Frase do dia

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8 Responses to Frase do dia

  • ALGUMAS EXPLICAÇÕES OU DIÁLOGO COM OS INTERNAUTAS BLOGJESO
    “A questão de saber se ao pensamento humano pertence à verdade objetiva não é uma questão da teoria, mas uma questão prática. É na práxis que o ser humano tem de comprovar a verdade, isto é, a realidade e o poder, o caráter terreno do seu pensamento. A disputa sobre a realidade ou não realidade de um pensamento que se isola da práxis é uma questão puramente escolástica.” (Marx – “Segunda tese sobre Feuerbach”).

    Gostaria de agradecer publicamente ao Jeso Carneiro, que em meu entender, ao atuar como vetor de comunicação social, cumpre um papel político fundamental diante da cibercultura – nova oportunidade de interação humana. Essa era onde a extensão ferramental do homem da alta modernidade se faz via robótica, telemática, informática e computação viabilizando atividades produtivas materiais e imateriais em uma escala nunca antes vivida. Criou uma nova cultura, em diversos segmentos da sociedade, especialmente entre os estratos mais jovens e a partir da década de 1990, quando surge um ser constituído de estruturas nervosas e conexões eletrônicas que se liga via rede mundial de computadores: um homem-nervo-máquina-mundo, bombardeado em um todo de fluxos de informação e interações densamente conectadas. Um mundo que liga seres em comando e ações frenéticas – que ao mesmo tempo se manifesta veloz, porém muitas vezes também fica lento, caótico e degenerativo. Esse novo tempo repercute tanto nos hábitos, instituições e tradições, como e principalmente, em nível da psique, da cultura, da economia e da política – na totalidade da vida social. Elevando o grau de complexidade para se apreender, compreender, decodificar, entender e agir sobre as distintas realidades, seus movimentos dialéticos, contraditórios e permanentes. Produzindo um poderoso meio de informação e comunicação com inúmeros pontos positivos e negativos.
    Os pontos positivos são evidentes e o leitor/a compreende perfeitamente. O problema são os pontos negativos, onde a comunicação e a interlocução passam a sofrer do abismo cultural e moral, contraditoriamente presente na Sociedade Informacional. O que era para ser edificante ao não se compreender e/ou pior, talvez se saber, mas ignorar, se torna o seu contrário, sua negação social, política e cultural. O que quero dizer: a crítica não se faz com respeito às ideias, ao pensamento, ao debate honesto trazido pelo autor em seu texto. O que se presencia são ataques pessoais com o intuito de degradar o oponente, desqualificar e rebaixar a discussão social, teórica e política – o que não ajuda em nada a avançar as consciências individuais e coletivas. Por outro lado, dissimular e desvirtuar conteúdos é próprio de mentalidade medíocre, pouco capaz de compreender o que leu. Outro fato negativo que salta à vista, é o esconderijo em pseudônimos. Importante considerar que as pessoas que se identificam por seus nomes reis são as que possuem, coincidentemente, também caráter pessoal, firmeza ao assumir suas posições políticas, filosóficas e pessoais com toda serenidade. Que pensar de alguém que posta suas mensagens com o falso nome de “Estudante UFOPA” e/ou “Ex-aluna do prof. Gilson”? No diagnóstico do presente, é deplorável o caráter fraco. Parabéns aos que não precisam ser covardes, aos fortes de caráter. Como na canção do Capital Inicial: “Se não faz sentido, discorde comigo, não há nada demais”. Agora, assuma!
    A segunda questão a abordar, muito importante aqui é o caráter teórico, político e ideológico que contém no meu texto e seus reflexos. Em Observações à Margem do Partido Operário Alemão, Karl Marx (1875), de maneira central, afirma que “não podemos admitir que, de forma vulgar, se instalem afirmações”, na expressão do próprio Marx, “locução copulativa, sem nenhuma contribuição real aos socialistas, sua causa e fins”. O texto que pedi ao caro Jeso Carneiro postar faz parte de uma trilogia intitulada: VAGALUMES SELVAGENS NA ESCURIDÃO DAS CIDADES. Têm a finalidade de dialogar sobre a crise política dos partidos de esquerda – que em seus percursos lutaram e/ou lutam pelo socialismo e que hoje se encontram em flagrante decomposição social, política, ideológica, moral, teórica e programática.
    Considerações e diálogos merecem a professora Heliana Aguiar, Clóvis e Júnior. Obrigado por suas inquietações, elas nos ajudam a dialogar. Colega Heliana, eu não queria vir de Santarém, eu fui removido ex-ofício pelo Reitor Seixas Lourenço. Já havia sido punido com um PAD e por uma suspensão de 120 dias, a partir de um atestado médico pericial falso, inverossímil – hoje movo processo na Polícia Federal e na Justiça Federal contra os responsáveis por esses processos de assédio moral, perseguição política e danos morais. Portanto, não saí da UFOPA, porque quis, disso sabem bem os professores mais próximos de mim, como Amadeu Cavalcante e Luiz Fernando França, ambos sindicalistas que fazem parte de um coletivo que tenho muito orgulho de pertencer e ajudar a ter construído.
    Sobre a degeneração política dos partidos que ora estão contidos no texto, eu ainda vou aprofundar na sequência da trilogia. Penso que em boa parte respondem aos comentários e inquietações dos interessados. Mas cabe dialogar com o internauta Clóvis, que diz: “Esse texto mostra o isolamento do Professor Gilson Costa.” Então, não é o meu isolamento, é muito mais profundo, tem a ver com o isolamento da práxis, da teoria, da política e do método trotskista – um isolamento social e político extremamente difícil para a classe operária, não meu, sim do conjunto da construção política revolucionária, socialista, da esquerda mundial que busca construir a perspectiva da Revolução Socialista. Portanto é muito pior! Faz, por exemplo, com que o PSTU comece a se degenerar diante desse isolamento e vendaval oportunista que assola a esquerda. Portanto é um problema sério, real, coletivo. Se fosse apenas meu, estava tudo bem. Entendeu?
    Entretanto Clóvis segue, parece que não entendeu: […] “Que na sua breve história de dirigente partidário em Santarém (PSTU 2009-2012) não conseguiu organizar nenhuma tarefa troska.” Aí tem problemas, primeiro fui dirigente por dez meses, a partir de 2010. Depois, o argumento perde o rumo de sua análise ainda mais ao chegar à conclusão de seu inicial raciocínio. Arremata: “ […] Agora faz o que é mais confortável pra todo ex-militante, escrever textos refutando tudo e a todos, posando de intelectual.”
    Primeiro, quando se é um militante honesto da classe proletária, não é nada “confortável” ver a organização revolucionária que se dedicou por tantos e tantos anos se perder no processo político-ideológico, se curvando diante do oportunismo, do pragmatismo eleitoral. Disso pode ter certeza, no mais, o que pensas, respeito seu livre arbítrio. Apenas gostaria de informar ao leitor/a que sou Cientista Social formado pela UFPA, com especialização, mestrado e doutorado pelo NAEA/UFPA, um centro de excelência, donde sou egresso com livro premiado em primeiro lugar por mérito científico. Portanto, não estou “posando de intelectual”, eu sou intelectual, uma condição de minha formação. Quanto ao “Estudante UFOPA” e a “Ex-aluna do prof. Gilson”? Não cabem respostas tão eivados de preconceitos, ataques pessoais, morais e ódio político-ideológico. O que bem cabe são Ações Jurídicas por calúnias, difamações e danos morais. O que certamente vou encaminhar.
    Jeso, abraços, e parabéns pelo bom trabalho.

    Prof. Dr. Gilson Costa
    ICSA/UFPA.

  • então, uma simples pergunta prof Dr Gilson Costa: se o PV é burguês, se o PV se vendeu, o q podemos falar de um professor q prestou concurso p UFOPA, mas, q está em Belém sem ter prestado concurso p lá?. Todo discurso é lindo, mas é na prática q vemos quem é quem.

    ps: Jeso era isso..rsrs net muito ruim aqui, abraços

  • ESSES PARTIDOS EM NADA VEM ACRESCENTAR NO CRESCIMENTO DA POPULAÇAO E DA POLITICA MUNICIPAL, POIS, ELES SAO NA VERDADE UNS MERCENARIOS DO PODER.

  • O texto do Gilson é a mais anacrônica leitura da realidade desde que o Trotsky leu o Capital e não entendeu. Tem cheiro de coisa mofada, de anos 70. É uma tremenda simplificação do que o mundo virou e uma super valorização dessas entidades incapazes de promover qualquer mudança: os partidos.

  • Talvez venha a ser verdade que o PV tenha se tornado uma legenda de aluguel, porém igualmente verdadeiro é que quem mais o alugou nos últimos foi o PT.
    A depender da conjuntura tantos partidos podem ser chamado de partidos de aluguel, principalmente quando eles não estão do lado de quem da orientação partidária de quem escreve esse tipo de coisa.
    Partidos assim são péssimos para a república, podem ser “alugados” por qualquer partido que esteja no poder.
    Não creio contudo que essa pecha caia no PV. Ele nunca se pôde ser definido como de esquerda ou direita. Aliás, esse tipo de classificação nunca teve nada de científica e está cada vez mais em desuso após o fim da guerra fria.

    1. O pior que ainda que cabe também legenda dos desiludidos, desilusão no PT corre pro PV, desilusão no PPS corre pro PT e ai vai…

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