Chão.
A medicina de família vai além de uma prática profissional; ela se apresenta como uma filosofia de vida. O médico de família atua primariamente no SUS, como mencionou Dr. Karlisson, resolve até mais de 90% de todos os problemas que os pacientes lhe trazem.
Na maioria das vezes, não precisamos de exames laboratoriais ou de imagem. Quando solicita, não o faz de maneira exagerada. Financeiramente, essa especialidade não é atrativa a nenhum recém formado em medicina.
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Sou natural de Alenquer, sempre estudei em escola pública (em Alenquer), bebo água que o ribeirinho bebe (a água de pote é a melhor que existe), como chibé. Tenho convicção da qualidade de meu atendimento e do quanto vou evoluir enquanto profissional e ser humano com essa especialidade médica.
Reconheço todos os anseios por melhor assistência à saúde da população. Entretanto, o caminho proposto pelo governo federal, não é o ideal.
É preciso valorizar profissionais com perfil específico para atuação na atenção básica e despertar nos acadêmicos a certeza de o trabalho na atenção básica será reconhecido. São exemplos de médicos com este perfil: Dr. Fred, de Alter do Chão, Dra Mariana Neves (R2 de Medicina de Família), Dr. Valter Sinimbu, Dra Zilma Pimentel. Eles conhecem pelo nome e sabem onde mora grande parte de seus pacientes.
Não vejo perspectivas de valorização por parte do governo dos profissionais de enfermagem, cabendo aqui mencionar as equipes de Alter do Chão, Caranazal e Maracanã. Isso é uma injustiça!
Por que o governo não vinha discutindo amplamente esses programas durante as conferências municipais, estaduais e nacionais de saúde?
No mínimo, a população deve olhar com desconfiança e fiscalizar se realmente haverá melhorias no atendimento à saúde, com a vinda de médicos não comprometidos com a realidade local, CASO esses programas sejam constitucionais e legítimos (o que não me parece).
A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade divulga o seu posicionamento sobre o programa Mais Médicos. Leia aqui.
A diretoria da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) vem por meio desta nota expressar sua avaliação e sugestões em relação ao programa “Mais Médicos” lançado recentemente pelo Ministério da Saúde (MS).
Reconhecemos este momento como estratégico por vislumbrarmos pela primeira vez a Atenção Primária à Saúde (APS) no centro da agenda política nacional. O Brasil, diante das recentes políticas, volta seu olhar para as Unidades de Saúde (US) e reconhece sua importância, outrora concentrada na atenção hospitalar ou nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). Qualquer sistema de saúde de qualidade e custo-efetivo depende de uma APS forte.
Tanto o PROVAB quanto o “Mais Médicos” focam na dificuldade crônica que municípios do interior e das regiões periféricas das grandes cidades têm para conseguir médicos. A SBMFC considera legítima essa preocupação, pois acreditamos que a presença do médico é essencial em qualquer equipe de APS.
Contudo, entendemos que estas medidas emergenciais para o provimento de médicos devem vir acompanhadas de uma política consistente para a melhoria da qualidade dos serviços, de sua infraestrutura, da qualificação da rede de atenção e dos serviços de apoio ao diagnóstico e à terapêutica. Devem associar-se a políticas de médio e longo prazo para a contratação de profissionais (não só médicos) de modo que fortaleçam todos os atributos da APS: acesso facilitado, carteira de serviços abrangente, continuidade e coordenação do cuidado, orientação comunitária, abordagem familiar e competência cultural.
O programa Mais Médicos envolve três aspectos que serão comentados a seguir: 1 – a contratação imediata de médicos pelo Governo Federal; 2 – a possibilidade da vinda de médicos formados no exterior; e 3 – o segundo ciclo obrigatório nos cursos de medicina associado a expansão do número de vagas na graduação.
Mais Médicos
1. Sobre a contratação imediata de médicos para a Atenção Primária à Saúde (APS):
A SBMFC entende como fundamental um maior aporte de médicos para a APS. O Brasil conta com aproximadamente 33 mil equipes de saúde da família, muitas incompletas. Se adotarmos a mesma proporção utilizada em países com sistemas de saúde fortemente baseados na atenção primária, em que um médico é responsável por até 2.000 pessoas, visando atingirmos uma cobertura de 100% da população brasileira seriam necessários em torno de 100 mil médicos dedicados à APS.
O provimento emergencial de profissionais deve ser visto como uma solução temporária. A APS é dos lugares de maior complexidade e dificuldade de atuação na área da saúde. Acompanhar pessoas de diferentes faixas etárias, ao longo de suas vidas e atender a maioria das situações de saúde exige uma formação clínica bastante sofisticada. Por isso, consideramos que a residência em Medicina de Família e Comunidade (MFC) é o padrão-ouro para a formação desse profissional.
Para os locais de muito difícil provimento, regiões isoladas da selva amazônica, do semiárido nordestino, dentre outras, as melhores experiências falam de formas de contratação e regimes de trabalho especiais. Carreira de estado, remuneração específica, possibilidades de deslocamentos frequentes para grandes centros e tecnologia para apoio diagnóstico e terapêutico fazem parte do conjunto de estratégias que devem ser adotadas dentro de um plano de ação mais consistente para estas localidades.
Não podemos nos abster de dizer que vemos com preocupação o modelo de contratação escolhido pelo Ministério da Saúde para os profissionais do programa, tendo em vista que o pagamento na modalidade de bolsa não garante os direitos trabalhistas e previdenciários dos participantes e não estimula a continuidade dos mesmos no programa.
2. Sobre a vinda de médicos estrangeiros
Em nota anterior, a SBMFC já se pronunciou a respeito da vinda de médicos estrangeiros. Reconhecemos a necessidade de adequar a relação médico-população no Brasil e a possibilidade da contratação de médicos estrangeiros, desde que estes possuam domínio da língua, tenham sua formação recertificada pelos meios legais e não sejam cerceados em sua atuação através de uma licença parcial para o exercício da medicina seja por área de atuação ou por região geográfica.
A importação de médicos é uma medida usada nos países desenvolvidos porque é uma solução mais razoável do que a abertura emergencial de faculdades de medicina, ação demorada e que não garante a regulação do mercado para as necessidades do sistema de saúde.
Ressaltamos que em todos os países citados como exemplo para a importação de médicos pelo programa, estes são submetidos a processo de recertificação e após aprovados são tratados com os mesmos direitos e deveres dos médicos locais sem qualquer cerceamento de suas liberdades individuais. Pontuamos ainda que em muitos desses mesmos países os médicos estrangeiros após avaliação de suas competências são submetidos a um processo de treinamento em serviço sob supervisão no formato de residência médica com o objetivo de garantir a qualidade dos serviços e a segurança do paciente, mesmo que já tenham passado por processo semelhante em seu país de origem.
3. Sobre o segundo ciclo obrigatório para os formandos de medicina associado a expansão do número de vagas na graduação
A SBMFC considera fundamental a regulação pelo Estado da formação médica, foi dessa forma que outros países garantiram a quantidade e qualidade de médicos adequadas às necessidades de saúde da população.
Enaltecemos a preocupação de que os estudantes de medicina tenham maior e mais profundo contato com a APS, mas entendemos que a graduação em 6 anos pode e deve cumprir esse papel. Em nenhum país desenvolvido a graduação é terminal no sentido de formar um médico completamente pronto para atuação em qualquer área da medicina, por isso defendemos que a formação médica seja complementada pela residência médica, e que esta seja mandatória ao menos para a atuação no SUS.
Avaliamos que com a expansão das vagas de graduação ocorrida ao longo dos últimos anos o quantitativo de médicos que se formarão será suficiente para suprir as necessidades atuais do SUS, porém com o acrescimo de postos de trabalho necessários para se prover uma APS de qualidade dentro dos parâmetros internacionais reconhecemos que possa ser necessário um pequeno aumento em relação aos números atuais. Apesar disso, a simples ampliação de vagas de graduação sem regulação da formação de especialistas pode significar somente a perpetuação das distorções já existentes no sistema. Ou seja, o foco não deveria estar apenas nas vagas de graduação, mas na regulação do mercado, que é feita por meio de um conjunto de ações, sendo as duas principais o provimento ou compra da maior parte dos serviços de saúde do país pelo poder público (ou seja, financiamento público majoritário) e a regulação de vagas de residência com exigência de ter passado por esse processo de formação para atuar no sistema público. Essas ações precisam ser incorporadas pelo governo brasileiro em um plano estruturante.
Em relação ao que está proposto como 2º Ciclo formativo a SBMFC faz algumas contribuições:
1. Defendemos que até 2021 a residência médica se torne uma etapa obrigatória (substituindo a realização do 2º. Ciclo da graduação) para o exercício da medicina no SUS e que as vagas de Medicina de Família e Comunidade correspondam a 40% do total de vagas a exemplo do que ocorre em países citados como modelo pelo próprio programa;
2. Para os outros 60% de formandos defendemos que sejam oferecidas vagas em residência médica nas áreas de maior necessidade de atenção no país, utilizando-se de estudos com metodologia adequada para a definição da necessidade de especialistas;
3. Defendemos que entre 2013 e 2021 tenhamos políticas de estímulo ao crescimento e ao preenchimento das vagas de residência em Medicina de Família e Comunidade, com bolsas equivalentes às do PROVAB e às do “Mais Médicos” para residentes, preceptores e supervisores de programas.
Por fim, nos parece importante enfatizarmos que outras ações são fundamentais para que o SUS se torne de fato o “plano de saúde” da grande maioria dos brasileiros, apesar disso a SBMFC entende como necessário nesse momento ater-se às ações relativas ao programa “Mais Médicos” como forma de destacar os questionamentos e as oportunidades encontradas.
A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade é uma sociedade médica científica que defende a organização de sistemas de saúde que ofereçam à população um cuidado abrangente e de acesso universal, com os melhores resultados em saúde e com a mais efetiva aplicação dos recursos públicos, nesse momento conturbado reafirmamos a nossa disposição em dialogar com o governo e as outras entidades na busca da construção de um sistema de saúde melhor e mais equanime.
Amigos médicos , sou a favor de mais médicos para Santarém e região .Somos mau atendido pela maioria dos médicos , quando se vai em algum só tem vaga pra 3 meses depois e cobram um absurdo de valor por uma consulta e nem olha na tua cara .Na verdade vcs estão comedo por que a vinda desse médicos vai cair o auto salários que ganham hoje . Parem de visar só o dinheiro e sejam mais humanos e humildes ,não é por que vcs são médicos que nunca vão passar por algum problema que nem vcs conseguiram se cuidarem .Se não for Deus por nós que é o verdadeiro médico dos médicos que nos cura , salva e liberta estaríamos numa pior se fôssemos depender exclusivamente de vcs .
É preciso ter mais médicos. Ponto!
É preciso ter mais estrutura para a saúde publica. Ponto!
São duas coisas que andam juntas.
Infelizmente a maioria dos médicos parece ter internalizado algo de aristocrático.
A medida do governo pode não estar 100% certa, mas vai ajudar muito as pessoas que precisam. Isso nem a mais brilhante oratória vai poder mudar, pois se trata da vida real das pessoas que sofrem.
“Dos males o menor”, a socialização da saúde pública, seria a melhor solução para o caós geral em que vivemos. O problema gente, é que muitos não querem entender. O governo federal fala em mais médicos, beleza, quem não aceita; até eu. O problema não é so a falta de médicos. O PROBLEMA É ESTRUTURAL, “O mal se combate pela raiz”, se os governos, Federal e Estadual fosse capaz de preparar a infra-estrutura das Unidades, dos Postos, dos Hospitais, do sistema de saúde como um todo. No popular preparar A CASA, pra mais médicos, aí sim, teríamos um projeto eficiente. A assistência básica até a mais complexa chegaria a população como um bem-estar. Agora essa, de que já comeu pirrão e bebeu água de pote (é a melhor) que sirva pra si mesmo. Só sendo coisa de noviço na profissão médica e sonhar com médico da família, na situação trágica pela qual passa a saúde pública; é utopia. Seria o ideal, mas é como pensar no surreal ! Se não forem dadas as essenciais condições de trabalhos aos médicos que viram, a medida será paliativa e puramente manobra política; povo será mais uma vez enganado. Infelizmente !
Putz….
Atenção básica é Posto de Saúde, PSF, Centros de Saúde….
Os Abarés (PSF Fluvial) continuam visitando nossos ribeirinhos sem Médicos….
Nunca há médicos para a atenção básica….. mesmo pagando bem…..
Falando em alta e média complexidade é só dar um pulo no HMS….. e verificar se tem médicos suficientes…
Enfim….. Médico é uma “mercadoria rara”. É mais fácil conseguir carro importado que médicos ….
Vai entender o que passa na cabeça dessa corporação….
Tiberio Alloggio
Vivaldo, você faz uma Medicina de sacerdócio, nossos parabéns.A Medicina evolui dia a dia, novas tecnologias surgem, sem querer, querendo, fique a par da medicina moderna para não ser absorvido pela alienação e desatualização carcomida.Sucesso.
Jequitibá, não vejo incompatibilidade entre “medicina de sacerdócio” e “medicina moderna”.
Reconheço que hoje existe uma mercantilização da medicina. A maioria dos médicos já exerceu e muitos ainda fazem da medicina um sacerdócio. A medicina nos proporciona uma das experiências humanas mais enriquecedoras: a confiança do próximo. É preciso reconhecer que sempre estaremos “a baixo de Deus”. Espero não me tornar escravo de um padrão consumista; mas reconheço a legitimidade de necessidades pessoais. Por quê, ainda hoje, várias pessoas recorrem aos curandeiros e benzedeiros de nossa região? Porque eles exercem algo muito próximo da medicina hipocrática. O contato verdadeiro e o diálogo favorecem a confiança no relato e se configuram como instrumento de cura. Antes de prescrever, é preciso fazer-se “cura”. Daí resulta a grande importância dos curadores locais, que já tive a experiência de conhecer alguns. Eu só peço cautela para que a população não responsabilize os profissionais médicos pela precariedade dos serviços de saúde. Sempre devemos suspeitar da “bondade” dos nossos governantes, infelizmente! Sou contra o serviço obrigatório para os estudantes de medicina no SUS, por uma questão de justiça. Ou se estende obrigatoriedade semelhante a todas as profissões ou tal medida é INJUSTA. Em Santarém, também precisamos de serviço obrigatório para engenheiros florestais, biólogos, professores de filosofia, sociologia, etc. Cabe aqui ressaltar que também considero indigno o salário recebido pelos profissionais da educação, sem os quais nem estaríamos aqui discutindo e mantendo certo nível de diálogo. Precisamos de Valorização da Educação; mas sem obrigatoriedade e autoritarismo. Eu quero um governo que ofereça concurso aos médicos, enfermeiros, assistente administrativos, vigias, porteiros, auxiliares de serviços gerais, psicólogos, fisioterapeutas, odontólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, e a todos o profissionais que SUStentam nas costas os serviços de saúde. Eu quero a população mais crítica e politizada para reinvidar não os seus; mas os NOSSOS direitos.
Eu quero um país onde o meu presidente seja atendido pelo sistema de saúde que ele oferece à sua população. Eu quero caminhar com o povo e não em caminho contrário.
Mas o Dr. Sinimbú não trabalha na auditoria do SUS, diga-me no âmbito municipal? Se for, como pode está na atividade fim, como se autofiscalizar? A medida do governo federal é vital para a população ter acesso aos médicos, pois do jeito que está não pode permanecer.
Jeso, em toda essa história de medico estrangeiro ou não, podemos resumir que: Teremos mais médicos para atender a população que depende do SUS, que continuará esperando meses, anos, para realizar o RAIO X, o ULTRA-SON, ou outro exame que o médico solicitar.
Fernando Reis está certíssimo. Pelo jeito, os “+ médicos” do Padilha vão só coçar o saco ou assistir velório. Curar, que é bom, está difícil. Governo e mais governos seguidos deixaram o SUS virar essa droga.
Os maiores responsáveis foram àqueles que votaram (por questões políticas) contra a CPMF, retirando uma grande parte das verbas que amainava o sofrimento dessa população mais necessitada. Agora todos êles posam de críticos às decisões do governo federal!
Há outra realidade, os médicos definitivamente não querem atender no presídio do Cucurunã, dizem que o Estado paga muito mal…
Ontem a OAB Santarém, através da Comissão de Direitos Humanos e Diretoria, visitou o presídio Cucurunã e o que vimos foi assustador. Presos postos em celas superlotadas e em meio a uma imundície repugnante. Os pavilhões são fétidos, as fossas jorramdespejam detritos no terreno em frente as celas e escorrem para um corrego que jorra as suas imundícies em igarapés que desaguam no lago Juá. O Estado polui vergonhosamente e pisa nas leis ambientais. Tudo exala mau cheiro no presídio. Homens e bichos, micoses, turbeculoses, falta de dignidade, tudo é dor, desamor, desrespeito, podridão, um depósito de gente, como o lixo escondido embaixo do tapete que ja cantava Raul Seixas. São assassinos, estupradores, ladrões, mas ainda assim seres humanos. Doutora me ajude, veja meu processo porque estou esquecido e ja cumpri minha pena. Doutora eu sou gente e não posso abraçar minha família porque meu corpo está tomado pela sarna… aqui nao há higiene. Somos todos lixo. Doutora eu não aguento, vou enlouquecer, me ajude. Quando? Eu posso esperar? Não sei! Doutora o dentista arranca nossos dentes bons. Doutora só nos dão dipirona porque não há outra coisa na enfermaria. Doutora eu preciso de médico. Doutora, tem advogado que pega nosso dinheiro e some. Ah, doutora, eu perdi a minha fé, sou esse lixo que me transformaram. Doutora, o sistema penal não nos ressocializa, porque é um sistema falido. Vivemos no caos e sairei daqui com muito mais ódio. Doutora…
Sra Gracilene, a situação é realmente estarrecedora.A recuperação desses indivíduos será , praticamente, nenhuma.A situação carcerária , no Brasil, é uma hecatombe.
Meu caro por que os bons médicos que você citou não fazem campanhas contara os maus médicos que sujam a classe, que atendem mal, e consultam no SUS quatro horas depois os pacientes por que estão atendendo em seus consultórios particulares.
Chega de sermos reféns dos maus médicos.