
Por 15 dias, a contar desta segunda-feira (22), as sessões da Câmara de Vereadores de Monte Alegre (PA estão suspensas. Ato da Mesa Diretora da Casa, presidida por Jorginho da Z-11 (MDB), aliado do prefeito Matheus Almeida (MDB), foi aprovado e publicado oficialmente ontem.
Com isso, a CPI do Gás e Combustível, defendida por Almeida, corre risco de ser enterrada.
Se sobreviver aos acordos políticos até o dia 2 de abril, terá que ser instalada e nomeados os seus membros. Isto porque já tem assinatura de 8 dos 15 vereadores da Casa.
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Segundo a oposição, o posicionamento do prefeito, que assopra a CPI, e o do presidente da Câmara, que a morde, é jogada ensaiada. Os dois estariam agindo com estratégia política combinada.
Nessa quinzena também ficará suspensa a instalação de uma outra CPI, de musculatura governista e cujo alvo é Anselmo Picanço, ex-presidente da Casa e pai do pai da CPI do Gás e Combustível, vereador Eliselmo Picanço (PSDB).
Picanço, o pai de Eliselmo, teria cometido suposto ato de improbidade administrativa quando no exercício da presidência da Câmara de Monte Alegre. Na eleição do ano passado, Anselmo disputou a eleição para prefeito. Perdeu por apenas 118 votos para Matheus Almeida.
As sessões ordinárias – e também as extraordinárias – foram suspensas, segundo o ato da Mesa Diretora, por causa do aumento de casos de covid-19 no município.
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