Os vereadores Nael Vasconcelos (Podemos) e Jalico Aquino (PL) fumaram o cachimbo da paz. Por isso, o pedido de abertura de CPI contra segundo, presidente da Câmara de Óbidos (PA), que estava sendo articulado pelo primeiro, foi morto e sepultado.
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A relação entre os dois azedou quando Jalico exonerou da Câmara, sem dó e piedade, a servidora Rafaela Gomes, assessora de imprensa que recebia quase R$ 1,4 mil e gente da gente do bolsonarista iletrado Nael.
A reação foi imediata. Com sangue nos olhos, Nael reuniu com seus adversários na Casa, a bancada governista, e propôs uma CPI, a da Trairagem, contra Jalico, com propósito derrubá-lo da presidência.
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Não se sabe qual o acerto que os 2 quase desafetos fecharam, pois Nael Vasconcelos não deu mais nenhum pio sobre a CPI – e nem Rafaela reapareceu na folha de pagamento da Câmara.
Pelo menos por enquanto.
Vergonha do nível desse legislativo de Óbidos. Nael vereador: não consegue articular uma frase que não tenha um erro de português.
Jalico vereador: no seu belo currículo consta que passou a maior parte da sua vida jogando bola. Não apresenta um projeto relevante e seu maior ideal é brigar com o prefeito e para seu desespero, o prefeito não toma nem conhecimento de sua constante ira. Ou seja; o ex jogador de bola está dando tiro n’água e a Câmara não avança em nada, transformando-se numa casa de requerimentos e moções ridículas.
Cirúrgico, Wando. No alvo.