De Maromba, 62 anos, ex-jogador do São Francisco, um dos Guardiões do Leão, sobre a ideia de convocar craques que passaram pelo clube, para ajudá-lo na restruturação do futebol profissional do time azulino:
– O São Francisco me ajudou a ter uma vida feliz com minha família, através da oportunidade de estudar e crescer profissionalmente. Então, hoje o São Francisco precisa de nós e eu estou aqui para ajudar a reerguê-lo, pois o Leão é um patrimônio da cidade de Santarém.

esse time de várzea ainda vive sumano !!! seria melhor disputar o campeonato interno do asilo pão de santo antonio aqui em belém !!!!
Fiquei muito feliz ao encontrar este endereço – tive a felicidade de vestir a camisa do nosso Leão em 70 ao lado de “meu compadre Navarrinho”, maromba, botica, nando entre outros, hoje resido em Goiânia – mas com muita saudade da nossa cidade.
Façam-me o favor de falar ao Navarro entrar em contato pelo E-mail e informar Tel. de contato.
Um grande abraço à todos – vou visitar o Leão assim que por os pés aií.
Caro Jeso, como disse em outra inserção no Blog, a Diretoria do LEÃO encabeçada pelo “Seu” Francisco Coimbra não só construiu um time vencedor como também ajudou a construir cidadãos úteis à sociedade. Na época em que jogávamos, todos os jogadores do LEÃO eram obrigados a estudar e como também já falei, essa a razão do porque, nessa época, o time do SÃO FRANCISCO Valente de Guerra era o time do Álvaro Adolfo. Aí está a prova da visão do “Seu” Chico, como carinhosamente o chamávamos. O Maromba, meu companheiro de zaga e último jogador a me abraçar quando me despedi no Trapiche naquele início de agosto de 1970, vindo para o Sul continuar meus estudos, é funcionário público federal. O Navarrinho, que chamo carinhosamente de Pequeno Grande Homem, o que é muito apropriado em toda extensão do termo, é professor do modular. O Edu, como não sou bisbilhoteiro, não perguntei o que ele faz quando o encontrei no Colosso em outubro p. p. Mas, não tenho dúvidas, está bem colocado. Só pelo histórico desses tres companheiros já valia a pena a política escolar aplicada no LEÃO. Do Maromba (e seu inseparável óculos escuro) tive notícias pelo “Seu” Francisco quando há uns tres anos nos encontramos no final do ano no Rio, ele vindo de Penápolis. Passamos um dia juntos e, com a bela vista da Praia de Icaraí, do alto do Museu de Arte Contemporânea, o peito explodindo de felicidades como criança que ganha um doce, cantamos o Hino do LEÃO. Ele me falou que encontrara o Maromba num voo com destino a São Paulo, onde este ia assistir formatura de uma filha. Do Navarrinho tive notícias pelos amigos Pedrinho Moreira e Raimundo Gonçalves. Assim, não tenho razão quando digo que uma agremiação esportiva é mais do que uma folha de pagamento na qual os nomes se renovam a cada temporada, enchendo o aeroporto de atletas em busca de novos pagadores? Aí está. Nossos “minhocas” ( da Terra) jogaram, engrandeceram o LEÃO e o esporte santareno e hoje continuam a emprestar seu labor ajudando a construir pessoas que no futuro sejam também úteis à sociedade. O papel de uma agremiação esportiva é muito mais do que bordar estrelas em camisas que ficam vazias a cada intertemporada. AVE! “SEU” FRANCISCO. A estrada que caminhamos tem asfalto AZUL. Nós somos troféus vivos a quem o LEÃO, por sua orientação, proporcionou horizontes. É um exemplo a ser seguido. QUE DEUS PAGUE AO SENHOR E A TODA A DIRETORIA. SAUDAÇÕES AZULINAS,
Isso é obra de seu Francisco Coimbra.
Grande Chico… tratava o leão como seu filho mais novo!!!
Saudades velho companheiro!
Esse é o Maromba(PRF) que conheço. Amigo, humano e de uma simplicidade fora do comum. Parabéns Leão azul, sempre serás Grande e vitoriozo.
Taí meu caro JESO,
um gesto N O B R E do MAROMBA, aqui aplica-se aquela passagem BIBLICA = mas só vc volta para agradecer ? não foram mais ? . bem que a atual Diretoria usasse este embrião com os demais ex-atletas, mesmo aqueles que não souberam valorizar a oportunidade que tiveram.