Jornalista, Celivaldo Carneiro (foto) comenta o post Gráfica Bolinha perde seu proprietário:
A passagem do Bolinha (Seu Darlindo) me remete aos primeiros encontros com a leitura, pois era dele a Gráfica e Livraria Bolinha, encravada no meio do quarteirão da 15 de novembro, entre Siqueira Campos e a antiga João Pessoa (hoje Lameira Bittencourt), lugar de bons livros e material didático.
Em suas prateleiras, buscava na leitura de gibis e outros livros, as andanças pelo mundo novo, desconhecido e cheio de novidades que só leitor e escritor podem se dar a luxo de desfrutar, conhecer, trocar impressões, enfim, um novo mundo, o da leitura.
Meus diletos Delmas e Deise, que nesta passagem do seu pai Bolinha, fique em seus corações as lembranças de um homem admirável, brincalhão e acima de tudo orgulhoso dos filhos que tinha.
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Paz e luz a sua alma!
Meu padrinho de Crisma. Meus pêsames ao Delmas e Deise.