Do leitor Romulo Jólen Serique, sobre o artigo Eleição 2012: pato em corrida de ganso, da lavra de Paulo Cidmil:
Esta análise do Paulo Cidmil está muito boa, principalmente porque foi feita buscando imparcialidade; é oportuna para fazer bons comentários.
O último texto que li do Paulo a este blog, “ Um candidato de credibilidade”, apontava que Santarém estava sem alternativa, principalmente com o não lançamento da candidatura do Erick Jennings, e ainda apontava a necessidade de unificação de diversos partidos pequenos para construção da alternativa.
Mas neste novo texto ele, ousadamente, ressalta o acúmulo de Márcio Pinto e do PSOL; não somente ele fez isso, mas outros professores, blogueiros, jornalistas e até candidatos já comentaram e endossaram esse crescimento.
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Fica uma pergunta no ar: o que mudou na conjuntura que possibilita ao PSOL se firmar como terceira via, como seu slogan, dá pra ser do jeito certo, postula?
Já não cabe mais caracterizar o PSOL como um partido de ultra-esquerda como fazem vários veículos de comunicação. Paulo deve está tendo a oportunidade de acompanhar a brilhante campanha do Marcelo Freixo no Rio de Janeiro, que tem polarizado com a megaestrutura de Eduardo Paes com apoio de Lula, que dentre outros méritos, conseguiu trazer de volta para um projeto político figuras como Caetano Veloso e Chico Buarque.
Há no Rio até um movimento declarado PTistas com Freixo; o PSOL também demonstra peso na atuação de sua bancada no Congresso tendo seus parlamentares eleitos sucessivas vezes como os melhores pelo prêmio Congresso em Foco,o principal fórum político de jornalistas. E nesta eleição disputa na corrida a prefeitura de Belém com a possibilidade de ganhar no 1° turno. Um partido de “ultra-caricato” como um PCO ou PRONA etc jamais teria condições de chegar e manter essas circunstâncias.
Também não cabe a caracterização de que PSOL será um novo PT, como outros veículos mais alinhados com o governo tentam caracterizar, exatamente por causa da “ideologia”, que como todo ideal contra-hegemônico, precisa travar enfrentamentos sim, inclusive com o senso comum que é ditado artificialmente pelas vias principais, mas no Rio e em Belém o PSOL segue quebrando a lógica de que eleição se vence com acordões da partidocracia, grana de corrupção, maquina pública, e dinheiro de empresários abutres investidores do ramo político.
Alias foi a ideologia que fez, em Belém, Edmilson sair do PT na época do mensalão, sem ideologia ele estaria agora no mesmo buraco em que está Ana Júlia Carepa, e a cidade de Belém estaria sem alternativa.
O PSOL segue longe de política de conciliação de interesses, alianças espúrias, posicionamentos contraditórios e o fisiologismo anacrônico que não permitem que partidos ditos de centro, como PV, PPS, PSB, PCdoB etc se postulem seguramente como alternativas.
O que mudou para o PSOL nessas eleições, não foi o discurso e nem a conjuntura, mas a possibilidade de intervenção real de um grupo político que tem aumentado suas fileiras de quadros militantes, o que é talvez o mais importante pra vencer os aparatos das candidaturas milionárias, e que a cada pleito amadurece devido ao contato com a população por dentro e por fora das eleições, nos sindicatos, escolas, universidades e bairros.
Basta ver que a qualidade dos programas eleitorais do horário político, e a qualidade do Márcio nas entrevistas e debates na TV e Rádio.
Na verdade, Paulo, o que credencia Márcio Pinto a se postular como alternativa para Santarém, não é o seu mérito de candidato de credibilidade, mas sim o grupo político em que ele se situa, e que melhor do que numa chapa de coalizão de nanicos, essa coesão se dá por convergência de interesses coletivos, e não de interesses particulares. É isso talvez que esteja faltando para o Erick.
Para alavancar as campanhas alternativas, ainda há ainda muito para se descontruir como as falácias do “voto útil”, “experiência comprovada”, o método da compras de votos e demais artifícios das vias colaterais. Porém estamos construindo aí à alternativa que se mantém firme nas ruas e que, obviamente, está aberta pra que quiser somar.
Em 20 de junho de 2012 o senhor Osmando Figueiredo concedeu entrevista ao O Impacto (disponível na web) em que ele afirma, de um modo bem convicto, a sua influência direta no governo municipal nos últimos vinte anos. Entre seus pupilos de prefeitura, cita o candidato Alexandre Von. É fato constatável comparando-se as falas daquele com as propostas deste (hoje em lados opostos). Observando-se bem, são sempre os mesmos grupos. Ora se abraçam, ora se endemonizam. Não consigo enxergar a mudança (milagrosa) da água pro vinho de toda a turma do Alexandre Von para cumprir com perfeição “seu projeto” de desenvolvimento sustentável, de gestão profissional e, principalmente, de respeito à moralidade pública e ao povo santareno, trocando em miúdos, de não fazer da prefeitura o seu “quintal particular”. Por outro lado, é pouco convincente o discurso petista de que é fator decisivo escolher a candidata da presidente Dilma, do mesmo partido, quando vemos que Santarém se enquadra entre os diversos municípios que perderam verbas federais importantíssimas, por falta de projetos, por falta de uma equipe multiprofissional competente para elaborá-los. Ambos tentam convencer a população que o mundo é dividido em dois: PT e PSDB (esquerda e direita), com seus respectivos aliados de “conveniência e oportunidade”. Na verdade, precisam um do outro para justificarem suas existências, para distrair o olhar da população e manterem seus pojetos de poder. As consequências disso, todos vemos e sentimos, com a crescente complexidade dos nossos problemas, sobretudo nas áreas periféricas.
Corrigindo: … projetos de poder…
Reconheço a coragem e a persistencia do candidato Marcio Pinto, mas ele não é a única terceira via nesse processo de mundança, senão vejamos:
O Von que Não É bOM para Santarém, pois, está desde novinho na politica, sabe ou pelos menos acha que sabe dos problemas dos municipes da cidade e do interior, e todo esse tempo fez nada pela nossa cidade, além de que é aliado do governador que já veio enganar a população daqui, primeiro com o Pro-paz, programa assistencialista e eleitoreiro, tentando apagar a manobra que fez contra esse região no Plebiscito, a segunda foi mandar cercar o estádio dizendo que a obra já vai começar, anote, é enganação elitoral e a terceira é a construção fo ginásio esportivo, que também nao sairá do papel por enquanto (sao manobras eleitoreiras). Então o Von representa os MAIAS, precisa dizer alguma coisa?
A Lucineide Pinheiro, vem pra tentar dar continuidade ao governo Maria/Everaldo, que de sobra foi melhor doque Von e Maia, só não vê quem nao quer…..mas esses modelos não servem para o municipio, só servem pra eles. Os gastos com a maquina publica sao muito altos e sem qualidade, com isso não sobra dineiro para investir nos projetos que resolvam sérios e grandes problemas da população: a falta dágua, a falta de leito nos prontos socorros, ruas sem manutenção, centro comercial com esgoto a céu aberto e orla maritima fedida. Nem Maria/Lucineide, nem Von/Maia resolverão esses problemas, pois, não são comprometidos com essas causas.
O Zé Maria que abre a boca pra dizer que tem 6 mandatos de vereador e prefeito tampão, qual o seu feito nesse tempo todo de vida publica? Que projeto esse senhor já defendeu? Não mil vezes não, esse não.
Pois bem, temos o Rubson Santana, que acredito está preparado para esse cargo, não é político de carreira, é politico-técnico administrador que conhece a gestão financeira das empresas. A prefeitura é uma grande empresa com orçamento de superior a 300 milhoes, é muita grana gente! Não deveria ser dirigida como tem sido pela gestão do presente e como foi no passado, para pequenos grupos e apadrinhados. Rubson Santana, tem idéias novas e não tenho dúvidas que se for eleito as colocará em prática, trantando como uma empresa pública para resolver os problemas de toda a sociedade santarena com serviços público de qualidade.
Rubson e Marcio são as unicas alternativas de mundança, os outros é o velho jeito de fazer politica que voces já conhecem. Eu já escolhi voto no candidato do 20, é RUBSON SANTANA, para santarém acordar…..