Marina Silva conversa com Joaquim Barbosa no STF. Foto: arquivo
Folha de S. Paulo
Por enquanto, o único fator que pode causar alguma disrupção para Dilma Rousseff no cenário da eleição presidencial é a eventual entrada de Joaquim Barbosa e Marina Silva na disputa — algo que hoje parece improvável.
Nessa hipótese testada pelo Datafolha na pesquisa dos dias 19 e 20, Dilma Rousseff (PT) lidera com 40%.
No entanto, a soma dos adversários da presidente chega a 43%, assim divididos: Marina Silva (PSB) pontua 17%; Joaquim Barbosa (sem partido) tem 14% e Aécio Neves (PSDB) marca 12%.
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Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, não é possível dizer que haveria segundo turno.
Há uma situação de empate técnico quase no limite estatístico da pesquisa.
Ainda assim, essa seria hoje a única situação em que a presidente Dilma Rousseff ficaria mais apertada para vencer a disputa pelo Planalto.
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Joaquim Barbosa, folclórico paladino da justiça, o qual diz ter havido uma violação brutal na sua privacidade, só porque a Folha de São Paulo – como ele falou – se achou no direito de expor a compra de um imóvel modesto nos Estados Unidos. Bota modesto nisso. Logo ele que tem ao lado o Gilberto Martins, Conselheiro do CNJ, acostumado a violar de forma brutal a privacidade alheia, grampeando autoridades ilegalmente.
Tanto faz em minha opinião, que a gestão do Brasil nas mãos desses três personagens: Marina, Barbosa e Dilma não mudará praticamente nada a calamidade em que vivemos em termos de Educação, Segurança e Saúde. Quanto a criminalidade, só vai aumentar porque eles defendem que menores de idade não são delinquentes e um monte de benefícios pra bandidos em geral. Estamos fritos e punidos pelo nosso próprio voto: vou votar nulo!
Marina se encontra literalmente perdida no Campos e quanto ao Barbosa, cabe ao petismo oferecer-lhe, por exemplo, ser candidato ao governo do Pará.,