Neste sábado (13), na audiência pública que o MP (Ministério Público) do Pará promove sobre o abastecimento de água em Santarém, o professor Milton Matta, da UFPA (Universidade Federal do Pará), deve apresentar um diagnóstico da situação na cidade, e a possibilidade de solucionar o problema com o uso do Aquífero Alter do Chão.
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MP agenda audiência sobre água.
O aqüífero passa pelos estados do Pará, Amazonas e Amapá. É a maior reserva de água doce subterrânea do planeta, com 86,4 trilhões de litros, o dobro do Aquifero Guarani.
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No Amazonas, 10 mil poços particulares e 130 da rede pública já utilizam o aqüífero para abastecer 40% da população de Manaus.
A audiência pública acontece no auditório do Iespes, a partir das 8h deste sábado. Qualquer cidadão pode participar.

O MP deveria fazer alguma coisa quanto a podridão exalada pela fabrica de ração da “granja”, que fica em frente a uma universidade, um conjunto residencial, um hospital de alta complexidade e atinge metade da cidade, menos os paradisiacos apartamentos dos “ilumunados” promotores de justiça.
Bem, fantástico! Temos o maior aquífero de água doce do planeta!! E daí??? Se não houver uma política de controle e qualidade quanto à abertura de poços artesianos(sem fiscalização e política, se tornam feridas no solo), lixões construídos sem um projeto que atenda os requisitos de proteção ao meio ambiente, obras de saneamento básico, inclusive o recente problema de alter-do-chão quanto ao escoamento de esgotos despejado nas águas que levaram o nome de Alter internacionalmente. Gente, sem esse controle, pode ser MP do Pará, ONG’s e etc, não vão conter o avanço da poluição do aquífero, que com certeza, já está sofrendo com algum indício de poluição. E daí??? MP já está na hora de abrir licitações/concessões para empresas particulares cuidarem da coleta, tratamento e distribuição de água. Ficar na responsabilidade só de uma empresa, não tem como prosperar e proporcionar um trabalho eficiente e com qualidade. Deixo meu protesto: Tirar água só de um pote, não dá!!! Vamos ver com essa audiência se tenha um idéia brilhante, próspera, construtiva e efetiva, que atenda a necessidade dos habitantes da região.
Sou Santareno e sou solidário com a população que sofre com o abastecimento precário desse commodity.
Santarém é uma favela de 300.000 habitantes e como tal deve ser tratada.
O jatene chamou seus eleitores de “mocorongos”, este Zoá(do) nos chama de favelados, e agora, qual será o próximo adjetivo?…