Do leitor que se assina Madija, sobre o post ONG camufla ação predadora da Cargill:
O debate bem torno do problema causado pelo porto da Cargil é muito oportuno para se discutir os grandes problermas de Santarém e da região para além dessa única situação.
O problema do porto da Cargil é apenas um exemplo da situação dos portos irregulares que existem enfrente da nossa cidade. Tem que corrigir a situação de todos eles tem, mas é preciso entender que fazer esse processo afeta os interesses econômicos das elites de Santarém e daquelas que aqui chegaram nos últimos anos.
O respeito à questão ambiental e cultural que o povo de Santarém clama nada mais é do que o respeito a legislação. No mais vejam: a luta contra o porto da Cargil em Santarém não é uma luta isolada da CPT, ela representa a vontade da grande maioria do povo santareno e não adianta dizer que não que é.
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Mas este processo não pode se cosntiutir numa luta isolada, uma bandeira de luta de apenas ser contra, é preciso pensar em propostas concretas de uma estratégia verdadeira de desenvolvimenbto sustentávcel de Santarém.
Nesse sentido, penso que o nosso grande desafio é a consolidação de um grande projeto de desenvolvimento para o município de Santarém, que inclua além do grande e médio empresário urbano e rural, o pequeno produtor rural e o micro empresário urbano, dentre outros.
Prefiro aqui afirmar nesta modesta contribuição, a necessidade de nos próximos anos fortalecermos efetivamente a produção familiar rural do município de Santarém e da região, processo este que passa a meu ver pela construção de um plano municipal de desenvolvimento rural sustentável para os proximos vinte anos, articulado com uma estratégia de desenvolvimento rural sustentável da região do Baixo Amazonas envolvendo os treze municípios que a compõe.
Fazer este processo acontecer sei que é dificil, ainda mais numa conjuntura onde nossos governos municipais pouco entendem desse processo, basta ver o que fazem as secretarias municipais de agricultura com gastos exorbitantes e quase nenhum resultado para a população.
De tal modo que é preciso superar os preconceitos para que possamos enxergar a região na sua diversidade sócio-econômica e cultural. O processo de desenvolvimento sustentável de Santarém passa por esta nova compreensão, do contrário é papo furado!
Amigo não e o povo de Santarem que clama para a saida da Cargil .Aonde ja se viu o desenvolvimento chegar e voce manda-lo ir embora.Gente um porto desses pode trazer benefícios para nossa Santarem tao desrrespeitada pelos nossos governantes.
Quem quer que a Cargil vá embora são essas malditas ONG’s falo green peace(que siceramente e uma maldição para o desenvolvimento da cidade)Frente em defesa da Amazônia(pra mim sao uns hipocritas que não sabem mas so rezar a missa e ficam metendo o dedo onde não devem)
As malditas ONG”s fazem a cabeça de alguns de nossos queridos irmãos que estão desempregados coitados a fazerem manifestações e etc, contras a Cargil.veja que maqinifico e o Porto da Vila do Conde em Barcarena e perguntem se o povo de la quer que ele saia ou va embora
ninquem quer porque sabem o quanto o porto e importante tanto para os moradores de Barcarena Quanto para a região
Não precisamos de ONG’S para dizer o que fazer com o meio ambiente
FORA ONG’S MALDITAS DEICHEM O POVO SE DESENVOLVER ECONOMICAMENTE
SANTARENOS CHEGA DE VER AS CIDADES POLOS DO ESTADO SE DESENVOLVEREM E SANTAREM FICAR PARA TRAS
Bem vamos adicionar um pouco mais de informação a discursão:
https://pt.shvoong.com/law-and-politics/enviromental-law/795395-licenciamento-ambiental-eia-rima/
Caso voces dêem um breve lida não há em lugar algum no IEA RIMA, dizendo que seja obrigatório o estudo (que é extremamente caro e detalhado) para que seja criado um porto (que não seja de mineração). Ou seja o PORTO da Cargil não foi colocado de maneira ilegal. O estudo foi exigido depois do porto já te sido construído (bem depois diga-se de passagem), por promotores locais, isso depois de pressão de ONGs (e claro o show pirotécnico que o Grreenpeace deu a alguns anos atrás).
E que a luta contra a Cargil ser uma grande vontade do povo santareno eu descordo!
Não foi degradada área nenhuma com a construção do porto, aliás foi utilizada uma área que sempre foi da CDP e que nunca foi utilizada por banistas. O porto da Cargil criou vários empregos diretos e empregos de qualidade (que fora os de funcionarismo público não existem na nossa cidade) e emprega várias pessoas indiretamente, é atras desse tipo de coisa que os emepresários daqui de Santarém procuram, empregos, crescimento e desenvolvimento.
E lembrem o PORTO transporta a soja que vem do Centro Oeste, se tem que haver um combante contra as plantações de soja, tem que ser contra os fazendeiros que desmatam ilegalmente. O problema tem que ser resolvido com quem faz o erro, não com a Cargil que compra e exporta a soja. Fora que a mesma só aceita soja de áreas certificadas ambientalmente.