O post MEC aprova estatuto da Ufopa suscitou o comentário abaixo, da professora Edna Marzzitelli:
Parece está chegando a hora, antes tarde do que nunca, de concentrarmos a nossa atenção em alguns aspectos importante para que a democracia [na Ufopa] seja garantida, e não só a escolha dos dirigentes:
2) Qual a sua história acadêmica?
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3) Que concepção de universidade defende?
4) Quais as suas vinculações partidárias?
5) Sua proposta de trabalho está clara e coerente?
6) Como será a escolha de sua assessoria?
Ou seja, precisamos pensar a eleição como um passo a mais na construção da universidade e fazer dela uma oportunidade de reflexão e debate. Senão estaremos deixando de ser uma instituição educacional para ser mais um palco de disputas pessoais e partidárias.
Isso sim seria INOVAÇÃO!

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