Foto e texto: Antonio Carlos Bezerra (*) Bom dia Santarém! Esta é a vista que temos do nascer do sol sobre o encontro das águas dos rios Amazonas e Tapajós, fotografada da torre de controle do aeroporto Wilson Fonseca. (*) É controlador de voo — ARTIGOS RELACIONADOSArte, paciência e turismo: como as fotos de Emi […]
Foto e texto: Antonio Carlos Bezerra (*)
Bom dia Santarém! Esta é a vista que temos do nascer do sol sobre o encontro das águas dos
rios Amazonas e Tapajós, fotografada da torre de controle do aeroporto Wilson Fonseca.
Pô mozão que linda paisagem… Não é a toa que eu te amo tanto…
Se bem que isso não é nenhuma novidade p mim, eu já to acostumada com essa encantadoras imagens que você congela..
Te amo my love….. ha… de Verdade verdadeira…..
Bjos….
Parabéns vida!!!!
Que belíssima foto!
Em 1951, meu saudoso pai Wilson Fonseca (maestro Isoca) compôs o lindo noturno “Santarém, Pôr-de-Sol”, gravado inclusive nos CDs “Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” e “Encontro com Maestro Isoca”.
Mais de meio século depois, em fevereiro sw 2003, elaborei a letra para aquela linda composição (fiz vários arranjos camerísticos para esta música):
Vem
Minha amada imortal
Quero estar junto a ti
Neste instante de amor sem igual
Vamos
Cantar com emoção
Esta nossa canção
Ao poente do sol.
Sempre
Ao meu lado estarás
Neste encontro imortal
Chega perto de mim outra vez
Quando
A noite chegar
Vê a luz do luar
E as estrelas no céu.
No mistério
Deste encontro
Tudo é eterno
Sem confronto
Só ternura
Meiga e pura
Santarém
Um poema de amor.
Um poema
De ternura
Nas palavras
Sem medidas
Bem tecidas
De purezas
Como a luz
Que se esgota no sol.
Mas, vem
Pois a noite já chega
Ah! Vem
Que eu te quero só minha
Vem
Meu eterno amor
Oh! Vem
Com esse jeito só teu.
Pega aqui minha mão
Nesse enlace sublime
Ah! Que volúpia tão doce
Sempre a sorrir
Meu amor
Vem, me abraça, feliz.
Vem
Minha amada imortal
Quero estar junto a ti
Neste instante de amor sem igual
Vamos
Cantar com emoção
Esta nossa canção
Ao poente do sol.
Na esperança
Que um dia
Nosso encontro
Se eternize
Realize
Nossos sonhos
Nosso céu
No horizonte do amor.
Paraíso de amor
De venturas tão lindas
Guardamos no jardim
Lá naquela cidade
Que tanto amamos
E festejamos
Oh! Santarém
Do Tapajós.
Rio azul como o céu
De beleza infinita
Céu azul como o rio
Cristalino e tão puro
Como as águas, oh! vem
Minha amada imortal
Mas, vem
Como um sonho de amor
(O nosso amor… amor…).
Diante de tanta beleza amar a vida é fácil. Que espetáculo essa imagem do sol imponente sobre as águas de Santarém! E o Antônio Carlos é mais um poeta das imagens da Amazônia!
Parabéns Pai!!!!!!!!! continue assim mostrando as belezas de Santarém ! >>>>>>>>Nota 10
Pô mozão que linda paisagem… Não é a toa que eu te amo tanto…
Se bem que isso não é nenhuma novidade p mim, eu já to acostumada com essa encantadoras imagens que você congela..
Te amo my love….. ha… de Verdade verdadeira…..
Bjos….
Parabéns vida!!!!
Que belíssima foto!
Em 1951, meu saudoso pai Wilson Fonseca (maestro Isoca) compôs o lindo noturno “Santarém, Pôr-de-Sol”, gravado inclusive nos CDs “Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” e “Encontro com Maestro Isoca”.
Mais de meio século depois, em fevereiro sw 2003, elaborei a letra para aquela linda composição (fiz vários arranjos camerísticos para esta música):
Santarém, Por-de-Sol
(noturno nº 1)
Música: Wilson Fonseca (Santarém-PA, 1951)
Letra: Vicente Fonseca (Belém-PA, 28.02.2003)
Vem
Minha amada imortal
Quero estar junto a ti
Neste instante de amor sem igual
Vamos
Cantar com emoção
Esta nossa canção
Ao poente do sol.
Sempre
Ao meu lado estarás
Neste encontro imortal
Chega perto de mim outra vez
Quando
A noite chegar
Vê a luz do luar
E as estrelas no céu.
No mistério
Deste encontro
Tudo é eterno
Sem confronto
Só ternura
Meiga e pura
Santarém
Um poema de amor.
Um poema
De ternura
Nas palavras
Sem medidas
Bem tecidas
De purezas
Como a luz
Que se esgota no sol.
Mas, vem
Pois a noite já chega
Ah! Vem
Que eu te quero só minha
Vem
Meu eterno amor
Oh! Vem
Com esse jeito só teu.
Pega aqui minha mão
Nesse enlace sublime
Ah! Que volúpia tão doce
Sempre a sorrir
Meu amor
Vem, me abraça, feliz.
Vem
Minha amada imortal
Quero estar junto a ti
Neste instante de amor sem igual
Vamos
Cantar com emoção
Esta nossa canção
Ao poente do sol.
Na esperança
Que um dia
Nosso encontro
Se eternize
Realize
Nossos sonhos
Nosso céu
No horizonte do amor.
Paraíso de amor
De venturas tão lindas
Guardamos no jardim
Lá naquela cidade
Que tanto amamos
E festejamos
Oh! Santarém
Do Tapajós.
Rio azul como o céu
De beleza infinita
Céu azul como o rio
Cristalino e tão puro
Como as águas, oh! vem
Minha amada imortal
Mas, vem
Como um sonho de amor
(O nosso amor… amor…).
…
Vicente Malheiros da Fonseca
https://www.trt8.jus.br/juiz/default.asp
Ponto final
Interjeições amazônicas
De belezas únicas
Que não cabem
Na folha verde da floresta
Meus olhos não podem
E nem devem ser reticentes
Com tanta beleza eloquente
Que se impõe à minha frente
Este sol é meu predicado
Meu verso mais que rimado
De uma beleza sem fim
Não há ponto de interrogação
Nem meio termo
Nem mesmo ponto seguido
Meus parágrafos visuais
Se acabam aqui
Este é o sol de minha terra
Sol de minha era
Este é o ponto final
Do amor que sinto
Por esse lugar
Porque dessa luz
Extraio o poema
Formado de vários morfemas
Que cada raio do sol me dá…
Diante de tanta beleza amar a vida é fácil. Que espetáculo essa imagem do sol imponente sobre as águas de Santarém! E o Antônio Carlos é mais um poeta das imagens da Amazônia!
Caraca, meu!
Aumentou a saudade da Torre de Controle do aeroporto de Santarém.
Pô Magro, estás perdendo essa maravilha de visual. Volta logo porra…rs…
Dudu, vamos fazer a campanha “Volta, Magrão!”. Que tal?
Pela foto!
Parabéns ao Antônio Bezerra pela linda foto
Linda paisagem.