É da lavra do professor doutor santareno Samuel Lima o posfácio do livro Jornalismo Investigativo e Pesquisa Científica: Fronteiras, com lançamento previsto para o próximo dia 4, no Rio de Janeiro no 9º Encontro de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor).
Organizado por Rogério Christofoletti e Francisco José Karam, a obra traz textos produzidos a partir do Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação no Jornalismo (Bapijor), ocorrido em junho passado.
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Treze autores brasileiros e argentinos abordam temas como métodos, procedimentos, teorias, cuidados e desafios para as redações e os laboratórios.
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Jornalismo Investigativo e Pesquisa Científica: Fronteiras é editado pela Insular, tem 184 páginas e distribuição nacional.
Sumário:
Apresentação: Fernando Rodrigues, Folha de S.Paulo e Abraji
Prefácio: Francisco José Karam
Parte 1 – Estratégias, métodos e fontes
Reportagem Assistida por Computador (RAC) e jornalismo investigativo – José Roberto de Toledo
Jornalismo, o prazer do ofício – Angelina Nunes
Como navegar extensos mares de un centímetro de profundidade – Rodolfo Barros
Uma aliança vital – Mauro César Silveira
Rosental e o novo modelo midiático – Claudio Julio Tognolli
Investigación? Revelación? Que pensam los periodistas? – Sebastián Lacunza
Límites y empobrecimiento de la investigación periodística en Argentina: indígnate (fácilmente) – Eduardo Blaustein
Parte 2 – Práticas, papeis e compromissos
Practica periodística y práctica científica – Martín Becerra
Diferenciações, aproximações e complicações entre a prática jornalística e a prática científica- Gislene Silva
Los compromisos del periodista y del investigador académico – Adriana Amado
Investigación, poder y política: una mirada desde el periodismo – Washington Uranga
Rascunhos de uma agenda positiva para redações e laboratórios – Rogério Christofoletti
Posfácio: Insuficiências teóricas e desafios – Samuel Lima
Mais sucesso ainda, garoto!!!
Caro Chico,
O jornalista Fernando Rodrigues é o atual presidente da Abraji e, nessa condição, foi convidado pelos organizadores do livro a escrever a “orelha”. Li pouco a respeito das suspeitas, suscitadas a partir de material publicado pelo WikiLeaks, que envolve Rodrigues, William Waack e Carlos Eduardo Lins da Silva. A ver os desdobramentos do processo.
Como sócio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), desde sua fundação, tenho mantido posição divergente de algumas lideranças da entidade, que historicamente tem se posicionado em defesa do mau jornalismo praticado por veículos, como exemplo da Folha de S. Paulo, jornal de origem de Fernando Rodrigues.
No último congresso da Abraji (final de julho, em Sampa) deixei claro isso em debate com a jornalista Elvira Lobato (repórter especial da Folha) a quem indaguei: “Quando a Folha vai divulgar o nomes dos corruptores do ex-ministro Palocci?”. A sociedade brasileira ainda aguarda esse tipo de informação essencial na luta contra a corrupção, pra valer.
Agradeço sua participação, mano véio. Abraços fraternos,
Samuca
Professor Samuel Lima precisa se imunizar. Se misturar com gente como Fernando Rodrigues, apontado como informante da Embaixada dos EUA, pode lhe custar algum mau cheiro Esse “jornalista” exala odor de golpe.
Chico Corrêa