Sebastião Rodrigues, leitor do blog, comenta o artigo Cavalos mecânicos em Alter do Chão, da lavra de Telmo Moreira Alves:
Seu texto é pertinente, há anos que não vou em Alter do Chão e, como profissional de turismo, não vendo com destino turístico, fui vencido.
Esse tal Sairé está cortado da pauta de eventos da empresa que eu trabalho.
Os últimos anos que recebi pessoas que Alter do Chão estava no roteiro (período do Sairé), meus clientes saíram falando cobras e lagartos, não gostaram, alguns anteciparam o retorno. Nunca mais!
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É uma pena a falta de estrutura de Alter do chão. Um lugar tão lindo e inspirador (escreverei minha tese de doutorado sobre práticas linguísticas locais nessa vila) deveria ser bem mais cuidado. E não digo só no período do festival dos botos não, Jeso.
Em 2011 levei amigas que fiz no mestrado para conhecer o Sairé e Santarém, minha cidade de origem e da qual muito me orgulho, apesar de tudo. Foi a primeira vez que entrei no Sairódromo para assistir as apresentações. Minhas amigas ficaram emocionadíssimas com o carimbó e a lenda do boto, que não conheciam a fundo. Mas eu lembro também que nos perdemos na volta para casa, pois as ruas estavam muito escuras e ficamos sem dinheiro, pois não havia onde tirar. Sem contar os preços exorbitantes de tudo.
Chegando em alter do chão essa semana, não encontrei nenhum restaurante por volta da praça funcionando com cartão de crédito. Sem dinheiro em cash foi em busca de sacar algum dinheiro. Não havia nenhum caixa eletrônico de qualquer banco funcionando. Minha intenção era ficar por lá. Mas voltei pra santarém de taxi, pagando quase 80 reais. Mas quando cheguei em santarém já era depois de 10 da noite. Não consegui sacar dinheiro pra pagar o taxi porque em santarém também não encontrei nenhum caixa 24h. Tive que negocia com o taxista, que era gente boa e me procurou no dia seguinte no hotel que fiquei. Ou seja, a coisa tá feia em santarém no quesito serviço.
Os organizadores desse evento precisam entender que beleza natural para ser apenas visualizada através de fotografias é uma coisa, mas quando se pretende atrair a presença de pessoas (turistas) é bem diferente, tem que ter estrutura para garantir a qualidade do evento. O que me chama mais atenção é a falta de segurança no local, principalmente na praia, até hoje não convenci de que o finado Mauro Borges com a moça foram por livre e espontânea vontade pra quele local do crime. Com a falta de segurança que ali existe, é muito fácil um elemento mal intencionado apontar uma arma para um banhista e levar para aquelas matas à beira da praia.
Um pacote turístico Manaus-Fortaleza 5 dias, sai 30% mais barato do que um pacote para participar do Saire, saindo de Manaus .
E isso e só o inicio, todos os pacotes turísticos, saindo de Belém-Santarém, Brasilia-Santarém, e por ai vai…..estão com preços absurdos.
So pra se ter uma ideia, voce sair de Belém para Miami, esta 20% mais barato que ir de Belém-Santarém passar o Saire.
IR PRO CARIBE SAI MAIS BARATO…
e os barraqueiros de alter são verdadeiros urubus careiros, cometem um roubo todos os dias querem vender um frango a 60 reais!!!!!!!!!! e o show da ivete tá só 100!!!!!!!!!
Em meu ponto de vista, o Sairé deixou de ser atração a muito tempo.
Começamos pelo péssimo atendimento nos restaurantes, bares e outros, eles nos assaltam desde a entrada do estabelecimento, o produto/serviço é de péssima qualidade. Não sabem agradar ninguém…
O Espaço da vila, não tem estacionamentos adequados, é uma muvuca estacionar…nos cobram horrores… Além, é claro, da falta de segurança que é fato evidente, que vem sendo demonstrado ultimamente…
E o Sairé em si, a atração que deveria ser a festa profano religioso, não é o centro…é a tal disputa dos botos, que nada tem haver com as festividades. Um evento que, particularmente, deveria ser revisto pelos grupos que os compõem, pois o sentido da festa já se perdeu há alguns anos.
Quem quer ir para ver o Sairé???
Concordo. O Sairé não existe mais. Acabou. Se resume ao festival de botos, uma imitação do boi de Parintins e em shows de cantores de axé, samba, etc…a Vila nao comporta a quantidade de pessoas que pra lá se dirigem. Ainda bem que neste ano o Prefeito diminuiu a apresentaçao dos botos pra um dia e acabou com o arrastão no final dos shows que virava uma baderna com briga de gangues cheios da cachaça. Sei que as coisas não serão como eram antes. Mas a essência do Sairé não pode acabar, senão e melhor denominar a festa para Festival de Botos e voltar o Sairé para o mes de julho com suas rezas e danças.
Barracas na praia cobram preços exorbitantes , não existe senso de se vender mais a preços acessíveis aos visitantes locais e turistas.São condutas inconcebíveis , cardápios mal preparados e de culinária que não condiz com a fama de boa mesa além Santarém.Quanto a festa do Sairé tornou-se um tremendo mafuá a céu aberto.Curto,rapidamente ,a procissão dos nativos antes da instalação da bagunça.Dança dos Botos não se coadunam com os festejos religiosos-profanos dessa festa.A balbúrdia não nos leva a comemorar nada.Nem tudo está perdido: a natureza apesar de vilipendiada, nos extasia.
Pelo que entendo, estão invertendo as coisas, pois acredito que deveriam dirigir a culpa às autoridades que não fiscalisam.
Infelizmente a cidade de Santarém perde. Os vendedores aproveitam o período para cobrar preços exorbitantes dos turistas.
E uns bolinhos de piracuí, pela bagatela de R$ 20,00(vinte “real”).
Deveria ter uma tabela de preço ou uma fiscalização mais precisa pelo PROCON, esses preços ali cobrado sao um verdadeiro abuso, quando eu vou lá, eu levo a minha “farofinha”, e mais barato.
Sem contar que nesses dias vai ter muitas brigas, acidentes, bebados, sujeira e fezes nas praia.
TO FORA TBM.
Porem, para quem vai, bom Sairé.
ISSO QUANDO A EMPRESA DE TELEFONIA VIVO NÃO SAI DO AR.
Fomentar o turismo não é prioridade do governos no Município e Estado… Não basta ser bonito por natureza, tem que ter profissionalismo para receber os turistas, coisa que nossa região não tem, infelizmente!
Há tempos venho falando da falta de responsabilidade de nossos governantes ou incapacidade de administrar. A Vila de Alter se encontra entregue aos URUBUS, lixo para todos os lados, o sistema de coleta de lixo é muito ruim, fora a cachorrada que perambula pela vila ameaçando as pessoas.