Em artigo, Olavo das Neves critica a ‘matança’ de projetos de emprego e renda no município
Santarém, vista aérea, entraves na criação de novos empreendimentos
por Olavo das Neves (*)
Meus caros colegas de labuta (professores),
Fico muito feliz pelo discurso maduro e necessário acerca do assunto posto (Desenvolvimento Econômico) que tenho acompanhado nos diversos grupos docentes que participo.
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Temos, como professores que somos, responsabilidades que vão além das salas de aula, pois formamos cidadãos que estão ou deveriam estar somando com aqueles que têm em suas mãos o destino de nossa cidade e região, ou seja, formando a sociedade que pulsa.
Ao longo dos meus 15 anos de docência, devo dizer que cansei de formar mão de obra qualificada e especializada para outros municípios e estados e, quando aqui ficam, são absorvidos, como exemplo, na função de caixa de supermercado, que aliás é uma função nobre.
Porém, pergunto:
– Será que aquele que concluiu ensino médio, fez cursinho, passou num vestibular, em seguida, oito semestres numa universidade (pior ainda se universidade particular, pois valores deste investimento tiram sono de famílias que podem chegar facilmente a incríveis R$ 100.000,00) investiram tempo e dinheiro para serem absorvidos no mercado como boy’s de luxo (Office Boy com formação superior)?
Façamos uma reflexão:
– Abram a palma da mão (apenas uma mão) e indiquem rapidamente para cada dedo uma empresa que agregue mais de 100 colaboradores em suas atividades. Difícil né? Acham normal? Certamente não.
Somos uma cidade de 300 mil habitantes, integrada a uma região de 1,5 milhões de pessoas, com quase quatro séculos de existência e ainda queremos viver como nossos ancestrais? Sinceramente, não creio que seja possível.
Precisamos sim defender nossas tradições, os quilombolas, os índios, demais populações tradicionais, nossa memória, mas penso que também temos que defender nossa mão de obra qualificada, nossas famílias, novas oportunidades, e não podemos mais aceitar que outros modelos econômicos sejam abominados e proibidos de ancorar em nossos portos, em nossa cidade, em nosso entorno, por mero devaneio ideológico.
Será que é difícil entender! Sem desenvolvimento econômico não existe desenvolvimento social e ambiental. Percebem que nosso equilíbrio nasce desta equação?
Bem verdade que como munícipe que sou, também não quero desenvolvimento a todos custo, pois não suportaria ver minha amada cidade mergulhada no caos e entregue a maus tratos.
Todavia, temos legislação ambiental moderna, leis municipais, estaduais e federais rígidas para todo e qualquer empreendimento que chegue aqui ou em qualquer outro município do Brasil. Nos unamos sim para fazer cumprir a lei e aqueles que não o fizerem que sintam o peso destas sobre suas cabeças.
Porém, matar investimentos que poderiam gerar emprego e renda em minha cidade de forma covarde, no nascedouro, onde não raras vezes até mesmo estudos estão sendo bloqueados na justiça, isso mesmo, APENAS ESTUDOS bloqueados por magistrados que não estão percebendo o mal que estão causando, é inadmissível.
Chega! Não serei mais covarde em aceitar essa excrescência.
Na universidade aprendi a respeitar o contraditório, estudar o novo, buscar um novo olhar e, longe da presunção de estar coberto da absoluta razão, quero aqui conclamar você, colega docente, a discutir o tema com seus alunos, amigos e familiares, de forma que busquemos contribuir com uma sociedade melhor, uma cidade melhor, um estado melhor, um país melhor, enfim, uma mundo melhor.
Deus abençoe os professores de minha cidade e de nosso Brasil, iluminando suas ações para construção de uma sociedade melhor.
Abraço fraterno
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* Empresário e atual diretor da estatal Codec (Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará).
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Uma cidade de meia dúzia de empresários e não querem o desenvolvimento da cidade, não querem concorrência, não fazem circular o dinheiro que aqui ganham. Uma cidade com terrenos mais caros que qualquer capital do país. Uma cidade de políticos de só se interessam por causas que lhe trazem algum retorno financeiro. Uma cidade de ongs, padres intrometidos em questões que não são de suas competências, índios que não são índios, falsos ambientalistas, etc. etc. Uma cidade feia, suja, escura, esburacada, abandonada. Uma cidade que se orgulha de expulsar Portos, loteamentos, etc. Infelizmente Sr Olavo, tens toda razão.
Esse Blá blá blá que é foda mano. De papo furado já estamos cheio……..
hoje são tres grandes nenocios que geram renda:abrir uma igreja,vender drogas ou ser politico!!!!!!!!
A RODOVIA CURUAUNA E A RODOVIA QUE SE VAI A ALTER DO CHÃO ,A FISCALIZAÇÃO E ZERO E SO´BURACO ,SUA MANUTENÇÃO E ZERO ,SAO RODOVIAS ESTADUAIS ,DE QUEM E A CULPA??????
cade a fabrica de cimento cantada com verso e prosas pelo von????????
É justamente por isso que Santarém não desenvolve, pq queremos viver as custas de um passado falido, e um presente incerto, sempre tomando como base as incompetências passadas. O caos que vivemos hoje, não é consequência de quatro anos, e sim de 4+4+4+4…, temos que olhar p frente e unir forças em benefício da sociedade santarena, em meio a tantas decepções eis que surgiu uma possibilidade de uma cidade melhor. O meu olhar não é político, falo como cidadã Santarena, Universitária, e indignada com tanto descaso.
E com tristeza que vejo a mentalidade de alguns politicos que nao sabem o que e nao ter emprego, ter como sustentar sua familia e muitos outros sofrimentos, e em vez de procurarem trazer progresso para o municipio lutarem pelo desenvolvimento e crescimento , ficam a se arvorizarem de coisas que todos sabem que e Santarem e tal e tal., qual deputado estadual temos para mostrar e requerer para este municipio alguma coisa perante o atual governo estadual? porque isso, culpa de quem? Portanto nao adianta essa degladiaçao entre os srs politicos Santarem precisa de uniao e projetos, industrias para essa populaçao carente e vigorosa.
Precisa se pensar os PONTOS FORTES da região e criar uma política de desenvolvimento real onde as micro e pequenas empresas seja as fornecedoras de empresas locais GRANDES e exportadoras para fora da região. Só assim sairemos do buraco! Quais são os pontos fortes? TURISMO(atual), AGRONEGÓCIO(futuro próximo), PECUÁRIA (futuro próximo). Escrevam uma política industrial para o município e trabalhem arduamente para concretizá-los. Só assim movimentaremos a nossa economia.]
JOANA PIOR FOI O BURACO QUE O ALEXANDRE VON,CANDIDATO DO OLAVO DEIXOU NA PMS!!!!!!!!!!!!
Grandes projetos em Santarém devem ter EIA-Rima e o povo ser consultado, diz Nélio
Nélio Aguiar, Henderson Pinto e Olavo das Neves discutindo o assunto na Câmara.
Data: 7 de junho de 2017
Autor: stm30
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“Somos a favor da implantação do distrito industrial de Santarém. Somos favoráveis também à implantação de portos em Santarém, desde que sejam cumpridas as leis, seja feito o EIA-Rima, sejam feitas as audiências públicas com participação da sociedade. Todo projeto que tiver dentro da legalidade, que tiver transparente, e que realmente for trazer vantagens para Santarém, trazer emprego e renda e que for possibilitar aumento da arrecadação, nós vamos defender”, afirma o prefeito Nélio Aguiar.
O presidente da Companhia Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), Olavo Neves, postou na internet, semana passada, um vídeo reclamando de falta de investimentos em Santarém (PA). Que faltam realmente investimentos no município. Isso falta! Mas o que o empresário não lembra é que o ex-prefeito Alexandre Von (PSDB) passou quatro anos no governo e só prometeu.
Alexandre Von prometeu inaugurar o Centro de Convenções (não cumpriu); prometeu um entreposto da zona franca de Manaus (não cumpriu); prometeu fazer três pistas na Avenida Cuiabá (não cumpriu).
Fora as obras que o governador Simão Jatene (PSDB) não teve a capacidade de concluir: ginásio poliesportivo e escola tecnológica são grandes exemplos.
Hoje, quarta-feira, 7 de junho de 2017, indígenas fizeram vários protestos pela cidade, após terem compreendido de forma errônea que o prefeito de Santarém, Nélio Aguiar, teria dito ser favorável ao desenvolvimento a qualquer custo.
RESPEITO AO POVO SANTARENO
Durante a sessão na Câmara Municipal desta segunda-feira, 5 de junho, o vereador Dayan Serique (PPS), usou a tribuna no tempo regimental para repercutir sua preocupação quanto a fala do presidente da Codec, Olavo das Neves, quando disse, de forma bem clara, que Santarém precisa ceder ao poder econômico. O vereador Dayan Serique declarou em tom de desabafo: “É fato que, o Olavo das Neves ver Santarém somente com olhos de empresário e não com espírito santareno”. Continuou dizendo que os investimentos do poder público e do capital econômico são importantes, porém deve valorizar as nossas tradições, os quilombolas, os índios, as tribos, e embora tudo isso não seja importante para o coordenador da Codec, mas é importante para nós santarenos. “Isso, é nossa marca, é a nossa cara. Ele ainda não incorporou o espírito de Santarém, pois queremos sim que qualquer pessoa possa investir em nossa cidade, porém que o faça pela porta da frente, respeitando nossa cultura, nosso meio ambiente e principalmente nosso povo” disse Dayan.
Ainda em discurso, o vereador afirmou: Santarém não fica de joelho para ninguém. Fomos vanguarda de resistência na Cabanagem e não vai ser o poder econômico que vai nos tirar o espírito de luta, de amor e respeito ao seu povo em troca de vil metal. “Nós temos cultura, temos uma marca, temos amor à esta terra, e não vamos aceitar que o poder econômico seja o condutor de nossas vidas”. Sobre os investimentos em questão, Dayan Serique falou que se Itaituba, Barcarena e outras cidades citadas pelo coordenador da Codec querem os investimentos a qualquer custos, que eles paguem o preço por isso, mas aqui em Santarém, nós queremos que os investimentos entrem pela porta da frente, e que respeite nosso povo e nossas minorias: “Aqui, nós cantamos, dançamos e festejamos nosso povo, ribeirinhos, caboclos, quilombolas, índios, tribos, botos etc. Santarém é uma terra de lei, é uma terra de cultura e tem que ser respeitada” pronunciou o vereador Dayan Serique.
Ao encerrar, o parlamentar questionou o fato do coordenador da Codec já estar há muitos anos em Santarém, e ainda não conseguiu entender o espírito santareno e pediu seu empenho para que atue junto ao governo do Estado para que ele conclua as obras paralisadas e que construa o Centro de Convenções, o que ajudaria no desenvolvimento do nosso turismo e no desenvolvimento socialmente sustentável, eis aí o dever de casa para ele fazer e assim ajudar Santarém. E prosseguiu falando que torce para que investidores venham para Santarém, mas que respeitem as leis, as tradição e o nosso povo. “Dizer que Santarém dificulta os investimentos, é infelizmente uma declaração de quem não ama e não conhece a Pérola do Tapajós, é discurso vazio que serve apenas para agradar empresários e levar investimentos a outras cidades” ponderou o vereador Dayan Serique.
O presidente da Codec, Olavo das Neves, discorreu sobre os entraves que impedem a instalação de grandes investidores em Santarém e ressaltou a importância da abertura de oportunidade para novos empreendimentos. “Não queremos mais os alunos das nossas universidades buscando oportunidade em outros lugares, precisamos fazer oportunidades aqui em Santarém. Temos que receber de braços abertos os investidores aqui. Temos que iniciar projetos que agreguem emprego de qualidade e renda. Não dá mais pra aceitar ser exportação de mão de obra”, finalizou.
um povo que elege um chapadinha querias oque?????????
Sofremos com graves barreiras que impedem a criação e o desenvolvimento de novos empreendimentos. Seja no setor de serviços, varejo ou industrial.
Porém ao meu ver a maior de todas as barreiras é a cultural. Essa barreira consegue gerar mais dor de cabeça do que a logística e estrutural da qual também sofremos muito.
Podes me citar um exemplo, caro Eduardo, dessa ‘barreira cultural’…/
Concordo com você!
Me desculpem a expressão, mas a cultura que tem maior exaltação na nossa cidade, é a cultura da ignorância, que conduz alguns grupos que se unem em defesa de seus egoístas interesses, e esquecem do bem comum.
Santarém precisa crescer e desenvolver, porem o que está sendo disseminado, é que as empresas com interesse em investir, tem somente o intuito de devastar e sacrificar, o que até hoje tentaram nos iludir, que seria o futuro da nossa cidade, como se vivêssemos as custas do turismo.
Sinceramente, Santarém está entregue aos buracos, a falta de perspectivas e a ignorância. Enquanto cada um puxar para o seu lado, o povo santareno vai aos poucos gerando filhos amazonenses.
EM SANTARÉM VIVEMOS DE MIGALHAS QUE CAEM DA MESA DOS RICOS E DO GOVERNO , NÃO TEM INDUSTRIAS E CONSEQUENTEMENTE NÃO TEM CADEIA PRODUTIVA E POR TABELA NÃO TEM EMPREGOS.
AQUELES QUE TEM CORAGEM E NÃO TEM VERGONHA DE ENCARAR QUALQUER TRABALHO PARA GANHAR UNS TROCADOS OPTAM POR MOTOTÁXI CLANDESTINO, ROÇADORES DE TERRENOS COM AQUELA ROÇADEIRA PORTÁTIL OU POEM UMA BANCA DE CHURRASQUINHO EM FRENTE DA RESIDENCIA.
OS DEMAIS, QUE NÃO SE ENQUADRAM NAS OPÇÕES ACIMA. SÃO SUSTENTADOS POR PARENTES, VIVEM NA OCIOSIDADE AGUARDANDO UMA OPORTUNIDADE DE IR PARA MANAUS! É ISSO!
Acho francamente que carecemos do renascimento de nossos empreendedores regionais.Não existe presente,nem futuro na continuidade do saque de nossas riquezas naturais, e mui menos em nos satisfazermos tão somente como entreposto do reembarque de mercadorias produzidas em outras regiões.Cabe a nós buscarmos alternativas indutoras da geração de empregos e rendas locais, começando com um diagnóstico verdadeiro dos fatores que nos levaram a essa triste realidade, e com muito trabalho e dedicação sobrepujarmos o “status” de região das potencialidades não paridas.Não custava nada ouvir o que tem a dizer sobre o assunto os remanescentes da classe produtiva local.
Chocrón, é isso que precisamos, ouvir todos os atores envolvidos nessa questão. E avançar. O que não se pode é continuar nesse fla-flu, ou para usar um clássico tapajônico, nesse rai-fran, estéril e sem fim. Com sérios prejuízos sociais para o município.
Sentados no colo do maior inimigo do Estado do Tapajós! O Jatene!
Kkkkk
Putz…. Olavo nas Nuves…. reaparece depois de um sumiço atávico (mas na véspera de ano eleitoral) para sacudir o povo santareno…. Desde que Olavo deixou as Neves para subir nas Nuvens do Parazinho Jatenico parece ter contraído a mesma doença anti santarena e anti tapajós que assola a Casta que domina o Pará …..
E ele vem com garra para nos dizer que lá nas Nuvens do Jamente,Lutou feito um Leão para você ficar feliz e contente, mas que foi você que não quis Santareno Otário,!!! A Culpa é SUA e não dos representantes a lá nas Nuvens se Santarém não conseguiu nem as migalhas prometidas pelo Governo Jatenico !!
É nisso que dá a nossa representação empresarial produz historicamente…. Mais um que percorreu o mesmo caminho do Helenilson, que em troca de favores políticos e econômicos acabam se rendendo ao Jamentismo …. Enfim…. mais um Representante FAKE do nossos Empresáriado Local em Belém que, pelo jeito só conseguiu produz fumaça em troca de migalhas….
ACORDA ACES !!!!
Porter, com esse teu discurso, não se acrescenta nada ao debate. Que é importante. E que deve ser de ideias.
perguntar não ofende.por onde anda os defensores do estado do tapajos??????????