por Júnior Chaves (*)
Uma triste realidade econômica ganha visibilidade em nossa querida Santarém: um número crescente de empreendimentos tem cerrado suas portas.
Alguns deles, inclusive, por seus proprietários “desistirem” da estagnação e até desaceleração da economia local, optando em migrar com seu empreendimento, de mala e cuia, para Altamira.
Diga-se de passagem, dia desses pousou aqui em Santarém um helicóptero dos bombeiros sediado naquela cidade. Trouxe uma gestante desde Uruará, que usufrui, assim, do extraordinário momento econômico que Altamira está vivendo ao deixar para trás décadas de discussões ambientalistas para romper em pleno desenvolvimento.
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A verdade seja dita, doa a quem doer: não há desenvolvimento sem impacto ambiental. A população de Altamira colhe agora os frutos de um boom econômico, mas as gerações futuras poderão pagar um alto preço.
Até lá, índios estão andando de Hilux e a população de um modo geral experimenta grande alvoroço financeiro que tem mudado a cara da cidade, deixando-a mais uniforme e aparentemente desenvolvida, com mesas fartas em novas edificações e empreendimentos sendo levantados diariamente.
Dia desses ouvi um empresário satirizando que falta pouco para se chamar o padre a fim de dar a extrema unção a Santarém. Trata-se de uma dura realidade perceber que o mundo gira em busca do desenvolvimento e aqui nunca conheceremos essa realidade.
Pelo menos até as tradicionais famílias da cidade sentirem em seu próprio bolso e então assumirem uma posição a favor de lutarmos para termos indústrias na cidade, a fim de se ter fonte de renda e desenvolvimento sustentável.
Ao contrário do que muitos bradam por aí, não vejo o empreendimento “Buritis” como a solução de nossos problemas, até porque uma vez endividado o povo em parcelas de terrenos, desacelera-se ainda mais a economia local.
Por outro lado, dizer que irá destruir a cidade parece-me (apesar de leigo no assunto) exagero.
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* Empresário e jornalista, reside em Santarém.
poxa ainda tão questionando sobre o empreendimento de santarem como a buruti e shoping, que querem paralizar que bobagem nosso povo do nosso municipio esta aumentando cada ano precisam de trabalho para sustentarem suas familias esses governos tão recebendo seus salarios nem lembram das familias que não tem nada para comer enquantos eles estam no bem bom pegando dinheiro dos empresarios que já iniciam as obras que ja devastaram e agora que acordaram que querem paralizar, pelo amor de Deus vcs representante do povo de santarem bando de curruptos desgr.que não tem amor pelo ser humano, acorda povo de santarem com esse governo de vcs ai isso é pretesto para pegar dinheiro dos empresario que querem envestir em santarem para dá uma vida digna para as familias, se não queriam devastação de floresta por que permitiram iniciar essas obras, Há ja sei querem dinheiro dos empresarios eles so enchergam isso que tem dinheiro pra multar; quando tem envasão os governo fico calado não faz nada por sabem que são pobre; gente a cidade foi feita pra isso o nome é desenvimento essa cidade ainda vai ser capital precisa de espaço para desenvimento essa area é pouco pro tamanho do desenvolvimento que essa cidade vai ser; vamos aceitar o desenvolvimento para vcs não sairem dai para outro estado atraz de trabalho é muito vergonhoso vcs terem area para desenvolvimento não precisam estarem medigando pão, até tirando emprego de muita familas desses estados como manaus macapa e belem porto velho vcs tenho que caminhar com seus proprios pés
Quanto orgulho sentia, quando Santarém tinha seus títulos: a maior cidade do interior da Amazônia, a 2ª maior cidade do Pará. Não falo isso em numero de habitantes, mas sim em desenvolvimento. Santarém já foi uma das pocuas cidades do interior, a dispor de recursos e estrutura que não se encontrava nem em algumas capitais, como macapá e porto velho. O tempo passou, a região norte se desenvolveu, embora em passos lentos. Muitas cidades até então pouco conhecidas como marabá, parauapebas,paragominas, começara a se destacar com uma avanço constante no desenvolvimento. E Santarém que sempre esteve um passo a frente nos quesitos estrutura ofertada, recursos, começou a enfrentar um grande declinio econômico que não condiz com a realidade das principais cidades da região. Quando se pensava em realizar algum investimento no Pará as cidades escolhidas por dispor de melhor estrutura sempre eram Santarém e Belém. Hoje, a capital continua obviamente sendo priorizada, e santarém passou a ser substituida por cidades como marabá, castanhal e agora altamira.
Não podemos afirmar ao pé da letra que Santarém está completamente abandonada e sem investimento por parte do goverso. O problema é que tendo em vista a importância da cidade para o Pará e para Amazônia, a cidade vem cada vez mais sendo pouco lembrada quando o assunto é “investir”, ou seja, Santarém está perdendo sua força, sua importância, e se tornando apenas mais uma cidade de médio porte na região. Agora o por que disso? Por que isso está acontecendo?
A população está se deixando convencer por argumentos externos de quem não vive, não viveu e nem sequer conhece a realidade que atualmente a cidade e a região do tapajós enfrenta. O fator meio ambiente será sempre a justificativa para tentar impedir muitos investimentos na cidade, e apopulação vai sempre se deixando levar pelos argumentos.
Sabemos que o projeto da Buriti,não significa necessariamente um avanço no desenvolvimento da cidade. Mas muitas pessoas iriam sair de barracos horríveis, e passariam a morar em um lugar mais descente. Como se o desmatamento provocado pela empresa fosse muito maior do que os beneficios trazidos para cidade. Cadê o Porto de R$ 50 milhores que o Eraí Maggi iria construir na cidade em 2011? Cadê a ampliação do Porto da CDP? E o novo aeroporto? são tantos projetos redirecionados para outros locais ou até mesmo abandonados, que se fossem realidade, certamente Santarém estaria de bem com o seu povo. E agora tem o Shopping, que também vão tentando bloquear. Será que alguém ainda tentará ao menos montar um projeto de investimento nessa cidade? Do jeito que as coisas se encaminham, creio que chegará um tempo, que nem se for ofertado gratuitamente uma área para grandes empresários investirem, os mesmos não irão mais aceitar.
rsss…naum consigo acreditar nesse artigo. Quanta falta de informação. Se vc está se referindo a Altamira, já perdi a conta de vezes que vi reportagens sobre a situação desta cidade: ela está simplesmente inchada com excesso de imigrantes que chegam lá a procura( A PROCURA DE EMPREGO) de uma oportunidade. Altamira está simplesmente vivendo um ciclo, comandado pela construção de BELO MONTE. E que como ciclo, um dia acaba. Quanto à Santarém falta sim investimento estadual, federal. Mas não é por isso que os investimentos aqui devem liberados de qualquer maneira. Se houve erro na liberação das obras, que isso seja corrigido enquanto há tempo. Por quê não fazer isso????
Junio Chaves , Li sua escrita , mas infelizmente não temos nenhum incentivo de nossos governos estadual e municipal estamos apostando nesse governo .
Falo isso que no governo de Maria do Carmo uma empresa de GRANDE PORTE ( CAMARGO CORREA ) queria implantar em Santarém uma grande obra mas não foi possivel .
Possivel porque o Sr Ciro Lima queria vender suas terras para a a C C mas estava irregular devido pendencias em bancos de nossa cidade . então o Everaldinho entrou na jogada e como sempre fazendo jogo sujo não deixando a C C comprar uma outra area na CURUAUNA , com isso o governo do AMAZONAS deu a area e subsidio para a C C fazer sua instalção .
Pergunto , como podemos ter progresso em nossa cidade ,
Quanto ao projeto BURITI , concordo em paralizar a obra , pois o que fizeram foi uma grande devastação e deve responsabilizar principalmente MARCELO CORREA por facilitado o absurdo que cometeram .
Mas essa faciliatação que MARCELO CORREA fez foi emprol de sua família que até o momento foi a mais BENEFICIADA .
É extramente importante este debate, entretanto, infelizmente não participam as dezenas de milhares de pessoas que são esquecidas na periferia de Santarem ( grande maioria ), Pais de familia e jovem que são impedidos de sonhar com um futuro melhor, com uma qualidade de vida melhor devido principalmente a falta de oportunidades e Emprego. Não de trata de ser a favor ou contra o desenvolvimento, mas é desumano não trazer para o centro do debate a população mais carente de nossa cidade, seus principais anceios e necessidades. Até quando vão fechar os olho para essa realidade ??
Esse shopping um dia vai inaugurar e dará certo, pois vai atender toda a região. O comércio de Santarém, irá melhorar, como um todo, se não quiserem ficar as moscas.
Engraçado, é que, os santarenos não acreditam na cidade, mas os que vem de fora sim, não é interessante?
EXEMPLOS DE EMPREENDEDORISMO MOCORONGO : RESTAURANTE FECHANDO PARA O ALMOÇO, BARRACAS EM ALTER DO CÃO COM SANITÁRIOS AO AR LIVRE , BOATES QUE NÃO TOCAM MUSICAS PARENSES SÓ POR DESPEITO POR CAUSA DA SURRA DO PLEBISCITO O TUCUNARÉ É MAIS BARATO EM FOTALEZA QUE EM IZOCALÃNDIA PASSAGENS AÉREAS COM TRECHO DE UMA HORA COM PREÇO DE UMA DE IDA E VOLTA PARA MIAMI E POR AÍ VAI !!! PARA NÃO FALATR DE MÃO DE OBRA RUDE E DESQUALIFICADA !!! ARRE !!! E AINDA SE ARVORARAM A SER ” CAPITAR ” !!!!!
Show de bola seu comentário. Uma síntese de como esta Santarém.
No dia em que o IDH de Altamira for acima de 0,7 podem comemorar como uma cidade em desenvovimento. De resto o que se apresenta é uma visão torta de crescimento de empresários falidos que esperam a ajuda e aliança com a ilegalidade para “prosperar”.
Não adianta ganhar R$ 4.000,00 e pagar R$ 2.000 ou mais de aluguel. O boom de Altamira chama-se usina de Belo Monte. Seu destino vai ser igual ao Município de Tucurui, Ou seja, após o término da obra vai virar um monte de canteiro de obras e de casas desocupadas esperando locadores.
Esse tipo de desenvolvimento, como o oferecido em Santarém e na região são insustentáveis igualmente ao da extração do ouro por garimpeiros que ao término do ciclo deixam os buracos e a degradação ambientação como resultado para os nativos que diferente dos aventureiros residem e gostam do local.
Qualquer jumento consegue ser empreendedor e empresário seguindo caminhos lógicos do ganho fácil com o desmatamento. Altamira não é modelo, nem tampouco visão de futuro. Os ganhos só são possíveis enquanto tiver obra, depois disso vai ser somente choramingueira de oportunistas deslumbrados.
Otacilio, seu comentário foi o mais coerente, o que voçe escreve hoje, na [epoca de Juruti ouvia apenas ogrito solitário de Pe. Edilberto, dizendo a todos que não se iludissem, tal postura do Padre não era profetica, mas apenas analise do retrospectos de projetos semelhantes, portanto a hora de ganhar dinheiro em altamira é agora, porque essa farra de 30 bilhoes vai passar quando tudo estiver concluido.
Nazareno o dono do blog já tomou partido e deu seu atestado…comentario do estaurante e capa para o texto sugestivo e passivo de Vinicius Pierre.
Extrema unção para Santarem…Pelo jeito mesmo com abreviação J.C essd ai vende até a alma pro diabo. Tantas áres vastas em Santarém, precisava desmatar tudo aquilo Buriti?
Quanta idiotice cabe num único comentário! Faça o seu contraponto, exerça seu direito de voz aqui no blog, assim como Nazareno e tantos outros. Em suma: dê um coice nessa idiotice que te apequena.
A dinâmica da economia, a evolução tecnológica e s globalização encurtaram o tempo de planejar. Hoje temos de pensar p 5 anos e máximo 10. Como ficam nossas ruas daqui a 3 anos ? Estacionamento, fluxo de automóvel e o Porto dos nossos barcos? E as creches p as mães deixarem seus filhos p poderem trabalhar? E o combate as s drogas em Alter? Hoje chamada de ilha onde livrimemte se consome. Cade a policia federal agindo c estrangeiros q ficam c visto vencido? Vieram p que ? Cade a area de livre comercio? Etc…,.,,,,,Vamos cobrar planejamento publico mas senhores empresários planejem!
A futura capital dessa região está nas mãos de Itaituba e Altamira duas cidades com grandes pontencial para esse fim, pois aqui em Santarém o povo quer voltar ao passado da idade da pedra e a viver de Cuia Pintada, Venda de Cipó, Semente de Açaí, Palha para fazer maloca, taberna, bodega, e emprego na prefeitura da aposentadoria de alguns segurados e de alguns trocado patrocinados pelas ONGS e outros que não querem que a cidade seja Capital do novo estado. enquanto isso vivemos só a ver navios passar em frente a cidade. Claro que a Cargil não deu emprego para a população em geral, mas devido o investimento veio alguns investidores para região devido a implantação do porto e é isso que está segurando o comércio ainda. Um investimento chama o outro e assim vai o progresso.
que texto fraco, apelando para o senso comum e pelo determinismo economico.
trabalhar conceitos como “desenvolvimento sustentável, impacto ambiental, indios de hilux “sem ter a menor ideia do que se trata é o típico retrato da elite burra santarena, sedendo pelo dinheiro e poder a qualquer custa, como é o caso da buriti.
o autor ainda apela para o mais do mesmo por esses cantos da amazônia. a velha e miope receita de grandes empreendimentos, historicamente, excludentes e passageiras.
santarém vive é uma estagnação de visão de desenvolvimento.
Olá Aquino.
Fico honrado em saber que escolheu nosso restaurante para levar seus convidados.
Bom, não é necessariamente pq somos restaurante que temos obrigatoriamente que vender bebida alcoolica. Nem todo restaurante vende.
Como empreendedor, entretanto, sou forçado a reconhecer que a demanda gera a necessidade.
Em função disso, desde setembro de 2012 a realidade que vc expôs em seu texto, é outra.
Espero poder recebê-lo mais uma vez conosco e poder oferecer o melhor atendimento possível, ok?
Um abraço!
J.C.
Meu amado irmão coloque sempre Deus em primeiro lugar!
Buscai i Reino de Deus e a sua Justiça e tudo lhe será acrescentado!
Os planejamentos que ocorrem aqui em Santarém, são de 4 em 4 anos, ou seja, de uma mandato a outro de prefeito, isso e pura burrice.
Planejamento econômico de um região deve ser feito de 25 a 25 anos a médio prazo, e de 10 em 10 anos a curto prazo, esta e a forma que as cidades americanas trabalham, como também as cidades de nossa região sul do país. Um prefeito da continuidade a obra de outro prefeito, e não deixa de lado o que um governante municipal iniciou, para começar outra obra. Porque isso acontece ?, porque se for desta forma nós estaremos o tempo todo começando do zero.
EXEMPLO CLARO DE INCOMPETÊNCIA….O NOSSO PREFEITO ATUAL…NÃO IRA DAR CONTINUIDADE AS OBRAS DO GOVERNO ANTERIOR…. CHUPA ESSA MANGA JESO!!!!!!!
Há trinta anos ouvi argumentos semelhantes, os quais continuaram a ser repetidos até hoje.
Enquanto isso, a outrora belíssima orla da cidade acabou, o Irurá, a Serra Piroca, o Juá, as florestas, e tantos outros bens e lugares foram destruídos em nome do progresso. Até nas areias do Arapiuns se percebe o dano causado pela ação de certas pessoas, que por possuírem carrões, acham que não faz sentido se “divertir” sem destruir o meio ambiente, quanto mais produzir riqueza.
No mais, o Junior Chaves esqueceu de dizer que Belo Monte fica do lado de Altamira.
A discussão precisa ser posta à mesa, sim. Não adianta simplificar as coisas. Santarém precisa urgentemente – até já passou do tempo – de uma política de desenvolvimento. Nós não vimos isso como preocupação dos prefeitos e prefeita que passaram por aqui. Não dá para manter uma cidade do porte de nossa Pérola do Tapajós com os dez ou quinze dias que duram os salários de professores e aposentados. Não queremos mais nossos filhos indo embora “pra Manaus” atrás de oportunidades. O atual prefeito tem nas mãos a chance de fazer diferente. Indústrias, construção civil, novos cursos na Ufopa, empresários vanguardistas, infraestrutura urbana, emprego, emprego… Temos muitas carências que já não podem mais esperar por um messias que fará isso tudo em um passe de mágica. É hora de planejar, incentivar, buscar caminhos para nos arrancar do marasmo que faz de nós a eterna terra de oportunidades que nunca chegam. Já deu, né?!!!
É fato que não existe ninguém mais bobo, se empresários estão se deslocando para Altamira, não é porque a situação está ruim em Santarém, e sim porque em Altamira está melhor.
Altamira se destaca economicamente devido ao grande empreendimento lá em andamento, o que atrai muita gente em busca de trabalho e, assim, essas pessoas precisam morar, comer, e etc., é ai onde entra o empresário com visão que se instala lá para consagrar a nomenclatura econômica de buscar os recursos escassos para atender as necessidades de um determinado grupo.
Devido à problemática “logística” de Altamira, quem consegue uma forma viável de transporte de seus produtos para lá tem grandes chances de sucesso, pois agrega todo esse transtorno no preço final.
Os grandes empreendimentos em instalação em Santarém – em destaque o Loteamento Cidade Jardim e o Shopping Rio Tapajós – estão apenas atendendo um déficit muito antigo e muito claro que atinge as cidades com mais de 200 mi habitantes: moradia e lazer, respectivamente.
Concordo que não existe desenvolvimento sem impacto ambiental, o que é preciso é estudar maneiras de reduzir esse impacto e não paralisar os empreendimentos em andamento atendendo a pedidos de meia dúzia de incompetentes.
Ass: Vinícius Pierri, 27 anos, empresário e economista, Paranaense redindo atualmente em Santarém.
Bom dia, Junior Chaves,
Vou discordar radicalmente de seu comentário, com todo respeito, mas não vejo Santarém catastrófica como você ver e Altamira toda desenvolvida como está propalada no seu texto.
O primeiro exemplo é exatamente quando o helicóptero pousou aqui com a parturiente. Por que então não levou para Altamira? Claro, é aqui que tem um dos melhores hospitais publico que conheço, é aqui que tem ótimos profissionais de saúde nas áreas de Neurocirurgia, cardiologia, ginecologia, obstetrícia etc., não reconhecer isso é porque nunca precisou graça a Deus.
Altamira, caro Junior, como tanto outros lugares passa por um período sazonal, ela mesma já experimentou isso, na primeira metade da década de 1970, no brotar dos meus 20 anos, eu trabalhando em uma empresa aérea, ajudei transportar centenas de pessoas motivadas pelo projeto de “integração” com a construção da Transamazônica e já vão quarenta 40 anos e Altamira não mudou lá essas coisas, depois veio Tucuruí, com o mesmo tipo de obra que Altamira festeja hoje e nada mais que isso aconteceu, a não serem as enormes denuncias de corrupção que tornou o investimento mais famoso que o próprio beneficio social. Antes já tínhamos outro, o tal projeto Jari, muito oba, oba, depois vieram: Barcarena, Trombetas, mais recentemente Juruti etc.
Santarém, Itaituba e região já experimentaram isso, com a famigerada febre do outro que só provocou miséria, corrupção, aumento extraordinário do crime organizado, tráfego de drogas e outros distúrbios sociais.
Não estou dizendo aqui que esses projetos não são ou foram bons para o País , mas mudaram muito pouco a fisionomia do município envolvido e em outros deixaram péssimos legados.
Sabe Junior, motivado pelo blog, fui um dia jantar em seu restaurante na av. Cuiabá, lá fui muito bem recebido e atendido, mas não voltei mais lá. Isso pode ser um sintoma.
Um fraterno e respeitoso abraço.
Nazareno Lima
PS. A única empresa aérea que opera em Altamira é TRIP/AZUL com aeronaves turbo hélice para 70 passageiros e me parece só como escala.
O desenvolvimento economicamente sustentável é possível sim e temos prova disso em várias partes do globo. O que não podemos aceitar são as instalações de empreendimentos que prejudiquem nosso meio ambiente. Além disso, o que adianta termos prédios suntuosos e todo tipo de luxo se não temos a sombra de uma mangueira? Do que adianta termos dinheiro a fole se não podemos comprar o peixe que sempre comemos e agora está extinto? A culpa não é dos ecologistas e nem dos ambientalistas. A culpa é dos burocratas, dos políticos corruptos, da incompetência dos órgãos fiscalizadores. Desenvolvimento economicamente sustentável é possível sim e minha geração acredita nisso!
Nao sou ambientalista, embora tenha convicçao que o progresso econômico tem que estar associado ao meio ambiente, senão a médio prazo teremos o reflexo desse desequilíbrio. Isso pode ser constatado por Juruti onde a populaçao local hoje sofre i reflexo do ‘grande progresso’ com a chegada da alcoa, inclusive nas audiências públicas segmentos populacionais defendiam a chegada do empreendimento com festas, pois assim teriam empregos. Pois bem, passado anos, voltando a Juruti nos deparamos com crescimento populacional, de firma desordenada, em que a populacao local continua empobrecida, porém aumentou a prostituição e todas as mazelas sociais e os hoteis construidos para receber o grande contigente populacional hoje padece da falta de hóspedes. Em Altamira está igual, chegou o Belo Monte sem que tenha sido garantido crescimento ordenado, pois o que se ver ali são oportunidades a quem dispõe de grande capital, fixando a massa populacional na ilusão de que o crescimento chegou,mas a médio prazo se constatará que mais uma vez se repete a truste história do engodo, ficam as misérias para a populaçao local, com aumento da violência urbana, crescimento de pacientes do Sus, crianças nascidas de adolescentes e por ai vai….o progresso somente deve chegar quando estiver calcado em planejamento ambiental, econômico e social. Também desejo que Santarém tenha progresso, que tenhamos uma cidade limpa, com cidadãos conscientes dos seus deveres como desocupar as calçadas, não jogar lixo nas ruas,nao dirigir como louco e que o prefeito de fato faça seu papel que é gerenciar os recursos públicos voltado para a coletividade e que jamais jogue nosso dinheiro em operaçao tapa buraco, pois nada resolve, apenas faz mais ressaltar a falta da seriedade quando se fez a pavimentaçao.
A falta de planejamento é o principal problema de Santarém, um exemplo claro é aquele “mondrongo” construído na Vera Paz, com a promessa de empregos e desenvolvimento.
Amigo moro a poucos metros desse ” mondrongo” que vc falou. A obra foi feita, e não fizeram nenhum trabalho ambiental naquele lugar, fui comer uma maniçoba, mas não consegui comer, caiu 2 mosquito nela, desisti na hora, e fui pra casa chateado.
O proprietário do quiosque me falou que vai sair, pois os mosquitos expulsam os clientes.
CHUPA ESSA MANGA….COM SAL (DETALHE).
MOTIVO RAIZ DO PROBLEMA: FALTA DE PLANEJAMENTO DE UMA OBRA, QUE QUEIMOU DINHEIRO PÚBLICO.
Expulsamos quem não respeita e quer ganhar dinheiro a qualquer preço. Cuidado.
Você falou o q temos sentido das pessoas q vem aq empreender. Tudo eh problema. Nao há política de incentivo nem do estado nem do município.tudo eh impactante. So discurso de desenvolvimento mas os q se intitulam ” letrados” boicotam. Nao ajudam participando c idéias que possam viabilizar a implantação de projetos. Estamos vivendo um boom na construção civil( recurso federal estimulando) mas Cade cliente com renda? Cade geração de emprego? A renda que mais circula eh aposentado, pensionista e servidor publico. Desse ultimo eh uma miséria nível superior efetivo $700 reais, vem ufopa, uns zinhos do estado e a iniciativa privada???? Como gerar desenvolvimento sem renda? Sem investimento? Como nao espantar os empreendedores q fogem daqui? O prefeito e o secretario de planejamento sao economistas e criou o instituto de desenvolvimento sustentável ta parado. Urge iniciar esse planejamento q eh transversal dentro do governo e c a sociedade.
Que Santarem está parada economicamente concordo, mas temos espaço físico e em oportunidades para crescer sem impacto ambiental. Nosso empresariado é burro, cuidado para não ser um deles junior chaves!
Agora a burrice associada a falta de inovação é culpa do meio ambiente. Visão equivocada!
É verdade, Santarem é a única cidade qie conheço que expulsa os investidores daqui. Prova disso, é o embargo da Buriti e depois o Shopping. É muito dificil para pessoas de bpm senso entender e aceitar tal fato cometido por pessoas que não entendem nosso tempo e com isso atrapalham nosso desenvolvimento.
Concordo plenamente com seu texto e fato se continuarmos essa briga de meia duzia pessoas falando de proteção ambiental vamos a ficar cada vez mais interrados aqui ou indo embora para outros centros,e é o que já estou fazendo indo em busca e algo melhor pra minha familia .
Junio verdade , começando pelo seu restaurante , que sempre frenquentava ./
Outro dia estava com 2 empresario de Cuiaba em Santarém , onde queriam jantar e dei como sugestão seu restaurante, e ao chegarmos em seu restarurante fomos deparados que não o vendiam mais cerveja , que segundo o garçon disse que foi decisão sua por ser evangelico.
E eu questionei ao garçon , a uma semana atraz vim no restaurante e saboreamos uma cerveginha com a delicia de alguns de seus pratos servido em seu restaurante .
Então decidimos a sair de seu restaurante e fomos em outro mais adiante .
Vejo , que quem esta no ramo de alimentos embora seja qualquer que for relião não deve levar ao pé da letra de não vender bebida alcolica .
Sugestão ( COLOQUE UMA PLACA , SOMOS EVANGELICO , EM NOSSO RESTAURANTE NÃO VENDEMOS BEBIDA ALCOLICA ) assim não pega os clientes de surpresa , digo isso não ser indelicado os seus clientes sentarem em seu restaurante e logo em seguida se levantarem ,
Aquino, estive no restaurante há poucos dias e tomei cerveja gelada. Ofereceram-me, inclusive, vinho.
Jeso , isso deve ter sido reflexo da baixa clientela em seu restaurante , então toumou a atitude de vender novamente cerveja