Olhar do leitor

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11 Responses to Olhar do leitor

  • Pô mozão que linda paisagem… Não é a toa que eu te amo tanto…
    Se bem que isso não é nenhuma novidade p mim, eu já to acostumada com essa encantadoras imagens que você congela..
    Te amo my love….. ha… de Verdade verdadeira…..
    Bjos….
    Parabéns vida!!!!

  • Que belíssima foto!
    Em 1951, meu saudoso pai Wilson Fonseca (maestro Isoca) compôs o lindo noturno “Santarém, Pôr-de-Sol”, gravado inclusive nos CDs “Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” e “Encontro com Maestro Isoca”.
    Mais de meio século depois, em fevereiro sw 2003, elaborei a letra para aquela linda composição (fiz vários arranjos camerísticos para esta música):

    Santarém, Por-de-Sol
    (noturno nº 1)
    Música: Wilson Fonseca (Santarém-PA, 1951)
    Letra: Vicente Fonseca (Belém-PA, 28.02.2003)

    Vem
    Minha amada imortal
    Quero estar junto a ti
    Neste instante de amor sem igual
    Vamos
    Cantar com emoção
    Esta nossa canção
    Ao poente do sol.

    Sempre
    Ao meu lado estarás
    Neste encontro imortal
    Chega perto de mim outra vez
    Quando
    A noite chegar
    Vê a luz do luar
    E as estrelas no céu.

    No mistério
    Deste encontro
    Tudo é eterno
    Sem confronto
    Só ternura
    Meiga e pura
    Santarém
    Um poema de amor.

    Um poema
    De ternura
    Nas palavras
    Sem medidas
    Bem tecidas
    De purezas
    Como a luz
    Que se esgota no sol.

    Mas, vem
    Pois a noite já chega
    Ah! Vem
    Que eu te quero só minha
    Vem
    Meu eterno amor
    Oh! Vem
    Com esse jeito só teu.

    Pega aqui minha mão
    Nesse enlace sublime
    Ah! Que volúpia tão doce
    Sempre a sorrir
    Meu amor
    Vem, me abraça, feliz.

    Vem
    Minha amada imortal
    Quero estar junto a ti
    Neste instante de amor sem igual
    Vamos
    Cantar com emoção
    Esta nossa canção
    Ao poente do sol.

    Na esperança
    Que um dia
    Nosso encontro
    Se eternize
    Realize
    Nossos sonhos
    Nosso céu
    No horizonte do amor.

    Paraíso de amor
    De venturas tão lindas
    Guardamos no jardim
    Lá naquela cidade
    Que tanto amamos
    E festejamos
    Oh! Santarém
    Do Tapajós.

    Rio azul como o céu
    De beleza infinita
    Céu azul como o rio
    Cristalino e tão puro
    Como as águas, oh! vem
    Minha amada imortal
    Mas, vem
    Como um sonho de amor
    (O nosso amor… amor…).

    …

    Vicente Malheiros da Fonseca
    https://www.trt8.jus.br/juiz/default.asp

  • Ponto final

    Interjeições amazônicas
    De belezas únicas
    Que não cabem
    Na folha verde da floresta

    Meus olhos não podem
    E nem devem ser reticentes
    Com tanta beleza eloquente
    Que se impõe à minha frente

    Este sol é meu predicado
    Meu verso mais que rimado
    De uma beleza sem fim

    Não há ponto de interrogação
    Nem meio termo
    Nem mesmo ponto seguido

    Meus parágrafos visuais
    Se acabam aqui
    Este é o sol de minha terra
    Sol de minha era

    Este é o ponto final
    Do amor que sinto
    Por esse lugar

    Porque dessa luz
    Extraio o poema
    Formado de vários morfemas
    Que cada raio do sol me dá…

  • Diante de tanta beleza amar a vida é fácil. Que espetáculo essa imagem do sol imponente sobre as águas de Santarém! E o Antônio Carlos é mais um poeta das imagens da Amazônia!

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