Da leitora Tatiana Vieira, sobre o post Governo manda cortar ponto de grevistas:
Desde o início me posicionei contra esta greve, tenho meus motivos, mas isso não quer dizer que estava de acordo com a PCCR que o governo queria, por isso acertei o voto da maioria pela paralisação.
Da mesma forma que com muito custo nos dois últimos anos tivemos que parar e lutar por um melhor vencimento base – nosso o salário base é de 513,00, para uma jornada de 100 horas/mensais, o que representa R$ 5,13 a hora aula para professores de nível superior (AD4), e R$ 5,10 para professores de nível médio, os chamados AD.
No vizinho estado do Acre, o professor nas mesmas referências e escolaridade recebe R$ 13,96 (30 horas/semanais), no Amazonas o valor é maior ainda: R$ 14,00 (20 horas/semanais).
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Além de cobrar melhorias estruturais nas escolas, até o MP entrou com uma representação contra o governo, mas parece que o governo é sem vergonha, pois, até agora pouco ou nada (que o diga alunos e funcionários da Escola Romana Leal, por exemplo) fez para amenizar essas situações, mesmo estando obrigado por lei e sentença a fazê-lo.
O que o atual governo faz e muito bem, são muitas promessas.
Seria muito interessante relembrar a você que nos últimos anos, pelo menos em SANTARÉM, houve a reposição das aulas para os alunos, NÓS PROFESSORES PAGAMOS OS DUZENTOS DIAS LETIVOS, quem anda devendo e não trabalhando é o governo Ana Júlia.
Então, antes de sair falando besteira, procure as fontes: vá a 5ª URE e procure se essa informação procede.
Quanto ao PCCR, você sabe o que significa para nós, profissionais da educação? Quais as propostas originais do governo, quais as do Sintepp? Sabe quais foram os avanços que tivemos e onde tivemos que recuar? Sabe quando foi a última reunião com governo e o que foi definido em ata?
Pois é. As propostas estão tanto no site do governo quanto do Sintepp.
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